Boletins

É NATAL, NÃO EM DEUS, MAS COM DEUS!

Nº 224 –  BOLETIM DOMINICAL – 15 DEZEMBRO DE 2019

É NATAL, NÃO EM DEUS, MAS COM DEUS! – Lc. 2: 01-20

Nasceu o Salvador, é Cristo, Nosso Senhor! O Messias prometido que chegou e veio até nós e entrou em nossa casa. É o Emanuel, Deus conoso. Crisóstomo comentava: “Não em Deus, mas com Deus, como pessoa com pessoa, eternamente.” E o Verbo era Deus..” (Jo. 1:1). Deus conosco em promessa e em Graça. Deus conosco homens, Deus conosco pecadores. Deus conosco como um de nós, identificado conosco em tudo, exceção feita ao pecado. Ele não pecou. Ele foi feito pecado, para que nEle, fossemos feitos justiça de Deus (Isaías 53:1-12). Apesar de nossa tradição religiosa judaico-cristão, ao contrário deste, nós somos cristãos, pois, cremos e seguimos o Cristo da nossa fé e Salvação. Somente Cristo é a nossa Âncora ao messianismo e ao milenismo. É sim, uma Utopia fática bíblico-cristológico. É o primeiro maior e o mais importante milagre, a sua ENCARNAÇÃO. Paulo faz da encarnação do Verbo – o “Logos” – o fato central de nossa religião, que não se confina ao mero nascimento de Jesus, mas deve ser entendida em sua dimensão macrofísica da diofísica do Verbo, o SER divino-Humano, à sua morte e à sua ressurreição. É Deus manifestado na carne! A hipostática – “suas duas naturezas inteiras, perfeitas e distintas – a Divindade e Humanidade, inseparavelmente numa só Pessoa, sem conversão, composição ou confusão…” Jesus Cristo, não se trata de um neném ou homem que foi “divinizado” até ao ponto de convencer-Se, tornar-Se ou ser feito Filho de Deus. Esta é uma heresia refinada que parece de tempo em tempo na história da Igreja, e conhecida como adocionismo ou monofisismo, no caso de Apolinário de Laodiceia em 450 a. C. Não, mil vezes não! Jesus Cristo não foi um homem divinizado; mas é Deus que se encarnou: “E o verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai” (Jo.1:14,18). Desta maneira nasceu o  Salvador do mundo! Rei dos reis e Senhores dos senhores. Acerca de Jesus se pode dizer com a voz solta na cara: O filho do carpinteiro, um herói, um artista adieterno que com três pregos e um madeiro fez a reforma do mundo e restaurou a sua essência. É tempo de prostrar e adorar. “Exultai, ó terra e céus, dando glória ao Homem-Deus!” Cristo, eternamente honrado, do seu trono se ausentou! E entre os homens, encarnado, Deus conosco se mostrou. Quão bondosa Divindade! Quão gloriosa Humanidade! Salve Cristo, Emanuel!, Luz do mundo, Deus fiel! – N.C -240. Este é o real espírito do Natal, Deus conosco! Sua “extraterrenidade” e Sua espiritualidade do Natal é bem diferente de todos nós pecadores. O Cristo veio de Deus, Ele é a Segunda Pessoa da Trindade. Ele é preexistente e eterno. Deus de Deus; Luz de luz; Verdadeiro Deus, de verdadeiro Deus. Ele é “Emanuel” – Deus conosco! Deus Encarnado! Assim como o Espírito Santo é Deus habitando em nós. Jesus é encarnacional, integral e pleno. Ele é o Senhor!  Natal é Amor!      Rev. Ramos

 

 

Dê o seu presente a Jesus, voce!  Rv. Mario

O QUE É A JERUSALÉM CELESTE?

