CRISTO, O REI DOS REIS!

Nº 203 –  BOLETIM DOMINICAL – 14 DE JULHO DE 2019

CRISTO, O REI DOS REIS!   Ap. 11:15-19

Sem Cristo, não há Deus!  A vitoria fianal “de nosso Senhor e do seu Cristo” é aqui descrita de forma vívida. A sétima trombeta toca e anuncia os últimos acontecimentos da história, guando já não haverá mais dor, sofrimento, perseguição, tragédia, morte, luto e pranto, mas vitória. Pois os reinos do mundo foram transformados, e agora o controle de todas as coisas pertence ao Messias, que reina (domínio) e reinará para sempre. É o Deutero-Isaías quem, propriamente, anuncia a vinda do Reino. O Senhor chega como Rei e Pastor; não como juiz, mas, fundamentalmente, como salvador (Is. 46.5). Esta salvação é vista como algo radicalmente novo: “Pois eu vou criar novos céus e uma nova terra; o passado não será mais lembrado, não volverá mais ao espírito, mas será experimentada a alegria e a felicidade eterna que vou criar (Is. 65:17). O teólogo L. Boff, afirma: “Jesus articula um dado radical da existência humana, seu princípio-esperança e sua dimensão utópica. E promete que já não será utopia, objeto de ansiosa expectação (Lc. 3:15), mas topia, objeto de alegria para o povo (Lc. 2:9). Cristo reina e reinará para sempre e sempre! O texto sagrado fala do momento quando Deus assume o governo do universo e da história, e passa a reinar – dominio e poder. Para alguns é tempo do milênio; para outros, “pelos séculos dos séculos” – o milênio eterno como diz o (v. 15). Como se trata aqui na antevisão do fim, e não do fim em si – na narrativa apocalíptica – a este oásis de paz, de graça e de bênçãos, segue-se o ataque final de todas as forças hostis a Deus. Estes poderes aparecem tipificados ou personalizados no dragão, na besta, no Anti-Cristo e nos flagelos. A vitória final de Cristo na sua morte vicária, ressurreição em poder, e ascensão em glória, há de ser definitivamente implantada. Para Bultmann a “ressurreição é o significado da criuz”. A reconciliação do homem com Deus deve ser entendida a partir da cruz, para que não se converta naquilo que Bonhoeffer chama de graça barata. Esta reconciliação custou “um sangue precioso (I Pe. 1:19). O reino de Deus, o dominio – será o estabelecimento último e final do Reino de Deus. Percebe-se que o (v.19), trata-se de uma visão do Santuário de Deus no céu. O templo celestial aparece  aberto e foi visto a Arca da Aliança. Agora todos podem ver o “santo dos santos” – a Arca da Aliança é agora firmado com todos os povos, nações e línguas que confessam a Jesus, inclusive Israel. “Todos terão que adorá-lo; diante dele se dobrará todo joelho, e toda lingua confessará que Jesus Cristo é o Senhor, para a Glória de Deus, o Pai”. Significa ainda que a Arca da Aliança não desapareceu, ela está no céu. Prepare-se, meu irmão e minha irmã, para este grande e faustoso dia da manifestação plena da glória de Deus. Participe da adoração hoje, na terra, como sinal, promessa e esperança de participar da adoração do céu. Jesus reina e reinará para sempre! Não se deixe confundir os milênios.     Rev. Mario

 

 

. Rev. Mario