O SANTUÁRIO E AS DUAS TESTEMUNHAS/ II

Nº 202 –  BOLETIM DOMINICAL – 07 DE JULHO DE 2019

O SANTUÁRIO E AS DUAS TESTEMUNHAS/ II  – Ap. 11:1-14

O Brasil nesses últimos cinco anos tem convivido perplexo com a revelação da tão antiga, sabida e sofrida corrupção estrutural e institucional. Foi estabelecida a plataforma seletiva do denuncismo e aberta a fábrica da delação premiada como expedientes válidos para alcançar os corruptos e corruptores envolvidos. Haja delatores! Haja testemunhas! Temos uma miríades de suspeitos, na sua maioria, em busca de “premiação”. O vale tudo das execrações! O salmista Davi em seus Salmos de Imprecações (58 e 82) já clamava ao Deus do céu contra a parcialidade dos juízes. Davi pede a Deus que estenda o Seu justo juízo sobre a terra (Sl. 82:8). Eis o juízo e o veredito divino anunciado por boca de suas duas testemunhas na visão de João. As quais profetizam durante a Grande Tribulação. Esta é a 2ª das duas visões entre a Sexta e a Sétima Trombeta. Vimos na Pastoral anterior a medição do santuário, o altar e os que nele adoram,e quanto ao tempo, da ocorrência que vem do profeta Daniel Caps 9 – 12:1-13). A ordem da medição deixa de fora , os gentios – ou seja, a Igreja de Jesus. O tempo aqui determinado é de três semanas e meia – a metade da útlima semana de Daniel, em que o Anti-Cristo, estará reinando e exigindo a adoração aos Judeus e de todos os habitantes da terra (Dn. 9:24-27;12:1-13; 2 Ts.2:1-12). Será o tempo de se levantar a aboninação de desolação (Mt.24:15). A voz dos mártires e seu testemunho diante do Anti-Cristo, nesse período, será de total hostilidade, perseguição e morte. (Ap. 11:2,3,7). Os dois profetas assumem a mais melidrosa missão jamais dada aos homens, a de “profetizar” durante o reinado do Anti-Cristo. As figuras de Elias e Moisés, esculpidas no (v.6), decifradamente, apontam para o passado histórico de feitos poderosos (Êx. 7:20;8:1; 1 Re. 17:1; 18:41-45). As duas testemunhas são comparadas às duas oliveiras e aos dois cadeeiros que estão diante de Deus e são por Ele protegidas (vs.4,5; Zac. 4). Elas simbolizam e tipificam a lei (Moisés) e os profetas (Elias). O prognóstico da morte das duas testemunhas das coisas que irão acontecer (vs 3-14), sumarizam o conteúdo judicante do livro. “…a Besta os matará.”(v.7) Todos os servos de Deus, são imortais antes de completarem a carreira que lhes fora marcada por Deus. A pregação será uma mensagem de fogo contra o vil pecado e a rebeldia conclamando os habitantes da terra ao arrependimento. A mensagem é específica contra o Anti-Cristo, o qual, matará fisicamente, as testemunhas.  As duas testemunhas vivas, em plena vista de seus iminigos, foram arrebatabas aos céus (vs.11:8,9,12). A ressurreição das duas testemunhas, o arrependimento e a conversão dos Judeus revelam que o Eterno Deus está no controle (vs.11-15). ´”É passado o segundo ai,…” Os três “ais” são as trombetas, 5ª,  6ª e 7ª. “Eis que cedo vem o terceito”. (11:15-19). Ao soar da 7ª Trombeta o Reino passará a seu Cristo. A dialética do agora “sim” e ainda “não”, diz que Cristo reina hoje e reinará para sempre.  Rv. Mario

 

 

. Rev. Mario