Nº 221 –  BOLETIM DOMINICAL – 24 NOVEMBRO DE 2019

O QUE É A JERUSALÉM CELESTE?  – Ap. 21:9-27

A Bíblia começa com um Jardim no Éden e termina com uma cidade gloriosa. A nova Jerusalém, não é a Igreja dos remidos. A nova Jerusalém é uma cidade no entendimento literário do apocalípse (21 e 22). Não existe no mundo cidades sem cemitérios e sem santuários. Na Jerusalém celestial não existe nem uma coisa nem outra. É a cidade santa, morada do Senhor. Ela é a noiva de Cristo, a esposa do Cordeiro. A Jerusalém celestial tem algumas características: O brilho da cidade. A cidade é de ouro. Quem visita Jerusalém, hoje, vê que ao cair da tarde a cidade é dourada, tem um brilho especial – imagem da glória. Veja que o texto fala do brilho da cidade que é de jaspe luzente. A glória do Senhor brilha intensamente ali, o Cordeiro é a sua lâmpada (vs 11 e 23), não necessita nem do sol, nem da lua para dar-lhe claridade. O jaspe é uma pedra cristalina, um verde intenso. Tal visão da glória de Deus, do brilho celeste, faz-nos lembrar do salmista: “O Senhor é a minha luz…” (Sl. 27:1). As dimensões, as portas e os muros da cidade: A cidade tem a forma de um cubo perfeito com quase 560 km, isto não poderia ser mesmo na terra pois entraria no espaço sideral. Este formato de cubo perfeito, lembra o Santo dos santos no antigo templo (I Re. 6:20); o Santo dos santos é o lugar da intensa presença de Deus; a cidade toda é um “santuário”, é como o céu. No (v. 16), A cidade em sua medida é o multiplo de 12 em todo o circuito. Trata-se de múltiplo de 12, que é o número característico  do povo de Deus. Doze são as tribos, doze os apóstolos de Cristo. Os muro são de 12 vezes 12 côvados, cerca de 64 metros de largura. Há 12 portas e nelas insculpidos estão os nomes das doze tribos de Israel; doze fundamentos, pérolas, com os nomes dos doze apóstolos. As pedras preciosas da cidade: correspodem as doze pedras que estavam no peitoral do sumo sacerdote, com os nomes das doze tribos de Israel (Ex. 28:15-20). Estas pedras eram tipos das pedras da Jerusalém celeste. Todas estas pedras têm uma identificação complexa (vs 19-20). A Jerusalém celeste, é uma cidade real, cuja presença do Deus Todo-Poderoso irradia por todo imanso universo. Aqui a presença de Deus é intensa em Sua glória excelsa. As nações e os reis da terra andarão na sua luz. As portas jamais se fecharão, uma cidade de portas abertas em esperança para todas as nações. A cidade tem muros para proteger os remidos do Senhor. Nela não penetrará cousa alguma contaminada, nem o que pratica abominação e mentira. Nela só estarão os inscritos no livro da vida do Cordeiro. É uma bênção pensar na glória da Jerusalém celeste, vai além da nossa vã imaginação. Nela não vi templos (Ap. 21:22). A nova Jerusalém será um lugar sublime, porque Cristo habitará ali. “Nela estará o trono de Deus e do Cordeiro” (Ap. 22:3) A Jerusalém celeste iluminará os olhos e a alma,  com a luz de justiça e verdade, na vida social e nacional. “…Metade da glória celeste, jamais se contou ao mortal”.    Rev. Mario

