NÃO TEMAS, QUE EU TE AJUDO

Nº 238 –  BOLETIM DOMINICAL – 19 DE ABRIL DE 2020

“ NÃO TEMAS, QUE EU TE AJUDO ” –  Isaías 41: 1 a 13

Um Mundo que se abraça é o ideal à superação das crises! A Covid 19, veio estabelecer na civilização moderna, a separação, a distância e o isolamento. “Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou o teu Deus;” (Is. 41:10,13) Devemos extrair desta crise pelo menos cinco lições: 1)  O quanto o ser humano é frágil e dependente; 2) Não basta querer e poder; é preciso viver; 3) A dor coletiva gera solidariedade e colaboração; 4) A igreja Institucional e sua inoperância política-social; 5) As profecias de Jesus Cristo se cumprem (Lc. 21:5-17). Por favor, meu irmão (â) de fé, leia este texto profético! A profecia de Isaías traça o contraste entre o que confia nos ídolos (imagens e representações), e aquele que confia no Senhor Deus, entre os que pensa ser ajudado por “forças” estranhas e aquele que é ajudado pelo Deus Eterno. A fé em Cristo requer confiar somente no Senhor (vs. 10 e 13). Esta crise mundial lança o medo atróz sobre todos. A OMS e a OIT, apresentam-se como a única alternativa regência-global a sobrevivência. O medo é um dos gigantes da alma. Medo faz ver coisas, antevir desgraças e antegozar misérias. Desestabeliza as pessoas, cria insegurança de base e traz sérias consequencias à alma e ao corpo. A família inteira padece. É tempo de mais dependência de Deus, na compensação por Jesus Cristo (I Jo. 5:4,5). Precisamos aprender a lidar com os problemas da alma, do corpo, do trabalho e da empresa, com maturidade. Disse Goethe: “Sou humano, e nada do que é humano me aterra”. Bênçãos e maldições não são caprichos da divindade com os seres humanos. Tem sido sim, artificio cruel, de falsos profetas, picaretas midiáticos e “evangélicos-feiticeiros” aterrorizadores da alma sequiosa. Verdade é, que atrair maldições e o juízo de Deus, ou as bênçãos e o seu perdão, é algo que deve ser visto à luz do Pácto de Deus com a humanidade. Na Aliança firmada entre Deus e o Seu povo há compromissos recíprocos. Ainda hoje, quando se quer viver em pecado, idolatria, feitiçaria, opressão, exploração, incredulidade e perversidade etc., é preciso “eliminar” Deus, ou, a “crucificar a Cristo”, para Quem vira-se de costas. Esta ruptura cria condições para ser livre para pecar-morrer. É chamar sobre si, sua família e seus negócios o severo juizo de Deus. Em Deut. 28, bênção e maldição estão condicionadas à obediência ou desobediência à Palavra de Deus, a Lei de Deus, nos termos e exigências do Pácto da Aliança. Deus é amor! Deus é justiça! A fé cristã é uma fé-obediência. Quanto a religiosidade, seus ídolos e cultos a demônios, diz o Apóstolo Paulo: “Portanto, meus amados, fugi da idolatria” ( 1ª Cor.10:13-20). Em  sua relação de fé com o seu Deus, fuja da vida dupla de adoração: a Deus e a ídolos. ( Deut. 18:9-14; 2 Cor. 6:18) “ Retirai-vos” e “separai-vos”, do meio deles; e, “eu vos receberei,”. “Serei vosso Pai, e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-Poderoso (v.18). Ouça a Deus, a voz profética e tome posse da promessa: Eu te fortaleço; Eu te ajudo; Eu te sustento. Não temas! Confie!        Rev. Mario