Blog

ENTRE A CRISE E O MILAGRE, MARCHEMOS SIM, AVANTE!

Nº 260 –  BOLETIM DOMINICAL – 27 / SETEMBRO / 2020

ENTRE A CRISE E O MILAGRE, MARCHEMOS SIM, AVANTE! Êxodo 14: 3-18

Anne, minha preciosa neta de 3 anos e 4 meses, não tem a noção do que acontece no Brasil vestido de verde e amarelo. A geração da Anne, exige que oremos,  lutemos e marchemos como povo heróico e retumbante. Servimos a um Deus Vivo e Verdadeiro, Aquele que criou os mares, e os oceanos, dividiu o mar vermelho e andou por sobre as águas. O Deus Fiel está presente na  sua vida ao passar pelas águas, pelos rios e pelo fogo (Is. 43:2). É Deus que acende a luz nas trevas! “..tribulação produz perseverança; e a perseverança, experiência; e a experiência, esperança,” (Rm.5:3,4). Então,Marchemos! Não podemos abdicar do nosso Brasil, de um “sonho intenso, um raio vívido de amor” às nossas crianças. “Ès mãe gentil…” No fragoso alcantil, na amplitude celeste, um hino ao Senhor”, ainda que, sob o manto cinzento de fuligem ardendo em chamas. O braço impávido não descansa na amazônia verde, no cerrado e na caatinga. Infelizmente, a sociedade moderna entendeu de uma forma diferente, resultando no aparecimento de um homem  (Agronegócio) “dominador e escravizador das forças da natureza para o benefício individual e social. O homem do terceiro milênio e, principalmente o cristão, precisa saber que o mundo não é fruto do seu capricho e desejo. O mundo é bem anterior ao próprio homem e não lhe pertence; pertence a Deus, Seu Criador (Sl. 124:1) Contudo, o mundo lhe foi dado como sua casa  cabendo-lhe a tarefa da boa mordomia e administração, ambiental sustentável. ´A ecoespiritualidade  tem a ver com a ecologia e a fé. São pressupostos bíblico, teológico e  existencial. Desde a Conferência de Kyoto-Japão 1997, até o momento, o que as igrejas e os púlpitos têm conscientizado sobre a espiritualidade ecológica? Desde o Éden, a lei cultivar é trabalhar a terra, e guardar é preservá-la (Gn.2:15). A fé bíblica na providência divina abraça a ciência à espera da Vacina contra a Covid-19, com 140 mil mortos e mais 4.6 milhões infectados. A falta de ética e o problema da corrupção endêmica, não dão tregua, cuja lama, nascente da “Bahia da Guanabara-RJ”, passa pelo Planalto e contamina o Brasil inteiro. No espelho da lama, nos vemos e nos envergonhamos, seja pelos rejeitos de Brumadinho e Mariana, seja pelo capitalismo de exploração e destruição, seja pelo sistema neoliberal faminto, abusivo, e desumano, seja por Flordelis e seus simulacros, no Congresso, (bancada “evangélica” com 195 Deputados ganaciosos); seja pelo “centrão partidário de pastores” midiáticos e fisiológicos, que silentes, não dão um pio, sobre absolutamente nada, agressivo, funesto e lesivo aos bons princípios, a moral e a justiça. Como no caso da menina de 10 anos, submetida ao aborto “interrupção legítima”. E cruelmente, vítima do “fanatismo religioso”. O conchavo é assustador entre a política e a religão num misto de prevaricação e prostituição religiosa (Os.4:4-19; Mq. 7:1-10), “os seus príncipes amam apaixonadamente a desonra.”(Os. 4:18b). Por onde andam: R.R. Soares, Edir Macedo, Valdomiro Santiago, Silas Malafaia, Marco Feliciano, Manoel Ferreira, Pr. Everaldo, Josue Gonçalves, Pr. Cláudio Duarte, Josué Brandão, Agenor Duque, José Wellington, Renê Terra Nova, Samuel Câmara, Marcio Valadão, Rina, Hernandes Dias, Estariam estes líderes mais influentes do Brasil Gospel, apenas orando, por sua Excia Presidente da República no Planalto Central? A sociedade e, em especial nós cristãos, queremos ver os lúcidos, os puros, os dígnos, os honrados e arautos da Verdade e do Reino, profetizando e apontando a solução diante de tamanho sofrimento e apreensão. Desde 2016, pra cá, a palavra “impeachment” tem-se banalizada, e chegamos a três Governa- dores prestes ao impedimento. Este é o reflexo de uma sociedade doente. Entre a crise e o milagre, a solene manifestação da misericórdia e da graça de Deus. Rev. Mario Ramos

