JESUS E O SEU CASAMENTO

BOLETIM DOMINICAL – 30 DE SETEMBRO 2012

JESUS E O SEU CASAMENTO  – João 1: 1-14

Recentemente, passou a circular na multimídia, uma noticia de que Jesus Cristo teria se casado. “Uma inscrição antiga feita em papiro pode sinalizar que Jesus Cristo tinha uma esposa. Porém, a relevância desta noticia, mexeu com o Vaticano, que após analisar o Papiro (documento), assim se posicionou afrimando ser falso. Deixando de lado a intenção ardilosa, podemos considerar o real casamento de Jesus com os seus eleitos. Esta consideração analógica é evidente, sobre os aspectos bíblico, teológico e espiritual. Em especial, o livro de Cantares, composto dos melhores poemas retrata, o casamento entre Deus e  o Seu povo Israel, entre Jesus e Sua igreja e por fim, entre o Salvador e o pecador. Já sobre o ponto de vista teológico, seja no Antigo ou no Novo Testamentos, a mensagem capital é que o Messias Prometido,  nascido de uma virgem, viria a este mundo à seu tempo, para tabernacular, morar ou residir com o seu povo eleito. A teologia Joanina, expressa em sua simplicidade o fato nesses termos. “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória…” (Jo.1:1,14). “O Verbo se fez carne”- Jesus Cristo era único desde a eternidade e, apesar disso, associou-se à humanidade pecaminosa, sendo o Cristo imaculado, tornando-Se o Salvador adequado. É dentro dessa relação de Único Salvador Pessoal do pecador, por meio de Seu amor leal, sacrifício e governo, que se estabelece figurativamente, as características de um  real casamento (aliança) de Jesus com o Seu povo eleito. Quanto ao aspecto espiritual, este casamento se consolida na união do corpo e alma. Ele Jesus, se fez carne ou seja, assumiu a nossa natureza humana para que nós, participássemos também da natureza divina (Heb. 4:15-16; 9:14). Quanto a verdade ontológica (o ser) Jesus Era verdadeiramente Homem e verdadeiramente Deus. “Cristo, na obra da mediação, age de conformidade com as suas duas naturezas, fazendo cada natureza o que lhe é próprio;…”. Como homem, Jesus teve suas potencialidades plenas, contudo, a sua missão foi exclusivamente, a de Redentor e Salvador dos eleitos de Deus. É o que importa aos filhos da aliança. Rev. Mario Ramos