SARDES: A IGREJA MORTA EM VIDA

Nº 188 BOLETIM DOMINICAL- 31  DE MARÇO DE 2018

SARDES: A IGREJA MORTA EM VIDA – Apoc. 3:1-6

Sardes era a Capital do antigo reino da Lídia, situada uns 48 Km, ao sul de Tiatira. O culto ao imperador era forte ali. “Estás morto”. Desprovido de vida e poder esperitual. Nos dias de hoje, qual seria a definição de  igreja viva? São muitos aqueles líderes e membros que se orgulham de sua igreja. Considera uma igreja viva, aquela, cujo planejamento, programações, atividades, movimentos, liturgias informais e festivas, templos suntuosos e aconchegantes, boa arrecadação financeira, e outros tantos ativismos, social e espiritual, como sinônimo de igreja viva. Seria isto expressão de avivamento, reavivamento, pentecostalismo e metodologismo? Algo novo está acontecendo hoje na igreja evangélica! Será que a evangelização com o uso da midia é proporcional a explosão demográfica? Sabemos que a população tem crescido num patamar exponencial bem maior do que o crescimento da Igreja. A verdade é que a população multiplica; a igreja apenas soma, quando soma. Pensemos nisto! “Tens nome de que vives, e estás morto” (3:1c). O evangelista Lucas traça o diagnóstico da Igreja viva de todos os tempos em (At. 2:39-47; 4:23-31). Se este diagnóstico for consetâneo a saúde orgânica e vital de sua Igreja, louvado seja Deus. Tem vida espiritual. Amém! O Cristo glorificado, o  Senhor da Igreja, se importa com o estado de Seu Corpo. A expressão sete espíritos de Deus (onisciência e perfeição) e as setes estrelas (anjos) deseja a vida e não a morte de Sua Igreja universal e local. Vemos aqui uma advertência aos que ambicionam ser “donos da Igreja” e “Concílios” no que tange à sua administração e governo. Igreja é uma instituição divina, sua obediência é a vonta de Deus e não de homens ou grupos. A igreja é de Cristo, e nela todos têm os deveres, direitos e obrigações. Sardes, é vista como a progressão linear da revelação da igreja medieval até a Reforma Séc XVI. Algo terrível, vesânia, acontecia na Igreja de Sardes: não obstante desfrutasse de boa reputação, inçada, em virtude de suas multissimas atividades – fama, poder, Marketing, no fundo estava morta. Faltava-lhe o carater eclesial e a vizinhança sabia disso. Como a Igreja de Sardes, vemos crentes com uma excelente aparência, mas, sem palavra, sem testemunho, completamente frios, sem vida. Eis o problema interno e externo de Sardes. Porém, havia o remanescente fiel, que não permite que o todo se deteriore, graças a Deus (vs. 2, 4,5). Sê fiel!   Rev. Mario

 

Rev. Mario