DEVERES CÍVICOS

Nº 73 – BOLETIM DOMINICAL- 02 DE OUTUBRO DE 2016

DEVERES CÍVICOS – I Samuel 8: 10-22

Temos no dia de hoje, um compromisso com as Urnas. Vamos eleger os Prefeitos e Vereadores de mais 5 mil cidades pelo Brasil afora. Somos cristãos e cidadãos com todo o dever e direito de cidadania. Somos os legítimos “donos” do poder que delegamos às autoridades eleitas. Antes de mais nada, somos cidadãos do Reino de Deus. Como tal, a sua ética de vida deve estar pautada nas diretrizes pelo Senhor Jesus no Sermão do Monte Mat. 5, 6 e 7. Aqui está a verdadeira Constituição do Reino de Cristo. O Apóstolo Pedro nos exorta como “forasteiros e peregrinos”, uma vez que estamos no mundo e não somos do mundo, e que vivamos uma vida irrepreensível, justa, piedosa diante de Deus e dos homens. Somos a um tempo cidadãos do Reino de Deus e cidadãos da Pátria terrestre. Somos, igualmente chamados ao cumprimento de nossos deveres para com a sociedade e para com a nação. Queremos destacar alguns deveres cívicos do cristão. É muito comum querermos exigir os nossos direitos, e isto é bom. Temos o direito e devemos questionar tudo. Mas é preciso também conhecer os nossos deveres e cumpri-los, com lealdade, esforço e dedicação. 1) É dever do cristão pagar corretamente os impostos, obedecer às leis, prestar serviço militar, defender a Pátria, sujeitar-se às autoridades constituídas por dever de consciência e testemunho do Evangelho de Cristo; 2) É dever do cristão, antes de tudo, orar pelo governo e por todos os que estão investidos de autoridade como: Autoridade civil, militar, política, religiosa etc., 3) A incredulidade ou a indiferença religiosa não diminui e nem anula a justa lei, a autoridade ou magistrado, nem absolve o povo da obediência que lhe é devida; 4) Toda autoridade emana de Deus e deve ser exercida para o bem. Portanto, obedecer às autoridades é estar de acordo com a Palavra de Deus; 5) Não existe organização humana, Pátria ou divina-humana, igreja, que seja bem sucedida sem ordem e disciplina, e submissão às autoridades constituídas. O cristão não é acomodado com a situação político-econômico-social do contexto em que vive. O cristão protestante não se conforma, antes ele age para mudar e transformar.    Rev. Mario