SALVAÇÃO DAS CRIANÇAS  E DOENTES MENTAIS

Nº 259 –  BOLETIM DOMINICAL – 20 / SETEMBRO / 2020

SALVAÇÃO DAS CRIANÇAS  E DOENTES MENTAIS – Mt. 19:13-15; Mc.10:13-16

O Senhor Jesus, deu-nos o exemplo de como devemos considerar as crianças ao rece- bê-las, abençoando-as com a imposição de mãos. Fica claro, a mensagem de que as crianças precisam de proteção dado aos constantes riscos de vida. A UNICEF, a FAO e o Conselho de Padiatria, são unânimes e contundentes, quanto às advertências de protenção das crianças de todas às formas de agressão, violência e exploração. A criança não é futuro, é antes, presente e é real! O plano de Deus é para a família com- pleta. Desde de Gênesis Deus prometeu bênçãos a família e aos filhos (Gn 1:1-3). O apóstolo Paulo, sistematiza a relação da  familia moderna entre pais e filhos, em (Ef. 5:22-33;6:1-4). O profeta Malaquias, 450 anos a.C., profetizou a conversão dos corações entre pais e filhos e vice-versa (Ml.4:6), condicionante às bênçãos na família, na igreja e na sociedade, constando do decálago de Êxodo 20:12. O tema acima é oportuno, deli- cado e dificil. È preciso vê-lo com os olhos da alma e entendê-lo com  “a mente de Cristo”. É fácil crer e admitir a salvação das crianças e dos mentalmente incapazes, à luz da graça e da misericórdia de Deus em Cristo. Porém, necessário se faz aqui algumas considerações bíblico e teológico, quanto a doutrina da salvação. 1) O “vírus” do pecado infectou a todos; 2) Somente Jesus Cristo Redime; 3) Salvação só pela Graça de Deus; 4) Necessidade de arrependimento–confissão de pecados; 5) O valor da fé substitutiva dos pais ou responsáveis das crianças; 6) O Espírito Santo, aplica no coração humano a graça salvadora; 7) A Deus compete: Sabedoria, amor e justiça. Esta salvação é um ato único de Deus. Nada, no homem, concorre ao fluxo da Graça divina. Portanto, não há nenhuma previsão humana ou merecimento nessa salvação (Ef.2:1,8-10). Somos justi-ficados diante de Deus pelo que Cristo fez e sofreu por nós. Jesus nos substituiu na maldita cruz. Nós, que merecíamos está alí, não Ele. Jesus tomou o nosso lugar, Se fez pecador por nós, e recebeu a condenação de morte na cruz por nós. Não podemos negar o fato e muito menos, iludir a nossa consciência da responsabilidade solidária. O nosso castigo eterno, imposto pelo pecado, caiu sobre Jesus. Sendo o salário do pecado é a morte, Ele morreu por nós: “O castigo que nos traz a paz, caiu sobre ele.“ No ato da justificação, os méritos de Cristo nos são atribuídos – por isso somos salvos pela graça, mediante a fé. Aqui surgem as indagações sobre a salvação das crianças e dos mentalmente incapazes. Vejamos: 1) O louvor das crianças é perfeito – Salmo 8:2a e Marcos 10:13-16, a cena é comovente e inesperada: Jesus está no templo curando e ensinando. Surge um grupo de crianças exclamando: “ Hosana ao Filho de Davi… “Este coro, põe nos lábios dos principais sacerdotes, escribas e fariseus, aquilo que seus corações endurecidos resistiam; 2) Jesus aponta às crianças como paradígmas do Reino de Deus em relação aos adultos (Mt.18:3,4; Lc.18:16). Jesus acolheu, abençoou as crianças, repreendeu os adultos ao obstar e disse-lhes:  “Se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças de modo algum entrareis no reino dos céus” (Mt. 18:3-4); e quantos aos loucos e aos demais impossíveis aos homens? 3) Na Sião futura haverá um Caminho santo, diz o profeta Isaías, e os mentalmente incapazes andarão por ele, não o errarão – (Is. 35:8). Esta mensagem projeta a era milenar em grandiosas descrições bíblicas, cronologicamente aos juízos do Cap. 34, ao 35:1-7, o povo será salvo e sarado. Cremos que as crianças e os mentalmente incapazes têm direito ao Reino de Deus, devem ser recebidos na igreja de Cristo. Reza nossa CFW: “As crianças que morrem na infância e os mentalmente incapazes de serem externamente chamados ao arrependi- mento e à fé em Cristo são regeneradas e salvas por Jesus Cristo.”  Rev. Mario Ramos

