O FRUTO DO ESPÍRITO SANTO

– Nº 145 –  PASTORAL – 29 DE ABRIL DE 2018.

O FRUTO DO ESPÍRITO SANTO – Gal. 5:16-26

Estamos no Outono, época da colheita saudável dos frutos. No plano espiritual, devemos mostrar e demonstrar o Fruto do Espírito Santo, qual seja, a essência do Pentecostes. Este fruto no “singular”, por se tratar de sinônimo de “ o resultado do Espírito Santo no coração do cristão. Assim evidencia nove sabores ou expressões de um mesmo fruto: Amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio (vs. 22-23).  Em decorrência deste fato as Escrituras dizem, sermos “o templo do Espírito Santo”. Este fruto nós não “colhemos”, e sim, manifestamos. Pois é o Espírito Santo quem realiza em nós tanto o querer como o realizar, segundo a vontade do Pai. E isto não anula o nosso livre arbítrio racional, pois o espiritual, perdemos com a queda do pecado. Temos nesta lição serias advertências: 1) Quem anda no Espírito, não cede à carne: A concupisciência da carne, é oposta ao fruto do Espírito. A carne milita contra o Espírito e o Espírito contra a carne. É preciso nos esforçarmos a andar em Espírito; 2) O que significa “ ser guiado pelo Espírito Santo?” Todo aquele regenerado pelo Espírito Santo, nascido de novo e selado com o Espírito Santo da promessa, até o dia da nossa Redenção escatológica – final, na eternidade com a volta de Cristo ou ainda, com a nossa partida desta vida, no chamado à glória; 3) As obras da carne e o fruto do Espírito Santo em nós: Lamentavelmente as obras da carne são conhecidas, não só no mundo, mas também na vida dos crentes carnais e daqueles crentes eloquentes, estereótipos, hipócritas, insolentes, legalistas e amantes da injustiça nas sendas da  moral e social. Prostituição, impureza, lascívia, idolatria,feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções, invejas, bebedices e glotonarias. Declara o Apóstolo Paulo: “ Não herdarão o céu os que tais coisas preticam”. As obras da carne, adoece as pessoas, sufoca e mata as amizades e contamina o meio ambiente, seja na familia, na igreja, no trabalho e na sociedade. Prometemos a Deus e a nós mesmos que não nos deixaremos ser possuídos de “glória vã” ou de “vanglória”, provocando uns aos outros e tendo inveja uns dos outros”. Rev. Mario