O BATISMO DO ESPÍRITO SANTO E SUA PLENITUDE

Nº 141 – PASTORAL – 01 DE ABRIL DE 2018.
O BATISMO DO ESPÍRITO SANTO E SUA PLENITUDE – At. 2:1-8

Cremos e ensinamos que todo crente, nascido de novo, regenerado, é batizado com o Espírito Santo no ato da conversão. As expressões: “do”, “no”, “com”, e “pelo” são todas equivalentes e referem-se ao mesmo fenômeno do batismo com o Espírito Santo e com fogo. Esta é a natureza do batismo de Jesus aos eleitos de Deus. O batismo de João Batista, pelo contrário, era com a água para o arrependimento. A água lava, o fogo purifica. O batismo com o Espírito Santo e com fogo é superior e portanto, uma súmula vinculante a promessa feita a Abraão e aos seus descendentes na Aliança Eterna consumada em Jesus Cristo – o Cordeiro Pascal. Eis a base do cumprimento da Promessa e do batismo do cristão (Mal. 3:3 e Mat. 3:9-12). A Igreja nasce dessa promessa e se cumpre em Atos 2: 1-8, as linguas como de fogo que pousaram uma sobre cada um deles e que “ todos ficaram cheios do Espírito Santo, e passaram a falar em outras linguas” – quais? no grego: “Lalein éterais glossais” e eram linguas estrangeiras, maternas das nações ali representadas, linguas conhecidas dos outros, conferir (vss. 6,8 e 11). Nada, nada de linguas estranhas! Este fenômeno jamais fez, faz ou fará parte da história da Igreja apostólica. O Fato é que o batismo do Espírito Santo e a busca da plenitude aparecem interligados em Atos 2: “Todos ficaram cheios do Espírito Santo.” Somos batizados em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. É possível o fenômeno acontecer ao batizando, antes da água, no momento ou até depois do batismo com a água. Ninguém pode estabelecer padrões fixos para a ação do Espírito Santo, Ele é Deus, é Soberando: age quando quer, onde quer, e como quer. Não faz sentido dizer que só é batizado com o Espírito Santo, quam profetiza e fala em outras linguas. Se fosse, o Evangelho jamais omitiria tais evidências. Vejamos o exemplo: Jesus, Paulo, o carcereiro, Lídia, Áquila, Priscila, e Timóteo. Em nenhum desses fala em fenônemos exteriores. Contudo, acreditamos na contemporaneidade dos DONS a serviço de Cristo e de Sua Igreja. A busca da plenitudede de vida disponivel à ação do Espírito Santo deve ser um exercício constante na vida do crente. Rev. Mario