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A EPIFANIA DO SENHOR: ANO LITÚRGICO

Nº 226 –  BOLETIM DOMINICAL – 26 DE JANEIRO 2020

A EPIFANIA DO SENHOR: ANO LITÚRGICO – Mateus 2:1-12

Iniciamos com a Graça do Bom Deus o ano de 2020. Temos dois Calendários: O Calendário Civil; e o Calendário Litúrgico, para o ano litúrgico. O povo de Deus na Bíblia e ao longo da revelação histórica, sempre celebrou Festas Religiosas durante o ano. Na Igreja cristã, o ano litúrgico começa com a EPIFANIA – A revelação da glória de Deus em Jesus Cristo; temos a seguir o período quaresmal – período de quarenta dias, tão significativo na Bíblia; depois celebramos a Páscoa, que lembra a libertação do povo de Israel e as multidões de estrangeiros no Egito; a ressurreição de Cristo; temos o período das aparições de Jesus; em ato contínuo, Sua ascensão ao Pai; e o PENTECOSTES, marca a descida do Espírito Santo, a Terceira Pessoa da Trindade, procedente do Pai e do Filho, por promessa (Jo. 14: 15-26; 16:7-15) e jamais por conquista ou mérito com evidência corporal; que é  o nascimento oficial da Igreja Cristã; temos ainda em Agosto e Outubro, lembranças do mês da Igreja IPB e da Reforma Religiosa do Séc. XVI; em Novembro, Dia Mundial de Ações de Graça; do último Domingo de Novembro até o final de Dezembro: Celebramos o ADVENTO – Natal – que é ponto culminante do Ano Litúrgico. O Tema: “A revelação da glória de Deus em Jesus Cristo” é a síntase do signigficado bíblico e teológico da EPIFANIA DO SENHOR, que é a ênfase inicial deste começo do ano de 2020. Em Jesus Cristo habitou a plenitude de Deus. A sua glória é como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade. A essência do “SER” de Jesus é a mesma do “SER” de Deus, o Pai. Ele é “verdadeiro Deus, de verdadeiro Deus.” Se voce leitor cristão estar consciente deste fato divino-humano-Histórico, não há porquê, arrancar os seus cabelos com os desvaneios infames dos que desconhecem o verdadeiro Deus, ao satizarem em nome da cultura e como contraponto à reflexão religiosa, o (especial de Natal – Porta dos Fundos). Jesus Cristo é Deus! E isto independe de cultura, hábitos, usos e costumes e religião de um povo. Cristo é o Senhor e o Salvador de quem nEle crê! (Rm. 1:16,17). E, assim diz Paulo: “Pois sou devedor tanto a grego como a bárbaros, tanto a sábios como a ignorantes;” (14). O fato de Jesus ter sido gerado de Deus – concebido por obra e graça do Espírito Santo – faz de Jesus, inequivocamente, o ùnico Filho de Deus. O escritor de Hebreus assim expressa sobre a Epifania: “Ele, que é o resplendor da glória e a expressão exata do seu ser, sustentando todas as cousas pela palavra do seu poder, depois de ter feito a purifição dos pecados, assentou-se à direita da Majestade nas alturas (Hb. 1:3). O Apóstolo Paulo vai além do razoável divino-humano em sua excelência na obra da Reconciliação: “ QUE DEUS ESTAVA EM CRISTO; RECONCILIANDO CONSIGO O MUNDO, não imputando aos homens as suas transgressões, e nos confiou a palavra da reconciliação (2 Co. 5:9). Aproveite o seu mundo digital!    Rev. Mario Ramos

 

 

ANO NOVO, VIDA NOVA, SERÁ?

