IGREJA E PANDEMIA: DESAFIO MÚTUO

Nº 253 –  BOLETIM DOMINICAL 02 DE AGOSTO DE 2020

IGREJA E PANDEMIA: DESAFIO MÚTUO – Lc. 21:1-28; Mt.24:4-14

Estendemos nossas condolências as mais de 90.300 famílias enlutadas e mais 2.566,000 diagnósticos de Covid. A História é bíblica. Deus é o Ator e o Autor da História. Não existe vencidos e nem vencedores da Covid-19. Deus criou, governa, sustenta e espera que a Sua criação O louve, adore e glorifique.O nosso Deus é Deus vivo, santo e verdadeiro. Ele se importa com voce. Ele não  criou voce  para sofrer. Voce tem direito de viver e de ser feliz ou pelo menos, tem direito de buscar a felicidade. ”exultai e erguei as vossas cabeças; porque a vossa redenção se aproxima.” (Lc.21:28b). A Igreja de Cristo é a Comunidade Terapêutica. Um lugar de perdão,de reconciliação e de amor. Um lar de fé, de paz e de esperança. Vitórias e derrotas nos habitam! É um “hospital, um pronto socorro” espiritual sim para pecadores. As ciências humanas refletem sobre a sociedade pós-pandemia. A história e a própria experiência humana nos contam sobre as pandemias que o mundo já enfrentou. O que não nos contam é como será daqui para frente após a Covid. Cremos na relevância do Evangelho para o mundo pós-cristão e pós pandemia. Nossos reformadores conheceram a Peste Negra 1346/1671; a IPB nasceu em meio a Febre Amarela (1849); e, passamos bem pela Gripe Espanhola (1918). O 2º Congresso de Lausanne (1989) tambem manifestava preocupação quanto à defesa do Evangelho, desacreditado na sociedade secularizada. Em 1993 realizou na Suécia, a Consulta de Lausanne sobre a Fé e  Modernidade, à pauta  secularização. Entedemos que o 3º milênio estar começando agora com a Covid-19. Qual será a postura da Igreja do pós-pandemia? Qual tem sido a postura da igreja ante as filosofias  do presente? Paulo em (Cl. 2:8-17), questiona ao traçar a grandeza de Cristo e as práticas religiosas falsas. A teologia estar para a providência divina, assim como, a ciência para as probabilidades. Cremos que em breve voltaremos ao normal. Mas, qual normal? Sabemos que:”Jesus Cristo ontem e hoje é o mesmo”.“ (Hb.13:8). A Igreja está assentada na História da criação a redenção e superou todos os seus estágios com destinação até a “consumação”. (Mat. 28:18-20). Nem mesmo no período de 400 anos, de tétrico silêncio profético e cerimonial, do tríplice fundamento judaico: Lei Moral, Civil e Cerimonial, do Antigo Pacto, extremecido por guerras, entre Macabeus e os quatro generais de Alexandre, o Grande, e do império romano 63 a.C/636 d.C, pôs fim, os planos de Deus e de Sua Igreja. O Evangelho não muda, mas os métodos sim. É preciso investir em mídias! Não queremos crescer a qualquer preço. É preciso ter ética nos métodos de evangelização.Os métodos devem ser priorizados em função do perfil da igreja e do ministério. A Igreja não pode sacrificar a sua identidade ou descacterizá-la. Portanto, não vale qualquer método. Para nós presbiterianos  os fins não justificam os meios. A igreja no pós-pandemia, terá como desafio o manter às “portas abertas” – responsabilidade social. Tempo de desemprego, fome e miséria.  A missão precisa ser integral; pregar, ensinar e curar. Rev. Mario