EIS QUE FAÇO NOVAS TODAS AS COISAS

Nº 220 –  BOLETIM DOMINICAL – 17 NOVEMBRO DE 2019

EIS QUE FAÇO NOVAS TODAS AS COISAS”  –  Ap. 21:1-8

Novo céu, Nova terra e Nova Jerusalém. Na visão final do Apocalípse, vêm-se todas as coisas feitas novas e consumadas (Ap. 21:5). É a aurora do Grande e Eterno Dia. Não haverá mais conflitos, nem tribulação. A própria paz do milênio foi corrompida ao sair Satanás do abismo (Ap. 20:7). Mas no tempo da última visão do vidente João, o Verbo de Deus (Cristo), o Rei, terá destroçado e completamente destruído os exèrcitos dos reis do mundo inteiro e Satanás, o Anti-Cristo e o Falso Profeta serão encerrados para sempre no lago de fogo. Haverá então a doce e eterna paz porque o Príncipe da Paz (Cristo),, reinará pelos séculos dos séculos. Esta é a utopia bíblica realizavel. Como utopia não é um objetivo, é um processo. Este processo defini um horizonte possível que se permiti caminhar em direção ao horizonte…Nada a ver com a utopia, segundo Thomas More. “Todas as coisas novas” (Ap. 21:1-8). É uma nova criação; passou o que era velho, “eis que se fez novo” (2 Cor. 5:17). Portanto, haverá sim, um novo céu, uma nova terra onde habita a justiça, a verdade e o amor. A era messiânica não fala de uma nova ordem de coisas em um mundo velho e sim; “eis que faço novas todas as coisas”. Trata-se do lar eterno dos remidos, do lugar que Jesus foi preparar, “a casa do Pai, as moradas celestiais” (Jo. 14:1-3). “Novo céu e nova terra”. O primeiro céu e a primeira terra passaram. Como diz Pedro (2 Pe. 3:10). Haverá uma profunda mudança neste universo físico. Novos horizontes se levantarão. Os céus e a terra serão novos; e nós com os nossos corpos glorificados, incorruptiveis, espirituais, não estaremos mais sujeitos às limitações do tempo e do espaço. Voaremos livres nos espaços sem fim da eternidade. “O mar já não existe” Na simbologia bílblica “o mar” é a personificação do mal, do desconhecido, do misterioso, do insondável. Já o rio é simbolo de vida. “Vi a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do céu.” A Jerusalém ideal, da qual a Jerusalém histórica ou oriental é sombra apenas. Platão sustentava que num mundo invisível existia as formas perfeitas ou ideias de tudo o que existe no mundo material. Haverá a restauração de todas as coisas. Estes novos céus e esta nova terra têm muito a ver com a reedição do Paraíso de Deus. Em assim sendo, o fim de todas as coisas será semelhança ao começo. “Eis o tabernáculo de Deus com os homens” (v. 3). “Novo céu, nova terra e nova Jerusalém”. Deus estará conosco. Jesus está conosco hoje. Não haverá mais choro, nem pranto, nem dor, nem morte, nem luto. A delcaração de Deus é: “Eis que faço novas todas as coisas” (v. 5). Tudo está feito! Tudo está consumado! Ele é o Alfa e o Ômega. “O vencedor herderá estas coisa” (v. 7) Há uma vitória ganha em Cristo. Nele nós somos mais que vencedores e herdamos todas estas bênçãos. Reinaremos com Cristo. “Ficarão de fora”: Todos que rejeitaram a Graça Salvadora em Jesus. Tudo que Jesus preparou para nós é direito nosso; é nossa herança! Rv. Mario

 

O LIVRO DA VIDA!

Nº 219 –  BOLETIM DOMINICAL – 10 NOVEMBRO DE 2019

O LIVRO DA VIDA! –  Apoc. 20: 11-15

O Livro Vidas Secas é o título do romance do escritor brasileiro Graciliano Ramos, publicado em 1938, considerado um dos mais lidos, o qual, retrata a vida de pessoas que vivem  no setão brasileiro e o sacrificio delas para sobreviver. A estiagem e o terreno sáfaro é cruel à existência. A chuva seródia da Graça de Deus é vida. É preciso reconhecer. É preciso agradecer! O nosso texto retrata o juizo final. Todos comparecerão perante o Grande Trono Branco, uns para ouvir: “Vinde, benditos de meu Pai”; outros, “Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos” (Mt. 25:34 e 41). Assim como o Próprio Deus as coisas no céu paracem não haver mudanças. Nâo há modernidade. O mundo tecnológico, científico e informático não se fazem presentes à glória celestial. Lá ainda permanece os Livros e seus respectivos registros inapagáveis e indestrutíveis. Segundo os livros, haverá somente duas classes de pessoas: os salvos e os perdidos. Os “Livros” têm o registro dos nomes e das obras dos homens. No Livro da Vida estão anotados os salvos. Há muitas pessoas de caracter tão misto e de vida tão duvidosa que não saberíamos onde arrolá-las. Na galeria ou nas nuvens elas não estarão. Mas Deus o sabe! Veja que o texto fála-nos de dois tipos de livros. Primeiro, os livros que contêm as ações dos homens. O simbolismo ensina que no curso da nossa vida estamos escrevendo a história do nosso triunfo ou do nosso fracasso diante de Deus. Portanto, seja fiel a Deus e leal ao seu próximo. É uma espécie de diário secreto, de prontuário de Deus, com base no qual recebemos honra, recompensa, galardão; ou vingança e condenação do Altor da Vida no dia do juízo final. Desta forma, percebe-se que Deus nos julga pela maneira que decidimos viver. O segundo Livro é o Livro da Vida. Livro este tão mencionado na Biblia e na Igreja. É o livro no qual se acha inscritos e arrolados os nomes dos justos. Moisés suplica a Deus perdão para o seu povo, ou que seja o seu nome retirado do livro (Éx. 32:32). No Salmo das lamentações do Messias (Sl. 69:28), diz-se: “Sejam riscados do livro dos vivos e não tenha registro com os justos”. Em Is. 4:3, aparece uma rápida referência, “aos que estão inscritos em Jerusalém para a vida”. Veja ainda (Fp. 4:3; Ap. 3:5; e 13:8). Na antiguidade os soberanos tinham um livro onde escreviam os nomes dos cidadãos fiéis ao reino. Na simbologia bíblica e apocalíptica, os que têm os seus nomes escritos no Liivro da Vida são cidadãos ativos, fieís e gratos definitivo e completo. Todas as pessoas de todas as idades, “grandes e pequenos”, de todas as épócas e lugares, estrão ali e serão julgadas “segundo as suas obras, conforme o que se achava escrito no livro” (v.12).. Por fim, a morte e o inferno, juntamente com a besta, o falso profeta, a Babilônia, serão lançados para dentro do lago de fogo. Aceite a Cristo agora e tenha já o seu nome nesta Comunidade real e celestial inscrito no livro da vida.      Rev. Mario

