PROCLAMANDO O EVANGELHO BÍBLICO

BOLETIM DOMINICAL- 01 DE SETEMBRO DE 2013

PROCLAMANDO O EVANGELHO BÍBLICO – Isaías 6: 1-10

Isaías é frequentemente chamado “o profeta evangélico” por falar muito sobre a obra redentora do Messias. Isaías nasceu de família influente da classe alta. Ele teve contato com a realeza em seu ministério nos anos 740/680 a.C. (Uzias, Jotão, Acaz e Ezequias) reis de Judá (Is.1:1). O seu chamado, ocorreu dentro de uma visão multifacetária, em que o protagonista da cena, Deus, é retratado como um Rei presidindo o Seu conselho de missões mundiais e no palco como coadjuvante, o próprio Isaías, o qual, personifica a todos nós. A proclamação do Evangelho constitui-se privilégio e cerca-se de inegável responsabilidade de natureza inadiável e intransferível. O fundamento deve ser o teor bíblico e não as experiências pessoais por boas que sejam. A pregação do Evangelho não se resultado de invenções humanas, interpretações subjetivas, manipulações. É um testemunho vivo da Palavra de Deus e dos Deus da Palavra. O texto básico revela que: 1) A Proclamação Bíblica Gera Autoridade Em Seu Conteúdo: Na valiosa tarefa de evangelização todo cristão precisa do endosso da Palavra para que a mensagem tenha autoridade. A ordem divina é irrefutável: “prega a Palavra” (II Tm. 4:2). “Fiel é a Palavra e digna de toda a aceitação” (I Tm. 4:9). A autoridade da Palavra de Deus reside no fato de que “…nenhuma profecia da Escritura provém de particular elucidação…homens santos falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo (II Pe. 1:20-21); 2) A Proclamação Bíblica Põe Em Evidência a Verdade Divina: Fomos testemunhas oculares “…vi o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono,…”(Is.6:1). A Palavra de Deus encerra toda a verdade Divina. Quando se prega a Palavra prega-se sobre o amor e o juízo de Deus, o perdão e a condenação, a salvação e a rejeição, o céu e o inferno; 3) A Proclamação Bíblica Atinge Plenamente Os Propósitos Divinos: “Assim será a palavra que sair da minha boca; Não voltará para mim vazia, mas fará o que me apraz…(Is. 55:11). O proclamador tem a certeza da ação soberana de Deus, conscientizando no tempo e no espaço a salvação dos eleitos, preordenada nos decretos divinos eternos. O homem coopera e Deus Opera! Rev. Mario Ramos