JOVEM: FÉ E CONSCIÊNCIA NO 3º  MILÊNIO

Nº 258 –  BOLETIM DOMINICAL – 13 / SETEMBRO / 2020

JOVEM: FÉ E CONSCIÊNCIA NO 3º  MILÊNIO –  Daniel.  1:8-16: I Jo. 2:14

Greta Thunbarg não está sozinha. Os Jovens  de todo o mundo tem se levantado para cobrar governos, empresas, e autoridades na construção de políticas energiticamente mais limpas e sustentáveis, entre elas: Hamagaí, Autumn Peeltier, Masti e Xiye Bastida. Passou o tempo de compreender e aceitar o impacto dos jovens na sociedade, os formadores de opinião entre os 18 a 26 anos e suas caracteristicas perante às diversas gerações.  O texto  fala-nos de quatro Jovens tementes a Deus na Babilônia. O reino apóstata de Judá, estava tão corrompido que a solução foi puní-los como cativos de Babilônia (605 a.C.). Lá estavam Daniel, Hananias, Misael, e Azarias. A despeito do colápso em Judá, eles guardaram puros o seu caminho, não se derreteram à influência nefasta de seus líderes, não se degeneraram espiritualmente e não abandonaram a lei de Javé. Antes, foram vítimas e sofreram a opressão dos cativos de Babilônia (Sl 137). Judá, um País, entorpecido de religiosidade falsa (Jr.14:7-15:1-9), uma religião política (Jr. Caps 16/17), de joelhos aos reinos pagão, idólatra, conservador e cruel. Jamais alguém deu ouvidos ao profeta Jeremias em todo seu ministério. Havia a prostituição espiritual, obscurantismo político e sincretismo religioso, tal como no Brasil, à influência neopentecostal nos poderes institucionais a partir do Planaldo Central, apesar do Estado Laico. O Munícipio do Rio é neopentecostal em  identidade, administração e corrupção.  Daniel e seus três amigos não estavam sozinhos, pois, o Senhor Deus era com eles. Eles guardavam suas vidas através da Palavra de Deus (Deut. 6:6-7). Não curvaram ao rei babilônico, aos seus deuses e aos falsos profetas. As muitas experiências vitoriosas falam desses jovens fervorosos e conscientes dos deveres. Os Caldeus conheceram o verdadeiro talento desses jovens (Dn.1:17). Eles foram educados na filosofia babilônica e aprenderam sobre o intectualismo dessa cultura e de sua religião (Dn.2:27-30). Outro exemplo é Moisés educado na ciência egípcia. (At.7:22). Deus os levantou naquela conjutura sócio-política-religiosa, para fazer toldar a justiça divina e restaurar um povo “santificado”. Após a segunda guerra mundial, o mundo viu uma explosão populacional. Daí surgiu a expressão “baby boom” – explosão de ciranças. Os filhos destes, geração nascida nos anos 60/70, conhecida como geração X, foi mais próspera em aquisição e cultura que seus pais. Chegamos a geração Y, que apesar não terem nascidos diante da internet-iPhone como  a geração Z, tiveram a oportunidade de acompanhar todo o desen- volvimento da mesma, o excesso de informação e a super conectividade. O conceito de Jovem-Z no  3º milênio, tem a ver com a produtividade. São jovens “fora da caixa”, do “F.5”, conectados,  atenados e avançados, longe do “alcance” de seus pais, em favor de si mesmo, da família, da sociedade e do mundo. A ideia é ambiente de trabalho  descontraído, home office, horários flexíveis, bonificação por desempenho, desafios, feedback, elogios. L. Brizola, sonhou com os jovens líderes, seja na política, na empresa e nas instituições.  São os jovens da geração Z. A nossa IPB foi fundada por um jovem de 26 anos. Em 1938, foi estruturado o trabalho de nossa Mocidade. O 1° Secretário foi  Benjaim Moraes. A CNMP (Nacional dos Jovens e sua Agenda (1944-1951) seria atual para hoje: Evangelização, problemas sociais: analfabetismo, as guerras, ação social, ecumenismo, política, recreações e problemas da igreja. Dessa cúpula de jovem, da CNMP, foi Richard Shaull, o ex-missionário presbiteriano na Colômbia. Ele foi escritor e conferencista. Pasmem, a Agenda acima levou ao confronto entre a CNMP e a cúpula da IPB/SC, até em Fevereiro de 1960. Veio a extinção da CNMP  através de um “coup d” Eglise”, (golpe na Igreja). Confiemos na Força, inteligência e fé dos jovens!  Rev. Mario