O BURACO NEGRO DA HISTÓRIA

Nº 199 –  BOLETIM DOMINICAL – 16 DE JUNHO DE 2019

O BURACO NEGRO DA HISTÓRIA – Ap. 9:13-21

 Em tempos de mentiras universais, falar a verdade é ser revolucionário. O nosso Brasil é vitima de uma tremenda mentira. A nossa Sociedade estar adormecida pela lassidão numa necrópole. O que hoje a caracteriza é a misantropia (ódio). Foi esgarçado o tecido socioreligioso,  polítco e econômico. (Lc.1:79). Nossas Instituições, incluindo a igreja brasileira, revelam-se afeições lúgubres.Seja na sua forma ou no conteúdo, seu aspecto é medonho, pavoroso e sinistro (Sl. 74:20-22). É tempo de arreprendimento! (Ap. 2:21-24). O castido existe. A justiça divina não falha.  O pecado seja ele original, social e ou, Comunitário, não confessado, não abandonado e, portanto, não perdoado é levado a juizo e será punido. Seja qual o for o transgressor. Seja qual for o pecado. Essa punição nem sempre ocorre aqui e agora. Mas certamente, acontecerá naquele momento chamado temporal ou do juizo final. Este é o proclame da águia voando pelo meio do céu e o seu canto  agoureiro (Ap. 8:13). A expressão “Buraco Negro da História”, ou apocalíptico, é uma figura que substitui outra figura, usado por João o vidente. Lá se diz que a besta e o falso profeta “foram lançados vivos dentro do lago de fogo que arde com enxofre” (Ap. 19:20). Seja a primeira morte (física), ou a segunda morte (espiritual-eterna) são imbricações da justiça divina (Jo.5:27-29; Mt. 25:31-46; Ap. 20: 10-15). Ao tocar a sexta trombeta aumenta o terror apocalíptico na terra e sobre a criação. Assim serão exterminados 2/3 da raça humana: “ pelo fogo, pela fumaça e pelo enxofre” (Ap. 9:18). As imagens são fortes e dramáticas o quanto exige-se a força do pecado. Portanto, “é tempo de arrpendimento”, ainda que a cena mostre corações empedernidos, insensíveis e sem condições de responder. “Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações” (Sl. 46:1). Ao tocar o sexto anjo a sua trombeta, foram soltos os quatro anjos da destruição que estavam aprisionados junto ao Eufrates. Historicamente, região dos Assírios e dos Babilônios, inimigos terríveis de Israel e dos planos divinos. Estes anjos da destruição tinham hora, dia, mês e ano marcado para atacar (v.15). A cavalaria nobrenatural é de 200 bilhões em símbolo, pode ser, ser humanos ou demônios. (vs.7,16). Agiram, dentro do tempo e dos limites permitidos por Deus. O Deus Eterno permenece o Seu Trono! Mas, os homens que não foram mortos naqueles flagelos, “não se arrependeram” das suas obras más, do seu culto aos demônios, e aos seus ídolos de ouro, de prata, de cobre, de pedra, e de pau que não podem ver, nem ouvir e nem falar (v.20). Outras coisas não arrependidas: Assassínios, feitiçarias, prostituição, furtos, corrupção etc. (v.21). A verdade está doente, mas não morre. Nos bastidores do “Tratado de paz”, da justiça, da política, da economia, dos direitos e garantias fundamentais, as CPIs, as investigações, as Operações do combate ao crime, tudo; no buraco negro da História. Rev. Mario

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