 

 

O MILÊNIO EM PERSPECTIVA

Nº 218 –  BOLETIM DOMINICAL – 03 NOVEMBRO DE 2019

O MILÊNIO EM PERSPECTIVA – Apo. 20: 1-10

Amilenismo, Pós-milenismo e pré-milenismo histórico. Na totalidade da Bíblia, somente o texto em epígrafe, parece ensinar o reino milenar terreno e futuro de Cristo. Ainda assim, a passagem é obscura. Não podemos fincar uma doutrina cuba base de interpretação é incecrta e amplamente controvertida.É antiga a visão religiosa segundo a qual o tempo caminha linearmente ao final.  As polêmicas vêem desde II Séc por Montano. Agostinho de Ipona refutava os que esperavam um rápido advento de Cristo. Havia ainda os que rejeitavam o milenarismo como Eusébio de Cesareía. As correntes sobre o período de mil anos referido no texto, em relação a Segunda Volta de Cristo é para ser conhecida e cada qual assumir a sua melhor preferência. A base bíblia canônica é mínima. Entretanto, voce tem o direito e o dever de conhecer as três principais intepretações e ficar com a que mais fala ao seu coraçao. Há três escolas principais de interpretação: Os pós-milenistas: acreditam e ensinam que a 2ª Vinda de Cristo será precedida da vitória final do Evangelho no período do milênio. A 2ª Vinda de Cristo será após o milênio e então haverá a ressurreição, o juizo e a vida eterna; Os pré-milenistas: acreditam e ensinam que a 2ª Vinda de Cristo precederá o milênio. Jesus Cristo voltará, haverá a primeira resssurrreição, reinará com os remidos por mil anos, depois haverá a ressurreição geral, o julgamento final e a vida eterna; Os amilenistas: acreditam e ensinam que não há distintição cronológica entre o reino messiânico e o reino eterno; há uma ideia de continuidade; ensinam que este “mil anos” são simbólicos em relação ao tempo de Deus ( 2 Pe. 3:8). O termo usado para descrever um número elevado, uma grande quantidade ou largo espaço de tempo. Os amilenistas afirmam, portanto, a crença na 2ª Vinda de Cristo, na rsssurreição do Corpo, no Reino eterno de Cristo e com Cristo, e na vida eterna. Ensinam tambem que o reinado de Cristo está presente agora no mundo, pois Cristo vitorioso esta governando seu povo através de Sua Palavra e Seu Espírito, enquanto Ele submete grandes e pequenos a Sua soberania e vontade. A pergunta que se faz é esta: Quem está certo? Só na eternidade se dirá. Não adianta criar polêmica com as coisas que hão de vir. Concordemos nisto! São tempos e épocas que o Pai reservou para a sua exclusiva autoridade. A bem da verdade, e para os estudiosos do assunto, o milênio parece mais desenvolvido na literatura apócrifa: Baruque; II Enoque 33;  Irineu V, 28,3; Carta de Barnabé 15:3-08. Nós, herdeiros da reforma temos nos inclinados mais ao amilenismo. Nada impede ao irmão outra preferência que venha trazer paz ao seu coração. Quando chegarmos na eternidade, poderemos ver que estávamos todos errados ou só parcialmente certos. O fato concreto nas Escrituras e nos apócrifos é que Cristo assumirá o Seu Reinado literalmente e para sempre. Assim creio. Deus abençoe a sua vida!   Rev. Mario

