ENVIA-ME A MIM

BOLETIM DOMINICAL- 24 DE FEVEREIRO DE 2013

ENVIA-ME A MIM  ( Isaías 6:1 a 13)

Deus, o Pai, é o nosso Missionário Pioneiro. Ele ENVIOU o seu Filho Jesus ao mundo (Jo.3:16). Neste contexto, ENVIA o profeta Isaías. O Senhor Jesus, ENVIA os seus discípulos. Nós cristãos, somos resultados diretos do chamado e do ENVIO. Deus nos concede o DOM. A Igreja nos oferece o ministério. A visão missionária e o ardor evangelístico são as duas evidências maiores de uma conversão genuína. Somente vidas transformadas têm autoridade necessária para serem veículos autênticos para transformar outras vidas. É correto afirmar: Ninguém pode dar aquilo que não possui. O texto fala sobre o chamado do profeta Isaías. Vemos que Isaías está no templo. Fica no templo. Dorme no templo. Espera pelo Senhor no templo. Ali, ele vê e ouve o Senhor a falar com ele. Ele conversa com Deus. Este exemplo do profeta renova em cada um de nós o  chamado e a visão quanto ao Reino de Deus. Era um tempo de crise. O rei Uzias havia morrido, o trono estava vazio na visão do povo, mas não na visão do profeta. A mesma Igreja que na visão de uns está sempre vazia; na visão de outros estará cheia. Para uns tudo está perdido. Para outros, Deus está no seu trono. Para esses Deus reina sobre tudo e sobre todos, Aleluía! A visão e o chamado são realidades complementares na vida do eleito de Deus. Isaías teve a visão de si e a visão do seu povo. Isaías teve a visão do Deus Eterno, o Rei de toda a terra e não somente de Israel. Na visão de si próprio, Isaías confronta com o seu pecado e com a santidade de Deus e se sente ameaçado. “Estou perdido!” Na visão do seu povo o profeta recebeu a sua missão: “Vai e dize a este povo…”. Povo de lábios impuros. Povo rebelde que precisa de arrependimento e de restauração. O chamado de Deus é uma santa convocação, dirigida a todos os moradores da terra e do céu: “A quem enviarei, quem há de ir por nós? Este é o drama do homem moderno. Deus fala, mas os homens não ouvem a sua voz. Muitos até ouvem, mas não respondem. Poucos bem-aventurados, respondem entusiasmados: “Eis-me aqui, envia-nos a nós”. Por vezes, é uma resposta emocional. Quando chega a vez de pagar o preço do chamado, de enfrentar os desafios da obediência, a coisa toma outro rumo. “Eis-me aqui, envia-me a mim…”. Cresce o número de crentes no Brasil de todas as idades, e em especial entre os jovens que respondem o apelo missionário e evangelistico, inclusive na seara do louvor. Estamos iniciando mais um ano ministerial onde todos nós fomos chamados para a missão. A igreja que não evangeliza, morre; e crente que não evangeliza, acaba sendo “evangelizado” por alguém ou por alguma ideologia. Vamos responder com firmeza.

Rev. Mario