RELACIONAMENTO E INTEGRAÇÃO FAMILIAR

Nº  100  BOLETIM DOMINICAL- 21 DE MAIO DE  2017

RELACIONAMENTO E INTEGRAÇÃO FAMILIAR – Ef. 5:22 -6:4

Entendemos que o relacionamento e a integração familiar, mas  que nunca, hoje, depende de uma palavra mágica para alcançar o seu ideal e desenvolver suas funções. É a Perseverança, que  do grego “Ipomoner”,  tem a ver com a constância. Perseverar na comunhão, no amor, na ética e no serviço. Precisamos evidar esforços no combate à falsidade. Relacionamentos descartáveis e amizades virtuais não é coisa de cristão. Cremos que as famílias modernas, em sua maioria, carecem de curas assim como as igrejas. Tanto a família como a igreja estão precisando do bálsamo de Gileade, estão precisando de cura, enquanto instituição divina-humana. Continuamos a tratar nossos filhos do jeito que fomos tratados, isto é, andamos no descaminho da realidade presente. É tarefa muito delicada e dificil a educação dos filhos. E voce diria: “Sempre foi!” Vamos concordar que ficou bem pior. Os relacionamentos estão em crise e sofrendo profunda revisão. Vivemos numa sociedade enferma e refem do próprio homem com suas ações beligerantes. Aprendemos, atualmente, até por sobre vivência termos como: Homofobia, xenofobia e misogenia, todas de origem grega, para nos previnir de atitudes criminosas contra nós mesmos. A tecnologia chegou para ficar e direcionar vidas, e não temos como ficar de fora desta ciranda. Temos nossos filhos, netos e bisnetos vivendo nessa aldeia chamada internet. Os conflitos de geração se estabelecem na família, na igreja e na sociedade. Perdemos aquela virtude tão básica e fundamental, o “ouvir”. Precisamos ouvir de bom grado. Precisamos ter paciência e tempo para ouvir uns aos outros. Ouvir com calma, com atenção e com amor. O marido precisa saber ouvir a esposa. A esposa precisa saber ouvir o seu marido. Os filhos saberem ouvir os pais, os pais aos filhos. Disse Platão: “Numa discussão, quem fala mais alto, tem menos razão. As grandes verdades podem ser ditas em voz baixa. A força é do argumento e não da voz”. Vamos assumir: Se a família está se desintegrando, a responsabilidade é de todos. Basta de querer culpar a uma só pessoa. Precisamos dividir as responsabilidades e os privilégios, dentro de casa.   Rev. Mario Ramos