JOVEM: FÉ E CONSCIÊNCIA NO 3º  MILÊNIO

Nº 258 –  BOLETIM DOMINICAL – 13 / SETEMBRO / 2020

JOVEM: FÉ E CONSCIÊNCIA NO 3º  MILÊNIO –  Daniel.  1:8-16: I Jo. 2:14

Greta Thunbarg não está sozinha. Os Jovens  de todo o mundo tem se levantado para cobrar governos, empresas, e autoridades na construção de políticas energiticamente mais limpas e sustentáveis, entre elas: Hamagaí, Autumn Peeltier, Masti e Xiye Bastida. Passou o tempo de compreender e aceitar o impacto dos jovens na sociedade, os formadores de opinião entre os 18 a 26 anos e suas caracteristicas perante às diversas gerações.  O texto  fala-nos de quatro Jovens tementes a Deus na Babilônia. O reino apóstata de Judá, estava tão corrompido que a solução foi puní-los como cativos de Babilônia (605 a.C.). Lá estavam Daniel, Hananias, Misael, e Azarias. A despeito do colápso em Judá, eles guardaram puros o seu caminho, não se derreteram à influência nefasta de seus líderes, não se degeneraram espiritualmente e não abandonaram a lei de Javé. Antes, foram vítimas e sofreram a opressão dos cativos de Babilônia (Sl 137). Judá, um País, entorpecido de religiosidade falsa (Jr.14:7-15:1-9), uma religião política (Jr. Caps 16/17), de joelhos aos reinos pagão, idólatra, conservador e cruel. Jamais alguém deu ouvidos ao profeta Jeremias em todo seu ministério. Havia a prostituição espiritual, obscurantismo político e sincretismo religioso, tal como no Brasil, à influência neopentecostal nos poderes institucionais a partir do Planaldo Central, apesar do Estado Laico. O Munícipio do Rio é neopentecostal em  identidade, administração e corrupção.  Daniel e seus três amigos não estavam sozinhos, pois, o Senhor Deus era com eles. Eles guardavam suas vidas através da Palavra de Deus (Deut. 6:6-7). Não curvaram ao rei babilônico, aos seus deuses e aos falsos profetas. As muitas experiências vitoriosas falam desses jovens fervorosos e conscientes dos deveres. Os Caldeus conheceram o verdadeiro talento desses jovens (Dn.1:17). Eles foram educados na filosofia babilônica e aprenderam sobre o intectualismo dessa cultura e de sua religião (Dn.2:27-30). Outro exemplo é Moisés educado na ciência egípcia. (At.7:22). Deus os levantou naquela conjutura sócio-política-religiosa, para fazer toldar a justiça divina e restaurar um povo “santificado”. Após a segunda guerra mundial, o mundo viu uma explosão populacional. Daí surgiu a expressão “baby boom” – explosão de ciranças. Os filhos destes, geração nascida nos anos 60/70, conhecida como geração X, foi mais próspera em aquisição e cultura que seus pais. Chegamos a geração Y, que apesar não terem nascidos diante da internet-iPhone como  a geração Z, tiveram a oportunidade de acompanhar todo o desen- volvimento da mesma, o excesso de informação e a super conectividade. O conceito de Jovem-Z no  3º milênio, tem a ver com a produtividade. São jovens “fora da caixa”, do “F.5”, conectados,  atenados e avançados, longe do “alcance” de seus pais, em favor de si mesmo, da família, da sociedade e do mundo. A ideia é ambiente de trabalho  descontraído, home office, horários flexíveis, bonificação por desempenho, desafios, feedback, elogios. L. Brizola, sonhou com os jovens líderes, seja na política, na empresa e nas instituições.  São os jovens da geração Z. A nossa IPB foi fundada por um jovem de 26 anos. Em 1938, foi estruturado o trabalho de nossa Mocidade. O 1° Secretário foi  Benjaim Moraes. A CNMP (Nacional dos Jovens e sua Agenda (1944-1951) seria atual para hoje: Evangelização, problemas sociais: analfabetismo, as guerras, ação social, ecumenismo, política, recreações e problemas da igreja. Dessa cúpula de jovem, da CNMP, foi Richard Shaull, o ex-missionário presbiteriano na Colômbia. Ele foi escritor e conferencista. Pasmem, a Agenda acima levou ao confronto entre a CNMP e a cúpula da IPB/SC, até em Fevereiro de 1960. Veio a extinção da CNMP  através de um “coup d” Eglise”, (golpe na Igreja). Confiemos na Força, inteligência e fé dos jovens!  Rev. Mario