Nº 225 –  BOLETIM DOMINICAL – 22 DEZEMBRO DE 2019

ANO NOVO, VIDA NOVA, SERÁ?   Fp. 3:13; 4:5-9;10-13

Há um vídeo muito importante, sobre o poder de perdoar, (disponível no YouTube), intitulado: “ A gêmea de Mengele”. Perdoar é preciso. Acolher é fundamental. Deus nos perdou em Cristo e nEle nos acolheu. Eis a primeira e a mais eficáz ação para quem deseja experimentar algo novo e abençoador  na perspectiva de um Ano Novo e Vida Nova!. Quanto as questões políticas no sentido mais aprofundado, temos a impressão de amanhecer em 2020, com elevada taxa de desemprego, deflação por falta de consumo, excessivo arrocho nos salários, perda nos direitos trabalhistas, e um dos maiores desníveis da desigualdade da história já antecipado pelo IBGE. Ano Novo, Vida Nova, será? As opções não são muitas, a saída para a crise assemelha-se a uma luz no fim do túnel esccuro.Voce diria que o Rv. Mario está muito pessimista. Quem sabe um tanto quanto realista! Não bastasse a nossa economia interna, atrelada com a realidade de um mundo globalizado e dependente do dólar e do euro, não bastasse a guerra fria do protecionismo entre EUA e China. Como reverter este processo de deseperança e esta síndrome da crise? Algumas sugestões: 1) Tenha a maturidade espiritual no seu relacionamento com Deus e com o seu irmão – perdoar e acolher; 2) Evite falar em crise e em problemas: Concentre suas energias, forças físicas e mentais na busca de uma saída para a crise e de uma solução para os problemas. Existe diferença entre o homem fracassado e um homem vitorioso: O fracassado só vive o problema e o vitorioso se concentra na solução; 3) Cultive uma mentalidade de trabalho, de produção e de investimento, crie algo novo, bote fé! Vende o teu carro novo, investe num imóvel e aluga-o por exemplo. Produza um pouco mais. Conquiste sua fatia no mercado, ocupe o seu espaço na vida e na história. Seja um temostato que determina a temperatura do ambiente, e não um termômetro que só sabe registrá-la; 4) Evite gastar o que voce não tem e comprar o que voce não precisa e Investe com retorno: Condene a mentalidade de consumismo pelo consumismo. Faça como a atriz, Jane Fonda, em sua cruzada como ativista contra o consumismo e a favor do meio ambiente; 5) Deus prometeu dar-nos o essencial: Seja agradecido pelo o que Deus lhe deu e não um frustrado pelo que voce não tem. O vestiário, o abrigo e o pão, como fruto do seu trabalho e com a bênção do Senhor (Sl. 128:1-2); 6); Cultive uma mentalidade de poupança e investimento: É preciso que na sua casa, todos produzem, todos trabalhem, todos participem do sustento e do consumo. Os tempos mudaram. Exiga de voce em tudo o planejamento. Não procura emprego, encontre um trabalho e uma atividade produtiva lícita e dígnia de voce. Nesta hora de crise, seja criativo. A pior das situações é voce ter que estender as mãos e pedir. Com esta receita básica e mais uma dose de fé em Deus e na Sua Palavra, voce experimentrá sim, Um Ano Novo com a Vida Nova! Feliz 2020! Rev. Mario

 

 