 

 

O ADVENTO DE CRISTO

Nº 217 –  BOLETIM DOMINICAL – 27 DE OUTUBRO DE 2019

O ADVENTO DE CRISTO – Ap. 19:11-21

O Cristianismo do pós Reforma do Séc. XVI, se sustentou genuíno apenas por 150 anos. Os fatores históricos que corroeram o tecido genuíno são vários. A realidade cristã exigi-se, hoje, a Reforma da Reforma Religiosa. Um pequeno exemplo desta triste realidade está evidenciado na frase: “Em nome de Jesus!” Não pode ser uma exclamação descuidada ou leviana. Este nome é muito sério e traz sérias consequencias. Por favor, leia o texto acima e entenda. Os bordões dentro da Igreja evangélica já somam centenas: “Em nome de Jesus!”, “Só Jesus na causa!”, “Queima ele, Jesus!”. E nada acontece…È como se fosse um Clichê. Uma frase feita e de efeito. Paremos por aqui, para não nausear. O Apocalípse descreve um dos momentos sublimes e dramáticos, onde Cristo, o Messias, é demonstrado como conquistador e triunfante. O Senhor Jesus é visto e descrito como um Rei vitorioso, que castiga e aniquila a seus inimigos. Um Messias guerreiro, vitorioso, “vencendo para vencer”, montado num cavalo branco bem diferente daquele da abertura do Primeiro Selo (Ap 6:1-2). Este Cavaleiro é chamado “fiel e verdadeiro”. Ele julga e peleja com justiça, Fiel e dígno de fé e de confiança. Jesus Cristo é fiel e verdadeiro, que se contrapõe ao que é falso. Jesus Cristo é mais do que veraz. Ele é genuino. Ele é autêntico. Ele é real. “Ele é o caminho, a verdade e a vida”. Ele julga com justiça. Seus olhos, como chama de fogo – simbolizam seu poder consumidor, sua justiça e sua força. Agora, vejamos a frase enigmática (v. 2), “Tem um nome escrito que ninguém conhece senão ele mesmo”. Que nome é este? É um nome sublime, eterno, maravilhoso e muito poderoso. Este nome é KÚRIOS, que significa “Senhor”. Em (Fil. 2:9-11) fala deste nome. Seria o nome inefável, o nome YHVH, que ninguém sabe pronunciar corretamente. Uns falam JEOVÁ, outros, JAVÉ, e outros YAHVEH, mas ninguém tem certeza. Agora, pense nisto! Este nome novo só quem o recebe sabe que tem (Ap. 2:17). Talvez seja um nome que só será conhecido, perfeitamente, quando da união última e final entre Cristo e Sua Igreja – com as bodas do Cordeiro, na Vinda de Cristo como Rei dos Reis e Senhor dos senhores (Ap. 19:11-16), Equivale o “céu aberto”, para os habitantes da terra presenciarem a cavalaria celestial sair para a última conquista da terra – a batalha do Armagedom. Esta batalha não é de nação contra nação e sim, a luta direta com o Fiel e Verdadeiro que julga a peleja com justiça. Esta vitória tem como seu fundamento o sangue de Cristo  derramado na cruz; bemo como, pelo poder da Palavra de Cristo (19:15). Este poderoso nome se impõe ante seus adversários desde Seu ministério, ontem, hoje e eternamente. “E vi a besta, e os reis da terra…reunidos, para fazerem guerra contra àquele que estava assentado sobre o cavalo branco e o seu exército (19:19). Uma campanha louca empreendida por seres humanos. Cristo os destruirá com a espada de sua boca.   Rev. Mario

 

