O ADVENTO DE CRISTO

Nº 217 –  BOLETIM DOMINICAL – 27 DE OUTUBRO DE 2019

O ADVENTO DE CRISTO – Ap. 19:11-21

O Cristianismo do pós Reforma do Séc. XVI, se sustentou genuíno apenas por 150 anos. Os fatores históricos que corroeram o tecido genuíno são vários. A realidade cristã exigi-se, hoje, a Reforma da Reforma Religiosa. Um pequeno exemplo desta triste realidade está evidenciado na frase: “Em nome de Jesus!” Não pode ser uma exclamação descuidada ou leviana. Este nome é muito sério e traz sérias consequencias. Por favor, leia o texto acima e entenda. Os bordões dentro da Igreja evangélica já somam centenas: “Em nome de Jesus!”, “Só Jesus na causa!”, “Queima ele, Jesus!”. E nada acontece…È como se fosse um Clichê. Uma frase feita e de efeito. Paremos por aqui, para não nausear. O Apocalípse descreve um dos momentos sublimes e dramáticos, onde Cristo, o Messias, é demonstrado como conquistador e triunfante. O Senhor Jesus é visto e descrito como um Rei vitorioso, que castiga e aniquila a seus inimigos. Um Messias guerreiro, vitorioso, “vencendo para vencer”, montado num cavalo branco bem diferente daquele da abertura do Primeiro Selo (Ap 6:1-2). Este Cavaleiro é chamado “fiel e verdadeiro”. Ele julga e peleja com justiça, Fiel e dígno de fé e de confiança. Jesus Cristo é fiel e verdadeiro, que se contrapõe ao que é falso. Jesus Cristo é mais do que veraz. Ele é genuino. Ele é autêntico. Ele é real. “Ele é o caminho, a verdade e a vida”. Ele julga com justiça. Seus olhos, como chama de fogo – simbolizam seu poder consumidor, sua justiça e sua força. Agora, vejamos a frase enigmática (v. 2), “Tem um nome escrito que ninguém conhece senão ele mesmo”. Que nome é este? É um nome sublime, eterno, maravilhoso e muito poderoso. Este nome é KÚRIOS, que significa “Senhor”. Em (Fil. 2:9-11) fala deste nome. Seria o nome inefável, o nome YHVH, que ninguém sabe pronunciar corretamente. Uns falam JEOVÁ, outros, JAVÉ, e outros YAHVEH, mas ninguém tem certeza. Agora, pense nisto! Este nome novo só quem o recebe sabe que tem (Ap. 2:17). Talvez seja um nome que só será conhecido, perfeitamente, quando da união última e final entre Cristo e Sua Igreja – com as bodas do Cordeiro, na Vinda de Cristo como Rei dos Reis e Senhor dos senhores (Ap. 19:11-16), Equivale o “céu aberto”, para os habitantes da terra presenciarem a cavalaria celestial sair para a última conquista da terra – a batalha do Armagedom. Esta batalha não é de nação contra nação e sim, a luta direta com o Fiel e Verdadeiro que julga a peleja com justiça. Esta vitória tem como seu fundamento o sangue de Cristo  derramado na cruz; bemo como, pelo poder da Palavra de Cristo (19:15). Este poderoso nome se impõe ante seus adversários desde Seu ministério, ontem, hoje e eternamente. “E vi a besta, e os reis da terra…reunidos, para fazerem guerra contra àquele que estava assentado sobre o cavalo branco e o seu exército (19:19). Uma campanha louca empreendida por seres humanos. Cristo os destruirá com a espada de sua boca.   Rev. Mario

 

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