PROCLAMANDO O EVANGELHO BÍBLICO

Nº  113  BOLETIM DOMINICAL- 20 DE AGOSTO DE 2017

PROCLAMANDO O EVANGELHO BÍBLICO – II Pe. 1: 16-21

Nossa IPB, no dia 12/08, comemorou com justiça, 158 anos de anúncio do Evangelho em nossa Pátria. Vamos comemorar no mundo, 500 anos, de presbiterianismo no dia 31/10. Como Presbiterianos, a Reforma Religiosa do Séc. XVI, nos conduziu de retorno à Igreja de Jesus e dos Apóstolos. Se Tertuliano, se ressentiu com a impiedade da igreja – inconformado com o mundanismo na igreja; Basílio de Cesaréia nos deu a lição da responsabilidade social; Ambrósio de Milão, governador e Bispo, revelou ardor ao crescimento espiritual; São Jerônimo, amor à Palavra de Deus; João Crisóstomo, a disciplina espiritual; Santo Agostinho, Bispo de Hipona, o conceito de Igreja Universal – a igreja  invisível; este por sua vez, influenciou  Lutero e Calvino, os quais, fizeram da Reforma o triunfo da doutrina  agostiniana da Graça sobre a sua doutrina da igreja. Estamos diante do legado recebido pelos nossos ancestrais e heróis da fé. Devemos temer e tremer ao aproximarmos do púlpito. Quando pregamos e falamos de Cristo. A proclamação do Evangelho constitui-se privilégio e cerca-se de inegável responsabilidade. O anúncio do Evangelho genuíno não se prende a uma mera abordagem psicológica, filosófica ou sociológica. É a proclamação contundente do Logos de Deus, Cristo, as Boas Novas, para a redenção do homem. Aprendemos acerca da proclamação: 1) A Proclamação Bíblica Gera Autoridade em Seu Conteúdo – Na valiosa tarefa de evangelização todo o cristão precisa do endosso da Palavra para que a mensagem tenha autoridade. A ordem Divina é irrefutável: “prega a Palavra”… (II Tm. 4:2 e I Tm. 4:9); 2) A Proclamação Bíblica Põe Em Evidência a Verdade Divina – A Palavra de Deus encerra toda a verdade divina. Quando se prega a Palavra prega-se o amor e o juízo de Deus; o perdão e a condenação; a salvação e a rejeição; o céu e o inferno; a bondade e a justiça de Deus ( II Pe. 2: 1-9); 3) A Proclamação Bíblica Atinge Plenamente os Propósitos Divinos – Assim será a palavra que sair da minha boca; não voltará para mim vazia,… (Is.55:11). O proclamador tem a certeza da ação soberana de Deus, concretizando no tempo a salvação dos eleitos. A evangelização é missão do homem; salvação é obra exclusiva de Deus, através da ação do Deus Espírito Santo. Sermão é, quando o Cristo das Escrituras, Salvador redivivo é anunciado. Sermão, não é discurso religioso. Rev. Mario