AS BODAS DO CORDEIRO COM SUA IGREJA

– Nº 216 –  BOLETIM DOMINICAL – 20 DE OUTUBRO DE 2019

AS BODAS DO CORDEIRO COM SUA IGREJA – Apo. 19:1-16

O casamento de Cristo com a Sua Igreja é o mais esperado, abençoado e feliz de todos os eventos desde a criação do mundo. A cerimônia será logo após a destruição de Seus iminigos no conflito de Armagedom, o mais tremendo dos Séculos. Vimos que foram executados, sobre a terra , os selos, as trombetas e o derramar das sete taças da ira de Deus. Chegou a hora do Senhor findar com o governo humano e inaugurar o Seu Reino. As nações se amontinam, Satanás está  no Zênite do seu poder (Dn 9:27). Neste tempo o Anti-Cristo estará cercando Jerusalém para destruir os Judeus, que serão salvos por Cristo na sua 2ª Volta (Ez. 14). Essas forças estarão unidas em uma só causa e em um só propósito, o de  destronar o Deus Vivo e deificar o homem na terra. Porém, a Babilônia religiosa e Política (17 e 18), sofrerá a sua total ruína. Enquanto os habitantes de toda terra lamentam e pranteam a queda dessa grande prostituta (Ap.18:15-19), os Céus rompem em volume de louvor ainda maior, e quatro vezes repetido, sobre tal queda final e total da Grande Meretriz – Babilônia. O primeiro “Alelúia” (19:02) dá a abertura de uma sucessão de mais três Aleluías. A palavra significa: “Louvai ao Senhor” No Novo Testamento a palavra “Alelúia” ocorre somente neste texto. Usa-se essa palavra hebraica nos Salmos (146-150) começam e findam com a expressão “Alelúia”. É a mais sublime aclamação de culto e de adoração. Anselmo considerava-a como palavra angelical; Agostinho dizia: “A palavra “Alelúia” exprime o sentimento que abrange toda a bem-aventurança, ou estado bendito, do céu”. “Segunda vez disseram”.”Alelúia!” (19:3), O grande Coral, anuncia que Deus está julgando os ímpios da Babilônia que é o apogeu de toda corrupção que já houve debaixo do sol. Os vinte e quatro anciãos e as quatro criaturas também confirmam a adoração da vasta multião (Ap.7:1-14; 14:1-8; 18:20). Todos os seres do céu são convidados a participar na adoração, tanto grandes como pequenos (19:5). E por que? “ Pois, reina o Senhor nosso Deus, o Todo-Poderoso.” (19:6). A Igreja é representada como esposa ou noiva do Senhor Jesus por causa do amor íntimo e ligação espiritual. A noiva tem de cumprir condições:1) Ser Desposada: prometida em casamento – o noivo celestial quer ganhar o amor da alma do pecador; 2) A Noive Deve Ser Leal: a verdadeira noiva é sempre leal ao noivo, apesar de todas as forças e propostas irrecusáveis que querem desviá-la de Cristo; 3) O Crente Deve Gozar Comunhão; Não basta apenas adorar de forma mecânica; e sim, orgânica. É de coração e de alma. Existe na relação espiritual o desejo ardente de entrega, de devoção e sublime amor envolvidos. 4) A Noiva Deve Submeter-se: “o marido é o cabeça da mulher, como tambem Cristo é a cabeça da Igreja (Ef. 5:23). Sem tal obediência e amor na relação não pode haver uma comunhçao verdadeira. Ou Cristo é o Senhor de tudo ou de coisa alguma.  Entregue-se de coração e alma a Cristo! Rv.Mario

CAIU, CAIU A GRANDE BABILÔNIA E SEUS AMANTES!

