CONVERTENDO CORAÇÕES ENTRE PAIS E FILHOS

Nº  112  BOLETIM DOMINICAL- 13 DE AGOSTO DE 2017

CONVERTENDO CORAÇÕES ENTRE PAIS E FILHOS – Mal. 4:1-6

“Pai nosso que está no céu” e “Creio em Deus Pai, Todo Poderoso”. Qual o significado e o valor dessa declaração de fé? Quais são as implicações e conseqüências para a nossa vida neste mundo, hoje? Neste Dia Dos Pais, que reflexão caberia e até onde ela nos levaria? Deus é o Pai, de todos os pais. Deus é criador. Deus é sustentador. Diz o Profeta Malaquias, no presente do seu tempo, apontando para o futuro do nosso. Vaticina que o julgamento final se baseia no relacionamento de cada um com Deus, e este é determinado por sua resposta ao convite de Deus para tornar-se justo através da própria justiça divina. A justiça divina tem nome e sobre nome; tem tribunal e réu; tem condenação e sentença; tem morte e ressurreição. “Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco, pelo fato de Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores”. (Rm. 5:8). Talvez, você diria: “É surreal”! O Texto acima fala-nos em conflito de gerações. Fica subtendido que o lar era essencialmente a escola da vida em comunidade. Onde, autoridade e submissão, amor e lealdade, obediência e confiança podiam ser aprendidos como em nenhum outro lugar, e a sociedade seria mudada, com a Palavra de Deus como guia nos lares-igrejas. Percebemos a urgente necessidade de uma interação mais profunda entre pais e filhos e filhos e pais, processo, muitas vezes desgastado ou mesmo difícil: 1) Há Necessidade de Relacionamento Recíproco de Limites: Pais e filhos precisam reconhecer seus limites e imperfeições para que haja um relacionamento pacífico, compreensivo, perdoador e extremamente amoroso; 2) Há Necessidade de Compreensão da Intervenção Divina no Relacionamento: “Ele converterá o coração dos pais aos filhos e dos filhos aos pais…(v.6). O Deus Pai, dos pais e filhos, estabelece conosco um relacionamento saudável e abençoador de Pai e Filho, intervêm para que problemas sejam superados, barreiras sejam transportadas, arestas sejam aparadas; e 3) Há Inesgotável Perspectiva de Bênção: A conversão de um coração ao outro, o apaziguar da alma com a outra parte, reprime, pela graça de Deus, a maldição e abre caminho para as bênçãos. Paulo melhor interpreta esta relação (Ef. 6:1-4). Que neste Dia Dos Pais, o amor do Deus Pai, em Jesus, possa se reproduzir em nosso relacionamento familiar. Ser pai e ser filho, é um contínuo interagir de amor. Rev. Mario Raamos