O NATAL E O SEGUNDO ADVENTO

Nº 223 –  BOLETIM DOMINICAL – 08 DEZEMBRO DE 2019

O NATAL E O SEGUNDO ADVENTO  –  Mateus 1:18-25

Na perspectiva Escatológica Judaica, para o filósofo Judeu Maimônides, no Século XII, e contido até hoje no Livro de Orações, afirma: “Acredito com plena fé na vinda do Messias. E, embora ele demore, esperarei diariamente pela sua chegada.” Ele esclarece: “Não aceitamos Cristo como o Messias…porque o Reino de Deus, que aguardamos com tanta ansiedade, ainda não se manifestou.” Para nós é sempre bom e oportuno ver o Natal de Cristo hoje, na dimensão e na perspectiva do Segundo Advento. Se o Judeu não crê, nós cremos e tomamos posse da bênção prometida aos nossos pais: Abraão, Isaque e Jacó. As profecias bíblicas cumprem e se renovam. Eis porque o Messias já veio, o Reino já foi inaugurado, já está presente, mas ainda não plenamente estabelecido; e nós oramos: “Venha ao teu Reino”!. O Messias já veio, Ele veio e habita conosco em nssa casa. Porém, aguardamos pela fé a ERA Messsiânica. Natal é advento, natal é vinda, é chegada. Os teólogos reformados fizeram muita ligação entre a escatologia, a soteriologia e a eclesiologia. O Cristo – o Messias de Deus veio habitar (Jo.1:14). O seu NATAL É DEUS CONOSCO – “Ele veio ao nosso encontro, se fez carne e habitou entre nós”. Assumiu a nossa humanidade para restaurá-nos à dignidade de Filhos. Deus conosco, Deus presente, Deus encarnado. NATAL, É DEUS CONOSCO HOMENS – Deus entrou em nossa história e modificou o curso. Natal é tempo de mudança. Cristo vive em mim, eu cresço nEle e isto é Natal. NATAL, É DEUS CONOSCO PECADORES – Fica um pouco mais ´serio e delicado saber que Cristo é Emanuel: Deus conosco homens e agora Deus conosco pecadores. Deus deixou a sua glória e veio até nós, movido de amor e de compaixão pela desgraçada sorte da humanidade incrédula e iníquoa. Jesus sem pecado: Ele foi identificado com os pecadores, mas não pecou. Jesus morreu como nosso substituto na cruz por nossos pecados e ressuscitou para a nossa justificação. Quando voce crê, aceita e recebe a Cristo, os méritos e as graças  de Cristo Jesus são transferidos para voce e os seus pecados são transferidos para Jesus, (Rm. 5:1-12), que, mediante a sua morte expiatória e pelo seu sangue, “o lava, limpa e purifica de todo o pecado.” Aquele que não entende o significado real do Natal, mesmo sem querer, está desmerecendo o DOM gratutito de Deus que nos amou, que nos perdoou e que nos deu a vida eterna. É NATAL! É tempo de prostrar e adorar. Este é o real espírito do Natal de Jesus; solenidade, singeleza, humildade, alegria, paz, justiça, boa vontade entre os homens são as marcas distintivas do cristão, não apenas no Natal, mas sempre. Neste Natal fique com Jesus! Celebre-O. Faça-O presente na sua casa, sua vida, no seu coração, na sua família, nos seus negócios. É sempre bom e ainda melhor lembrar que o “Natal é Deus conosco” na dimensão horizontal, vertical e Comunitária. Dê o seu presente a Jesus, você!  Rev. Mario

É NATAL, NÃO EM DEUS, MAS COM DEUS!

Nº 224 –  BOLETIM DOMINICAL – 15 DEZEMBRO DE 2019

É NATAL, NÃO EM DEUS, MAS COM DEUS! – Lc. 2: 01-20

Nasceu o Salvador, é Cristo, Nosso Senhor! O Messias prometido que chegou e veio até nós e entrou em nossa casa. É o Emanuel, Deus conoso. Crisóstomo comentava: “Não em Deus, mas com Deus, como pessoa com pessoa, eternamente.” E o Verbo era Deus..” (Jo. 1:1). Deus conosco em promessa e em Graça. Deus conosco homens, Deus conosco pecadores. Deus conosco como um de nós, identificado conosco em tudo, exceção feita ao pecado. Ele não pecou. Ele foi feito pecado, para que nEle, fossemos feitos justiça de Deus (Isaías 53:1-12). Apesar de nossa tradição religiosa judaico-cristão, ao contrário deste, nós somos cristãos, pois, cremos e seguimos o Cristo da nossa fé e Salvação. Somente Cristo é a nossa Âncora ao messianismo e ao milenismo. É sim, uma Utopia fática bíblico-cristológico. É o primeiro maior e o mais importante milagre, a sua ENCARNAÇÃO. Paulo faz da encarnação do Verbo – o “Logos” – o fato central de nossa religião, que não se confina ao mero nascimento de Jesus, mas deve ser entendida em sua dimensão macrofísica da diofísica do Verbo, o SER divino-Humano, à sua morte e à sua ressurreição. É Deus manifestado na carne! A hipostática – “suas duas naturezas inteiras, perfeitas e distintas – a Divindade e Humanidade, inseparavelmente numa só Pessoa, sem conversão, composição ou confusão…” Jesus Cristo, não se trata de um neném ou homem que foi “divinizado” até ao ponto de convencer-Se, tornar-Se ou ser feito Filho de Deus. Esta é uma heresia refinada que parece de tempo em tempo na história da Igreja, e conhecida como adocionismo ou monofisismo, no caso de Apolinário de Laodiceia em 450 a. C. Não, mil vezes não! Jesus Cristo não foi um homem divinizado; mas é Deus que se encarnou: “E o verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai” (Jo.1:14,18). Desta maneira nasceu o  Salvador do mundo! Rei dos reis e Senhores dos senhores. Acerca de Jesus se pode dizer com a voz solta na cara: O filho do carpinteiro, um herói, um artista adieterno que com três pregos e um madeiro fez a reforma do mundo e restaurou a sua essência. É tempo de prostrar e adorar. “Exultai, ó terra e céus, dando glória ao Homem-Deus!” Cristo, eternamente honrado, do seu trono se ausentou! E entre os homens, encarnado, Deus conosco se mostrou. Quão bondosa Divindade! Quão gloriosa Humanidade! Salve Cristo, Emanuel!, Luz do mundo, Deus fiel! – N.C -240. Este é o real espírito do Natal, Deus conosco! Sua “extraterrenidade” e Sua espiritualidade do Natal é bem diferente de todos nós pecadores. O Cristo veio de Deus, Ele é a Segunda Pessoa da Trindade. Ele é preexistente e eterno. Deus de Deus; Luz de luz; Verdadeiro Deus, de verdadeiro Deus. Ele é “Emanuel” – Deus conosco! Deus Encarnado! Assim como o Espírito Santo é Deus habitando em nós. Jesus é encarnacional, integral e pleno. Ele é o Senhor!  Natal é Amor!      Rev. Ramos