Nº 215 –  BOLETIM DOMINICAL – 13 DE OUTUBRO DE 2019

CAIU, CAIU A GRANDE BABILÔNIA E SEUS AMANTES!” – Ap. 18:1-24

Babilônia: “Estou sentada como rainha. Viúva não sou. Pranto, nunca hei de ver!”  (18:7). Vivemos sob o impácto da globalização que abraçou o mundo. A tecnologia deu uma nova face a sociedade moderna e determinou a marcha do processo civilizatório. A globalização não é um fenômeno recente. Desde a formação dos impérios bíblicos na antiguidade e a formação dos impérios na modernidade, temos um processo em que o poder local representado pela tribo ou mais recentemente pelo Estado-nação. O petróleo, por sua vez, ou “betume em química”, mistura escura e viscosa, (Gn. 11:3) que por meio da OPEP, comanda e dita a ordem da economia mundial, produzindo riquezas e tambem misérias, conflitos e guerras.  A crise atual do petóleo é delicada e preocupante. A sociologia contemporânea tem a função de revelar como o desenvolvimento do capitalismo na sociedade implicou novas interpretações do fenômeno religioso. Uma das características do mundo moderno é o processo de “desencantamento” ou secularização.  É fácil perceber, com uma leitura rápida no Cap. 17, a Babilônia religiosa, envolvida em bruma de riqueza, junto ao rio Eufrates, famosa metrópole, seu poder, sua opulência, sua iniquidade e  sua sentança; e quanto, no Cap. 18, a Babilônia política-comercial, poderosa, inatingível e absoluta, “a si mesma se glorificou e viveu em luxúria” (18:7). Seus amantes são muitos; seu gozo é completo; orgulha-se de que não é viúva como a Igreja de Jesus Cristo, cuja esperança está na Volta do esposo. A Babilônia política/cocmercial, corporificada em Roma, será rediviva, sob o apanágio do Anti-Cristo, coligado por vários príncipes  assentados sob o “BETUME”, ou petróleo, portanto, será muito mais inflamável (Is. 13:19-22). Se a Babilônia Religiosa (17) – mística, símbolo de rebelião espiritual (confusão), contra Deus; a Babilônia política/comercial (18), é uma cidade reedificada para a capital política e Quartel General do Anti-Cristo. A sua  ruína vira num só dia. “Caiu, Caiu a grande Babilônia’ (18:2) é o anuncio do anjo com potente voz. Babilônia é morada e esconderijo de demônio e de feitiçarias (18:2). A Babilônia eclesiástica (Religiosa) será destruída pela Babilônia política (17:16), Deus os induzirá a operação do erro, para que o Anti-Cristo tenha o total domínio e receba toda adoração (2. Ts. 2:3,4; Ap. 13:15). O Todo-Poderoso, adverte: “”Retirai-vos dela, povo meu, para não serdes cúmplices em seus pecados” (18:4). A Ruína será completa (18:21-24), Será destruido este império satânico num só “DIA” do Senhor, pela mão de Deus, como foi Sodoma e Gomorra (Ap. 16:19-21). “Teus mercadores eram os grandes da terra” (18:23). Seus amantes serão destruídos (18:3). Comprar ou vender não tem pecado algum. A questão em tela é a ideologia satânica da convivência e naturalidade da corrupção e do pecado vil com o mundo babilônico. “As tuas feitiçarias” a Babilônia do Anti-Cristo é o centro de feitiçarias e enganos (Dn. 2:2). Aceite a Cristo!  Rev. Mario

A GRANDE MERETRIZ: ROMA E SUA QUEDA

Nº 214 –  BOLETIM DOMINICAL – 06 DE OUTUBRO DE 2019

A GRANDE MERETRIZ: ROMA E SUA QUEDA – Ap. 17:1 – 18

A decadência moral é prenúncio da queda de impérios, de cidades, de instituições, de família e de indivíduos. Uma pessoa que se torna desfibrada e sem caracter é facilmente dominada. Os sete selos foram todos abertos. As trombetas já soaram. As sete taças da ira estão vazias. Um anjo, anuncia o julgamento da grande meretriz – Roma, misticamente, simbolizada de Babilônia (Ap.16:19). A mulher, a prostituta é Babilônia, que quer dizer Roma. E por extensão, o romanismo cuja raiz, é o cristianismo-constantinismo a partir do IV Século, com Constantino Mágno. Aqui, Babilônia representa o falso sistema religioso que se centralizará em Roma durante a Grande Tribulação. No Cap. 18, representa o poder político e comercial do Império Romano redivivo e encabeçado pelo Anti-Cristo. Uma espécie atual de “Wall Street”. Toda a prostituição espiritual é extremamente detestável diante de Deus. O nome “Babilônia” é o símbolo dessa prostituição espiritual. A musculatura espiritual do autêntico cristianismo até ao IV Séc, fadigou-se, No plano espiritual, Babilônia siginifica toda essa confusão religiosa e política que há no mundo. –  Babilônia mística (17:5). Satanás tem ainda “por um tempo” , um império, que e´o império da morte (Heb. 2:14). Muitos comentadores falam da Igreja Católica Romana como sendo a maior culpada por ter levado um número maior que qualquer outra para a idolatria. Na Bíblia a prostituição é uma figura comum de idolatria. A prostituição espiritual é a forma religiosa de um amor falso, assim a idolatria e a crença falsa,  que corrompe o Vero amor que nos liga a Deus. Enquanto que a religião, traça o caminho inverso, o homem que se liga a Deus. Ela “está assentada sobre muitas águas” (17:15). Quer dizer, ela domina o mar da humanidade, das nações inquietas e angustiadas do mundo – as facetas do pecado original, social e comunitário, as multidões de refugiados de guerras, dos opressores e dos déspotas. Será este o fato de que esta igreja se intitula “ “a mãe de todas as Igrejas”, isto é, ela é sim, a mãe das prostituições. A Igreja de Roma, pelo Direito Canônico, historicamente, nunca matou tanto em nome da própria Igreja, da fé e de seus dógmas: Savanarola, João Hus, Valdenses, Albigenses, Lolardos. A “Santa Inquisição” até hoje inspira terror! “Com a qual se prostituiram os reis da terra” (17:2), fala-nos da união da corrupção eclesiás- tica com a tirania civil – deveu-se a isto a Reforma Religiosa, Séc. XVI. Hoje, a nossa nação clama pela Reforma da Reforma Protestante. E, sobre a nossa nação, a acusação não somente à Igreja de Roma; tambem, existem muitos grupos e pessoas que fazem parte do ministério babilônico, declaradamente, pelo seu conteúdo e sua forma – são crimes e pecados atribuídos à Babilônia religiosa e política.Pelejarão…e o Cordeiro os vencerá…” (17:14-18). O sistema religioso almagamado ao político/comercial, depois de algum tempo de boa convivência com a Babilônia será vencido pelo Rei dos reis.      Rev. Mario

