SALVE, CRISTO!

BOLETIM DOMINICAL – 28 DE OUTUBRO 2012

SALVE, CRISTO! João 8:32-36

Com o término da novela Avenida Brasil, dando uma verdadeira demonstração de engano, manipulação e poder à medida que literalmente, pára o País, como num Toque de Recolher  ou Recolher Obrigatório, usado por Hitler contra os Judeus em (1933/1945); de ensinar os métodos de crueldades (apologia à violência e ao crime) com a personagem Carminha, interpretada por Adriana Esteves, elevando-a ao altar da história da televisão e por último, o descaso com a Instituição religiosa, a fé e aos objetos de culto exposto  ao ridículo entre corrupção, extorsão e traição; como fui testemunha ocular desta negra história da ficção, sinto-me no devido direito à crítica, e aplaudir as cenas de perdão.  Na toada, desta frívola diversão, no horário nobre da televisão, surge o “Salve, Jorge!”.  Segundo a tradição, ou ainda, um Documento Apócrifo (Decreto Gelasiano Séc.VI), “São Jorge”,  foi um Padre-Soldado romano, nos dias do Imp. Diocleciano,  nascido em 275 d.C. na Capadócia – Turquia,  e que morrera aos 28 anos, tendo como sua atribuição, o combate com o dragão, que na Bíblia, é o Diabo, segundo  à Revelação. A ficção, está a serviço da  denúncia do cruel tráfico de pessoas, e servirá como promoção do “reavivamento”  à devoção do “São Jorge”, tão popular no Brasil e Padroeiro em outras nações como: Inglaterra, Geórgia, Lituânia, Catalunha, Portugal, Moscou, Corintians e os escoteiros. O “São Jorge”, no sincretismo religioso é devotado pelos católicos romanos, Igreja Ortodoxa, Comunhão Anglicana e a Umbanda (Oxossi e Ogum). A propósito, o lendário Jorge, era cristão e tinha como seu Salvador, a Jesus Cristo. A própria igreja de Roma dá testemunho sobre a fé de Jorge em Cristo: “O Imp. Diocleciano tinha planos de matar todos os cristãos e no dia marcado para o Senado confirmar o decreto, Jorge levantou-se no meio da reunião declarando que os romanos deviam  se converter a Cristo. Indagado por um cônsul sobre a origem dessa ousadia, Jorge respondeu-lhe que era por causa da Verdade. O cônsul, não satisfeito, quis saber: “O que é a Verdade?”. Jorge respondeu-lhe: “A Verdade é meu Senhor Jesus Cristo, a quem vós perseguis, e eu sou servo de meu Redentor Jesus Cristo e Nele confiando me pus no meio de vós para dar testemunho da Verdade.” Leia João 8:32-36, Rev. Mario Ramos