 

 

Dê o seu presente a Jesus, voce!  Rv. Mario

O QUE É A JERUSALÉM CELESTE?

Nº 221 –  BOLETIM DOMINICAL – 24 NOVEMBRO DE 2019

O QUE É A JERUSALÉM CELESTE?  – Ap. 21:9-27

A Bíblia começa com um Jardim no Éden e termina com uma cidade gloriosa. A nova Jerusalém, não é a Igreja dos remidos. A nova Jerusalém é uma cidade no entendimento literário do apocalípse (21 e 22). Não existe no mundo cidades sem cemitérios e sem santuários. Na Jerusalém celestial não existe nem uma coisa nem outra. É a cidade santa, morada do Senhor. Ela é a noiva de Cristo, a esposa do Cordeiro. A Jerusalém celestial tem algumas características: O brilho da cidade. A cidade é de ouro. Quem visita Jerusalém, hoje, vê que ao cair da tarde a cidade é dourada, tem um brilho especial – imagem da glória. Veja que o texto fala do brilho da cidade que é de jaspe luzente. A glória do Senhor brilha intensamente ali, o Cordeiro é a sua lâmpada (vs 11 e 23), não necessita nem do sol, nem da lua para dar-lhe claridade. O jaspe é uma pedra cristalina, um verde intenso. Tal visão da glória de Deus, do brilho celeste, faz-nos lembrar do salmista: “O Senhor é a minha luz…” (Sl. 27:1). As dimensões, as portas e os muros da cidade: A cidade tem a forma de um cubo perfeito com quase 560 km, isto não poderia ser mesmo na terra pois entraria no espaço sideral. Este formato de cubo perfeito, lembra o Santo dos santos no antigo templo (I Re. 6:20); o Santo dos santos é o lugar da intensa presença de Deus; a cidade toda é um “santuário”, é como o céu. No (v. 16), A cidade em sua medida é o multiplo de 12 em todo o circuito. Trata-se de múltiplo de 12, que é o número característico  do povo de Deus. Doze são as tribos, doze os apóstolos de Cristo. Os muro são de 12 vezes 12 côvados, cerca de 64 metros de largura. Há 12 portas e nelas insculpidos estão os nomes das doze tribos de Israel; doze fundamentos, pérolas, com os nomes dos doze apóstolos. As pedras preciosas da cidade: correspodem as doze pedras que estavam no peitoral do sumo sacerdote, com os nomes das doze tribos de Israel (Ex. 28:15-20). Estas pedras eram tipos das pedras da Jerusalém celeste. Todas estas pedras têm uma identificação complexa (vs 19-20). A Jerusalém celeste, é uma cidade real, cuja presença do Deus Todo-Poderoso irradia por todo imanso universo. Aqui a presença de Deus é intensa em Sua glória excelsa. As nações e os reis da terra andarão na sua luz. As portas jamais se fecharão, uma cidade de portas abertas em esperança para todas as nações. A cidade tem muros para proteger os remidos do Senhor. Nela não penetrará cousa alguma contaminada, nem o que pratica abominação e mentira. Nela só estarão os inscritos no livro da vida do Cordeiro. É uma bênção pensar na glória da Jerusalém celeste, vai além da nossa vã imaginação. Nela não vi templos (Ap. 21:22). A nova Jerusalém será um lugar sublime, porque Cristo habitará ali. “Nela estará o trono de Deus e do Cordeiro” (Ap. 22:3) A Jerusalém celeste iluminará os olhos e a alma,  com a luz de justiça e verdade, na vida social e nacional. “…Metade da glória celeste, jamais se contou ao mortal”.    Rev. Mario

