NOVO CÉU, NOVA TERRA E A NOVA JERUSALÉM

BOLETIM DOMINICAL – 04 DE DEZEMBRO 2011

NOVO CÉU, NOVA TERRA E A NOVA JERUSALÉM – Ap. 21:1-27

Nesta última visão vêem-se todas as coisas feitas novas. É a aurora do grande e eterno “DIA” do Senhor. Vejamos o próprio enunciado da profecia: “E aquele que está assentado no trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E acrescentou: Escreve, porque estas palavras são fiéis e verdadeiras” (v.5). No tempo deste cumprimento, o Cristo Vitorioso, terá destroçado o Anticristo, a Besta e o Falso Profeta, e finalmente, destruído a Satanás por inteiro, os quais serão encerrados no lago de fogo enxofre (Ap.20:7-10). Haverá então doce e eterna paz porque o príncipe da paz, Cristo, reinará pelos séculos dos séculos. TODAS AS COISAS NOVAS (v.1-8). Haverá um “novo céu e uma nova terra”, o que já existe será feitos novos. Assim como no caso do pecador que é feito uma nova criatura. João viu somente em visão ligeira a glória da nova terra num estado transformado. Não haverá mais a morte (v.4), este inimigo do homem será o último a ser destruído (I Cor. 15:26). Não haverá mais cemitérios na nova terra. Não haverá mais pranto (v.4) o homem entra nesta vida com choro e sai dela com gemidos. Não haverá mais dor (v.4) Como diz a poeta Rachel de Queiróz: “ Doer doe sempre, porque a vida inteira é só doer”. Não haverá mais covardes, tímidos e incrédulos. A terra será purificada de todos os enganadores, dissimulados, mentirosos (v.8). A NOVA JERUSALEM– João viu uma cena que simboliza o estado vitorioso dos fiéis e a bênção de Deus. Os contrastes também continuam. Babilônia foi uma cidade terrestre que caiu. A Nova Jerusalém é uma cidade celestial que nunca será destruída. A Babilônia é a mãe das meretrizes, vestida em roupas que representam a sua impureza e carnalidade; a Nova Jerusalém é uma noiva, vestida de roupas que representam a sua pureza e espiritualidade. A GLÓRIA DE DEUS NA NOVA JERUSALÉM (V.11). Não haverá templos (v.22). Haverá a glória de Deus. Aquela glória que Fez o rosto de Moisés brilhar, o rosto de Cristo “resplandecer como o sol”, e essa luz, a da glória de Deus cegou a Saulo de Tarso. UMA CIDADE PERFEITA – (vs. 16-17). É necessário tomar por relevância o significado e não as medidas da cidade, no que tange o número 12, que é o número do povo de Deus. As Doze tribos de Israel e os Doze Apóstolos de Cristo. Este quadrado perfeito tem o sentido do Santuário do Antigo Testamento (I Re. 6:20 e Ez. 48:16,17). “As nações andarão à sua luz” (v.24). A Nova Jerusalém iluminará os olhos e a alma dos povos da terra com a justiça e a verdade. Rev. Mário Ramos