ESMIRNA: A IGREJA PERSEGUIDA

Nº 185  BOLETIM DOMINICAL- 10  DE MARÇO DE 2019

ESMIRNA: A IGREJA PERSEGUIDA – Apoc. 2:8-11

Nem toda a perseguição é injusta, existe aquela necessária em nome do bem comum social. Quem não deve, não teme!. Existe, porém, a perseguição injusta. O Senhor Jesus é um modelo desta perseguição injusta. No contexto das bem-aventuranças está a perseguição aos profetas bem como aos discípulos e a Igreja de Jesus (Mat. 5:12). A palavra de ordem a sua Igreja é: “…sê fiel até a morte, e dar-te-ei a coroa da vida” (vs.10c). A 2ª  mensagem, a mais resumida das 7 Igrejas, foi dirigida a Esmirna, cidade opulenta, próspera e dissoluta. É a única das 7 Cidades/Igrejas, de pé até hoje. Uma cidade moderna e próspera, vizinha a Turquia. Ser fiel vale a pena. Deus é fiel! Esmirna era o centro do ministério e o lugar do martírio de Policarpo, que fora separado para o presbiterato pelo Apóstolo João. Quem fala é aquele que “é, de eternidade a eternidade” (Sl. 90:2); Aquele que é o mesmo ontem, e hoje, e eternamente” (Heb. 13:8). O único que detem o poder das “chaves” símbolo do poder, domínio e autoridade, inclusive a “ chave da morte e do inferno” (Apoc. 1:18). O Senhor Jesus ainda hoje conforta a Igreja perseguida com o seu próprio testemunho ao nos dizer: “ aquele que foi morto e reviveu pelos séculos dos séculos” (Apoc. 1:18). Eu sei as tuas obras e tribulações (vs. 9). Sabe sim de todas as tribulações que sofremos, mas é Ele que nos concede padecer por Ele (Fp. 1:29). Eu sei…a tua pobreza (mas tu ès rico). Jesus foi obre. Ele sabe quando nos falta o pão, o sustento da família. A pobreza é mais cruel num País rico e injusto na distribuição dos recurssos e nas desigualdades sociais. Este é um pecado capital de dimensão moral, ética e social. É visivel no Brasil este danoso pecado, principalmente, nos últimos dois anos, com milhares de milhares de pobres que voltaram a miséria, segundo dados oficiais no País e por órgãos internacionais. Esmirna contaria os padrões do mundo, dentro da economia divina: “era pobre, mas rica”, ao contrário da igreja em Laodiceia, “ rica, porém, infeliz, pobre, miseravel, cego e nu” (Apoc. 3:17). Como Jesus ver hoje os “cristãos ricos em tempos de fome”? (Livro de Ronald J. Sider). Jesus assegura a sua igreja: “Dar-te-ei a coroa da vida” (vs.10). Esta coroa é para aqueles que amam a Jesus (Tg.1:12). Não é na morte e sim, no Dia gloriosa da Volta de Cristo (2 Tm. 4:8). Os que tem ouvidos ouça e dê crédito, ouça a voz do Salvador (vs.11). Sejamos fieis. A coroa de glória é certa. Rev. Mario