EIS QUE FAÇO NOVAS TODAS AS COISAS

Nº 220 –  BOLETIM DOMINICAL – 17 NOVEMBRO DE 2019

EIS QUE FAÇO NOVAS TODAS AS COISAS”  –  Ap. 21:1-8

Novo céu, Nova terra e Nova Jerusalém. Na visão final do Apocalípse, vêm-se todas as coisas feitas novas e consumadas (Ap. 21:5). É a aurora do Grande e Eterno Dia. Não haverá mais conflitos, nem tribulação. A própria paz do milênio foi corrompida ao sair Satanás do abismo (Ap. 20:7). Mas no tempo da última visão do vidente João, o Verbo de Deus (Cristo), o Rei, terá destroçado e completamente destruído os exèrcitos dos reis do mundo inteiro e Satanás, o Anti-Cristo e o Falso Profeta serão encerrados para sempre no lago de fogo. Haverá então a doce e eterna paz porque o Príncipe da Paz (Cristo),, reinará pelos séculos dos séculos. Esta é a utopia bíblica realizavel. Como utopia não é um objetivo, é um processo. Este processo defini um horizonte possível que se permiti caminhar em direção ao horizonte…Nada a ver com a utopia, segundo Thomas More. “Todas as coisas novas” (Ap. 21:1-8). É uma nova criação; passou o que era velho, “eis que se fez novo” (2 Cor. 5:17). Portanto, haverá sim, um novo céu, uma nova terra onde habita a justiça, a verdade e o amor. A era messiânica não fala de uma nova ordem de coisas em um mundo velho e sim; “eis que faço novas todas as coisas”. Trata-se do lar eterno dos remidos, do lugar que Jesus foi preparar, “a casa do Pai, as moradas celestiais” (Jo. 14:1-3). “Novo céu e nova terra”. O primeiro céu e a primeira terra passaram. Como diz Pedro (2 Pe. 3:10). Haverá uma profunda mudança neste universo físico. Novos horizontes se levantarão. Os céus e a terra serão novos; e nós com os nossos corpos glorificados, incorruptiveis, espirituais, não estaremos mais sujeitos às limitações do tempo e do espaço. Voaremos livres nos espaços sem fim da eternidade. “O mar já não existe” Na simbologia bílblica “o mar” é a personificação do mal, do desconhecido, do misterioso, do insondável. Já o rio é simbolo de vida. “Vi a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do céu.” A Jerusalém ideal, da qual a Jerusalém histórica ou oriental é sombra apenas. Platão sustentava que num mundo invisível existia as formas perfeitas ou ideias de tudo o que existe no mundo material. Haverá a restauração de todas as coisas. Estes novos céus e esta nova terra têm muito a ver com a reedição do Paraíso de Deus. Em assim sendo, o fim de todas as coisas será semelhança ao começo. “Eis o tabernáculo de Deus com os homens” (v. 3). “Novo céu, nova terra e nova Jerusalém”. Deus estará conosco. Jesus está conosco hoje. Não haverá mais choro, nem pranto, nem dor, nem morte, nem luto. A delcaração de Deus é: “Eis que faço novas todas as coisas” (v. 5). Tudo está feito! Tudo está consumado! Ele é o Alfa e o Ômega. “O vencedor herderá estas coisa” (v. 7) Há uma vitória ganha em Cristo. Nele nós somos mais que vencedores e herdamos todas estas bênçãos. Reinaremos com Cristo. “Ficarão de fora”: Todos que rejeitaram a Graça Salvadora em Jesus. Tudo que Jesus preparou para nós é direito nosso; é nossa herança! Rv. Mario

 

O LIVRO DA VIDA!

