KOINONIA – A COMUNHÃO CRISTÃ

Nº 116  BOLETIM DOMINICAL- 10 DE SETEMBRO DE 2017

KOINONIA – A COMUNHÃO CRISTÃ: I João 1:3-10

A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos vós.” (2ª Cor.13:13); “Creio…na comunhão dos santos.” A Palavra de Deus declara e o Credo Apostólico formula a mais doces e maravilhosas doutrina da fé cristã e de nossa amada Igreja Presbiteriana do Brasil – IPB:Koinonia, que quer dizer, comunhão. Para que se tenha a dimensão exata da vital importância da comunhão seja no sentido vertical ou horizontal, ela é exigida como condição do culto aceito diante de Deus, do princípio até a impetração da bênção Apostólica. Numa sociedade civil ou comercial existe participação; num partido político, fraternidade; mas para que haja comunhão é necessário um vínculo espiritual. A koinonia, é mais que fraternidade, companheirismo, participação, ou até mesmo, aquela união comunitária que promovemos na igreja. Claro, tudo isso é fundamental. A comunhão é dom de Deus e obra do Espírito Santo, em duas dimensões: Vertical, com a da Trindade; e horizontal, com os irmãos (I Jo. 1:3). A comunhão do Espírito Santo constatada entre os irmãos, pelo vínculo espiritual é obra de Deus (At. 4:32). Paulo, o maior dos teólogos, afirma que esta comunhão requer a separação dos ídolos e das trevas (1ª Cor.10:16). A comunhão importa na aceitação do irmão como ele é. Paulo, recomenda a Filemon, um rico proprietário, que estenda a comunhão ao escravo fugido, sem restrições. Nossa Bíblia traduz por companheiro, a de Jerusalém por amigo, mas no grego, é umas das formas de koinonia. O verdadeiro crente tem prazer em amar o amor amizade. Fazer o outro feliz é o que há de mais divino. A Igreja é mais do que um grupo social com um interesse comum e religioso. É mais do que a reunião do povo para a adoração. É mais do que uma comunidade de serviço. É uma criação divina estruturada pelo Espírito e seu poder vem da comunhão que sustenta os irmãos individualmente, liberta-os da solidão e capacita-os vigorosos, para testemunhar da salvação. O cumprimento de sua missão depende da comunhão do Espírito entre todos que a constituem. No espírito de 1ª João 1:3, cabe-nos manter com o pastor da igreja, os oficiais e com os irmãos comunhão, e que a nossa comunhão seja com o Pai e com o Filho, Jesus Cristo. A comunhão dos santos precisa ser evidenciada de forma visível. Que o diálogo, amor e sinceridade revelem a comunhão.  Rev. Mario Ramos