A BATALHA DO ARMAGEDOM

Nº 213 –  BOLETIM DOMINICAL – 29 SETEMBRO DE 2019

A BATALHA DO ARMAGEDOM – Ap. 16: 12-16

Hal Lindsey: “Satanás está vivo, solto e ativo no planeta terra.”.A atividade satânica é “enganar e  acusar”; “foi atirado para a terra” (Ap. 12:4,9; Ez.28:15; Is. 14:12,14). O mundo está em guerra! O capitalismo é o da morte. A vida perdeu o real valor e virou estatística. Os governantes enganam e mentem aqui, ali e acolá. O planeta terra geme e range em chamas. Cristo é a Esperança! A trilogia satânica está preparada “…para a peleja do grande dia do Deus Todo-Poderoso. Então os ajuntará no lugar que em hebraico se chama Armagedom (Ap.16:14c,16). Ao derramar o sexto anjo a sua taça, os exércitos das nações do  Extremo Oriente serão ajudados em sua marcha belicosa, contra o Santo de Israel, o Cristo, pela secagem sobrenatural do rio Eufrates (vs.12). O tema é por demais complexo, para apenas uma abordagem de Pastoral. No Antigo Testamento “secar águas” é o sinal da manifestação do poder de Deus. Foi assim com o Mar Vermelho (Êx. 14:21), com o rio Jordão (Js. 3:17), e com o secar das fontes e dos rios (Jr.51:36). João, tinha em mente os exemplos da Bíblia e da História. Heródoto, corrobora ao afirmar que Ciro, o Persa, quando invadiu a Babilônia, ele o fez através do leito do rio Eufrates, desviando o curso das suas águas. João, revela os protagonistas infernais,  a trilogia satânica, pronta para a grande e última batalha no planeta terra: o Dragão, a Besta, e o Falso Profeta. O Antigo Testamento proibe ao povo de Deus dar ouvidos às palavras do falso profeta, por mais  poderosos que sejam os seus sinais (Dt. 13:1-5). No N. Testamento, os cristãos são advertidos quanto ao aparecimento de falsos cristos e de falsos profetas, operando  sinais e maravilhas (Mc.13:22). A Batalha do Armagedom é iminente. A Confederação de reis coligados já está em marcha (vs.14-16). O Megido e a Planície de Esdraelóm foram  cenário e palco de muitas batalhas trágicas e decisivas na história do Oriente Médio; parece natural admitir que será o lugar da batalha última e final entre Deus e o AntiCristol. A palavra Armagedom tem exercido uma atração estranha sobre muitos intérpretes da Bíblia, especialmente, entre os mais excêntricos. João, afirma que a batalha se dará entre os “reis da terra”.  Estes serão para alí atraídos como numa emboscada. A sétima taça, trará a destruição global: relâmpagos, vozes, e grande terremoto sem precedente na história universal, seguindo do flagelo de chuva de pedras de 30 a 40 quilos (vs 17-21).  Os desabamentos foram tão devastadores, como se a grande cidade de Roma se dividissse em três partes. O terremoto faz sumir as ilhas e nivela os montes. Temos juízo pela frente! Entregue  hoje sua vida a Cristo!    Rev.Mario

 

WP Twitter Auto Publish Powered By : XYZScripts.com