Nº 219 –  BOLETIM DOMINICAL – 10 NOVEMBRO DE 2019

O LIVRO DA VIDA! –  Apoc. 20: 11-15

O Livro Vidas Secas é o título do romance do escritor brasileiro Graciliano Ramos, publicado em 1938, considerado um dos mais lidos, o qual, retrata a vida de pessoas que vivem  no setão brasileiro e o sacrificio delas para sobreviver. A estiagem e o terreno sáfaro é cruel à existência. A chuva seródia da Graça de Deus é vida. É preciso reconhecer. É preciso agradecer! O nosso texto retrata o juizo final. Todos comparecerão perante o Grande Trono Branco, uns para ouvir: “Vinde, benditos de meu Pai”; outros, “Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos” (Mt. 25:34 e 41). Assim como o Próprio Deus as coisas no céu paracem não haver mudanças. Nâo há modernidade. O mundo tecnológico, científico e informático não se fazem presentes à glória celestial. Lá ainda permanece os Livros e seus respectivos registros inapagáveis e indestrutíveis. Segundo os livros, haverá somente duas classes de pessoas: os salvos e os perdidos. Os “Livros” têm o registro dos nomes e das obras dos homens. No Livro da Vida estão anotados os salvos. Há muitas pessoas de caracter tão misto e de vida tão duvidosa que não saberíamos onde arrolá-las. Na galeria ou nas nuvens elas não estarão. Mas Deus o sabe! Veja que o texto fála-nos de dois tipos de livros. Primeiro, os livros que contêm as ações dos homens. O simbolismo ensina que no curso da nossa vida estamos escrevendo a história do nosso triunfo ou do nosso fracasso diante de Deus. Portanto, seja fiel a Deus e leal ao seu próximo. É uma espécie de diário secreto, de prontuário de Deus, com base no qual recebemos honra, recompensa, galardão; ou vingança e condenação do Altor da Vida no dia do juízo final. Desta forma, percebe-se que Deus nos julga pela maneira que decidimos viver. O segundo Livro é o Livro da Vida. Livro este tão mencionado na Biblia e na Igreja. É o livro no qual se acha inscritos e arrolados os nomes dos justos. Moisés suplica a Deus perdão para o seu povo, ou que seja o seu nome retirado do livro (Éx. 32:32). No Salmo das lamentações do Messias (Sl. 69:28), diz-se: “Sejam riscados do livro dos vivos e não tenha registro com os justos”. Em Is. 4:3, aparece uma rápida referência, “aos que estão inscritos em Jerusalém para a vida”. Veja ainda (Fp. 4:3; Ap. 3:5; e 13:8). Na antiguidade os soberanos tinham um livro onde escreviam os nomes dos cidadãos fiéis ao reino. Na simbologia bíblica e apocalíptica, os que têm os seus nomes escritos no Liivro da Vida são cidadãos ativos, fieís e gratos definitivo e completo. Todas as pessoas de todas as idades, “grandes e pequenos”, de todas as épócas e lugares, estrão ali e serão julgadas “segundo as suas obras, conforme o que se achava escrito no livro” (v.12).. Por fim, a morte e o inferno, juntamente com a besta, o falso profeta, a Babilônia, serão lançados para dentro do lago de fogo. Aceite a Cristo agora e tenha já o seu nome nesta Comunidade real e celestial inscrito no livro da vida.      Rev. Mario

 

 

