FAMÍLIA EM TEMPOS MODERNOS

Nº  101  BOLETIM DOMINICAL- 28 DE MAIO DE  2017

FAMÍLIA EM TEMPOS MODERNOS – Lc. 12:22-34

“Em Junho de 1928, Benjamim e eu viajávamos em um vagão de primeira classe da Estrada de Ferro Leopoldina com destino a Campos, onde, sem residência fixa e temporariamente, realizaríamos o trabalho de Deus por determinação do Presbitério Leste Fluminense. Não falávamos, apenas olhávamos os canaviais  que corriam na lá fora. Era uma paisagem inteiramente nova para nós. Nossos pensamentos oscilavam entre um passado próximo e um futuro não muito distante.” – Do Livro: Nem Sempre Será, pág. 72, (Elvira Magalhães César). “Hoje, constatava Dietrich Bonhoeffer em 1944, nossa existência intelectual e espiritual está mutilada”. De lá para cá, quantas mudanças? Quais são os fatores determinantes de tais mudanças? Quais tem sido as consequências disto na igreja? Que tipo de sociedade está sendo criada? O sociólogo François de Singly – família contemporânea diz: “Esses acontecimentos tanto indicaram a compreensão de que se delineara o enfraquecimento da família, quanto sugeriram a análise do surgimento de novos modelos familiares, caracterizados, por sua vez, pelas mudanças nas relações entre os sexos e as gerações, tais como: controle mais intenso da natalidade, autonomia relativa da sexualidade referente à esfera conjugal, inserção massiva da mulher no mercado de trabalho, questionamento da autoridade paternal, atenção ao desenvolvimento das necessidades infantis e dos idosos, entre outras.” Até onde vai a responsabilidade do homem e da mulher como indivíduo? E com a família? É preciso compreender e considerar os limites dentro da relação marital. É fundamental a participação de ambos nas coisas comum. É necessário o compartilhar as decisões em todas as áreas do setor familiar e  principalmente, conjugar o mesmo verbo quando se trata do governo seguro sobre os filhos. É imprescindível ao casal, comungar a mesma fé e está juntos na mesma igreja, servindo a Deus. Ao casal, é conveniente construir um projeto de vida. Ao casal, é oportuno planejar férias. Fazer suas economias. Otimizar recursos. Respeitar sempre as diferenças  e a elas evidar esforços à adaptação. É imperativo o amor de abnegação aliado ao espírito de agregação. “Se o Senhor não edificar a casa em vão trabalham os que a edificam”. Qual será a sua atitude diante da necessidade de construir o seu doce lar?    Rev. Mario