O MILÊNIO EM PERSPECTIVA

Nº 218 –  BOLETIM DOMINICAL – 03 NOVEMBRO DE 2019

O MILÊNIO EM PERSPECTIVA – Apo. 20: 1-10

Amilenismo, Pós-milenismo e pré-milenismo histórico. Na totalidade da Bíblia, somente o texto em epígrafe, parece ensinar o reino milenar terreno e futuro de Cristo. Ainda assim, a passagem é obscura. Não podemos fincar uma doutrina cuba base de interpretação é incecrta e amplamente controvertida.É antiga a visão religiosa segundo a qual o tempo caminha linearmente ao final.  As polêmicas vêem desde II Séc por Montano. Agostinho de Ipona refutava os que esperavam um rápido advento de Cristo. Havia ainda os que rejeitavam o milenarismo como Eusébio de Cesareía. As correntes sobre o período de mil anos referido no texto, em relação a Segunda Volta de Cristo é para ser conhecida e cada qual assumir a sua melhor preferência. A base bíblia canônica é mínima. Entretanto, voce tem o direito e o dever de conhecer as três principais intepretações e ficar com a que mais fala ao seu coraçao. Há três escolas principais de interpretação: Os pós-milenistas: acreditam e ensinam que a 2ª Vinda de Cristo será precedida da vitória final do Evangelho no período do milênio. A 2ª Vinda de Cristo será após o milênio e então haverá a ressurreição, o juizo e a vida eterna; Os pré-milenistas: acreditam e ensinam que a 2ª Vinda de Cristo precederá o milênio. Jesus Cristo voltará, haverá a primeira resssurrreição, reinará com os remidos por mil anos, depois haverá a ressurreição geral, o julgamento final e a vida eterna; Os amilenistas: acreditam e ensinam que não há distintição cronológica entre o reino messiânico e o reino eterno; há uma ideia de continuidade; ensinam que este “mil anos” são simbólicos em relação ao tempo de Deus ( 2 Pe. 3:8). O termo usado para descrever um número elevado, uma grande quantidade ou largo espaço de tempo. Os amilenistas afirmam, portanto, a crença na 2ª Vinda de Cristo, na rsssurreição do Corpo, no Reino eterno de Cristo e com Cristo, e na vida eterna. Ensinam tambem que o reinado de Cristo está presente agora no mundo, pois Cristo vitorioso esta governando seu povo através de Sua Palavra e Seu Espírito, enquanto Ele submete grandes e pequenos a Sua soberania e vontade. A pergunta que se faz é esta: Quem está certo? Só na eternidade se dirá. Não adianta criar polêmica com as coisas que hão de vir. Concordemos nisto! São tempos e épocas que o Pai reservou para a sua exclusiva autoridade. A bem da verdade, e para os estudiosos do assunto, o milênio parece mais desenvolvido na literatura apócrifa: Baruque; II Enoque 33;  Irineu V, 28,3; Carta de Barnabé 15:3-08. Nós, herdeiros da reforma temos nos inclinados mais ao amilenismo. Nada impede ao irmão outra preferência que venha trazer paz ao seu coração. Quando chegarmos na eternidade, poderemos ver que estávamos todos errados ou só parcialmente certos. O fato concreto nas Escrituras e nos apócrifos é que Cristo assumirá o Seu Reinado literalmente e para sempre. Assim creio. Deus abençoe a sua vida!   Rev. Mario

 

 

O ADVENTO DE CRISTO

Nº 217 –  BOLETIM DOMINICAL – 27 DE OUTUBRO DE 2019

O ADVENTO DE CRISTO – Ap. 19:11-21

O Cristianismo do pós Reforma do Séc. XVI, se sustentou genuíno apenas por 150 anos. Os fatores históricos que corroeram o tecido genuíno são vários. A realidade cristã exigi-se, hoje, a Reforma da Reforma Religiosa. Um pequeno exemplo desta triste realidade está evidenciado na frase: “Em nome de Jesus!” Não pode ser uma exclamação descuidada ou leviana. Este nome é muito sério e traz sérias consequencias. Por favor, leia o texto acima e entenda. Os bordões dentro da Igreja evangélica já somam centenas: “Em nome de Jesus!”, “Só Jesus na causa!”, “Queima ele, Jesus!”. E nada acontece…È como se fosse um Clichê. Uma frase feita e de efeito. Paremos por aqui, para não nausear. O Apocalípse descreve um dos momentos sublimes e dramáticos, onde Cristo, o Messias, é demonstrado como conquistador e triunfante. O Senhor Jesus é visto e descrito como um Rei vitorioso, que castiga e aniquila a seus inimigos. Um Messias guerreiro, vitorioso, “vencendo para vencer”, montado num cavalo branco bem diferente daquele da abertura do Primeiro Selo (Ap 6:1-2). Este Cavaleiro é chamado “fiel e verdadeiro”. Ele julga e peleja com justiça, Fiel e dígno de fé e de confiança. Jesus Cristo é fiel e verdadeiro, que se contrapõe ao que é falso. Jesus Cristo é mais do que veraz. Ele é genuino. Ele é autêntico. Ele é real. “Ele é o caminho, a verdade e a vida”. Ele julga com justiça. Seus olhos, como chama de fogo – simbolizam seu poder consumidor, sua justiça e sua força. Agora, vejamos a frase enigmática (v. 2), “Tem um nome escrito que ninguém conhece senão ele mesmo”. Que nome é este? É um nome sublime, eterno, maravilhoso e muito poderoso. Este nome é KÚRIOS, que significa “Senhor”. Em (Fil. 2:9-11) fala deste nome. Seria o nome inefável, o nome YHVH, que ninguém sabe pronunciar corretamente. Uns falam JEOVÁ, outros, JAVÉ, e outros YAHVEH, mas ninguém tem certeza. Agora, pense nisto! Este nome novo só quem o recebe sabe que tem (Ap. 2:17). Talvez seja um nome que só será conhecido, perfeitamente, quando da união última e final entre Cristo e Sua Igreja – com as bodas do Cordeiro, na Vinda de Cristo como Rei dos Reis e Senhor dos senhores (Ap. 19:11-16), Equivale o “céu aberto”, para os habitantes da terra presenciarem a cavalaria celestial sair para a última conquista da terra – a batalha do Armagedom. Esta batalha não é de nação contra nação e sim, a luta direta com o Fiel e Verdadeiro que julga a peleja com justiça. Esta vitória tem como seu fundamento o sangue de Cristo  derramado na cruz; bemo como, pelo poder da Palavra de Cristo (19:15). Este poderoso nome se impõe ante seus adversários desde Seu ministério, ontem, hoje e eternamente. “E vi a besta, e os reis da terra…reunidos, para fazerem guerra contra àquele que estava assentado sobre o cavalo branco e o seu exército (19:19). Uma campanha louca empreendida por seres humanos. Cristo os destruirá com a espada de sua boca.   Rev. Mario

 

AS BODAS DO CORDEIRO COM SUA IGREJA

– Nº 216 –  BOLETIM DOMINICAL – 20 DE OUTUBRO DE 2019

AS BODAS DO CORDEIRO COM SUA IGREJA – Apo. 19:1-16

O casamento de Cristo com a Sua Igreja é o mais esperado, abençoado e feliz de todos os eventos desde a criação do mundo. A cerimônia será logo após a destruição de Seus iminigos no conflito de Armagedom, o mais tremendo dos Séculos. Vimos que foram executados, sobre a terra , os selos, as trombetas e o derramar das sete taças da ira de Deus. Chegou a hora do Senhor findar com o governo humano e inaugurar o Seu Reino. As nações se amontinam, Satanás está  no Zênite do seu poder (Dn 9:27). Neste tempo o Anti-Cristo estará cercando Jerusalém para destruir os Judeus, que serão salvos por Cristo na sua 2ª Volta (Ez. 14). Essas forças estarão unidas em uma só causa e em um só propósito, o de  destronar o Deus Vivo e deificar o homem na terra. Porém, a Babilônia religiosa e Política (17 e 18), sofrerá a sua total ruína. Enquanto os habitantes de toda terra lamentam e pranteam a queda dessa grande prostituta (Ap.18:15-19), os Céus rompem em volume de louvor ainda maior, e quatro vezes repetido, sobre tal queda final e total da Grande Meretriz – Babilônia. O primeiro “Alelúia” (19:02) dá a abertura de uma sucessão de mais três Aleluías. A palavra significa: “Louvai ao Senhor” No Novo Testamento a palavra “Alelúia” ocorre somente neste texto. Usa-se essa palavra hebraica nos Salmos (146-150) começam e findam com a expressão “Alelúia”. É a mais sublime aclamação de culto e de adoração. Anselmo considerava-a como palavra angelical; Agostinho dizia: “A palavra “Alelúia” exprime o sentimento que abrange toda a bem-aventurança, ou estado bendito, do céu”. “Segunda vez disseram”.”Alelúia!” (19:3), O grande Coral, anuncia que Deus está julgando os ímpios da Babilônia que é o apogeu de toda corrupção que já houve debaixo do sol. Os vinte e quatro anciãos e as quatro criaturas também confirmam a adoração da vasta multião (Ap.7:1-14; 14:1-8; 18:20). Todos os seres do céu são convidados a participar na adoração, tanto grandes como pequenos (19:5). E por que? “ Pois, reina o Senhor nosso Deus, o Todo-Poderoso.” (19:6). A Igreja é representada como esposa ou noiva do Senhor Jesus por causa do amor íntimo e ligação espiritual. A noiva tem de cumprir condições:1) Ser Desposada: prometida em casamento – o noivo celestial quer ganhar o amor da alma do pecador; 2) A Noive Deve Ser Leal: a verdadeira noiva é sempre leal ao noivo, apesar de todas as forças e propostas irrecusáveis que querem desviá-la de Cristo; 3) O Crente Deve Gozar Comunhão; Não basta apenas adorar de forma mecânica; e sim, orgânica. É de coração e de alma. Existe na relação espiritual o desejo ardente de entrega, de devoção e sublime amor envolvidos. 4) A Noiva Deve Submeter-se: “o marido é o cabeça da mulher, como tambem Cristo é a cabeça da Igreja (Ef. 5:23). Sem tal obediência e amor na relação não pode haver uma comunhçao verdadeira. Ou Cristo é o Senhor de tudo ou de coisa alguma.  Entregue-se de coração e alma a Cristo! Rv.Mario

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