ESPIRITUALIDADE APARENTE

Nº 257 –  BOLETIM DOMINICAL – 06 / SETEMBRO / 2020

ESPIRITUALIDADE APARENTE  – Gen. 3: 15-21

Julgar alguém é mais fácil do que a auto-análise. Olhar os outros é mais cômo-do do que olharmos para dentro de nós. Goethe disse: “ o ser humano realmen-te verdadeiro é o ser humano nú”. Disse, Carl Jung: “O que não enfretamos em nós   mesmos encontramos como destino.” O texto  revela o Homem Adão-Eva, cabeça federal da humanidade. Adão teve medo de olhar para dentro de si – autoconhecimento. Olhar para dentro si mesmo dói. É mais fácil fugir, evadir-se e distribuir culpas, mascarando o que realmente importa.“…Ouvi a tua voz no jardim, e, porque estava nú, tive medo e me escondi.” (Vs.10b). “…Quem te fez saber que estavas nú? (vs.11b.:”Que desça o pano, a comédia acabou”:Disse Rebelais. Adão, em sua culpa objetiva revela: a culpa legal, a culpa social, a culpa pessoal e a culpa teológica; Em sua culpa subjetiva: revela Adão um sentimento fúnebre, desconfortável e insatisfeito com a vergonha, remorso e autocondenação. Adão-Eva, foi vítima das três áreas do auto-engano espiritual: comer, agradável e desejável (vs.6). ”Toda a nudez será castigada”. O livre arbítreo espiritual estava na obediência, porém, o fracasso humano triunfou!. Adão-Eva, estar morto espiritualmente (vs.3). Prevaleceu a natureza terrena, adâmica. Foi o Paraíso perdido e o pecado e a morte encontrados. (Rm.5:12; Ef. 2:1; Rm.3:23-26). Mas, Gênesis em sua cosmologia, é o princípio tambem da manifestação da Graça Redentora em Cristo (Gn. 3:15 e 21). Deus é Justo e Bondoso. O casal, Adão-Eva, veio obedecer a Satanás e virar às costas para Deus, na tentativa de “eliminar” o Senhor de suas vidas e experimentar uma nova existência independente de Deus. Contudo, foi poupado, ao receber o castigo e ao mesmo tempo, a preservação sendo expulso do jardim (vs.23). A possibilidade de pecar não constava da necessidade. Em sua Carta aos Efésios, Paulo faz uma oportuna advertência, quanto a prudência no andar e viver (Ef.5:15,16). De fato, temos vivido dias pra lá de difíceis, que vai da pandemia, caos social, corrupção, fanatismo político-religioso, escândalos,  uma geração gospel fracassada, que distorce a verdade, divide as igrejas, divide as familias e diviniza falsos profetas. A todo instatante somos confrontados com situações que exigem de nós uma postura firme e determinada, segundo os parâmetros estabelecidos na Palavra de Deus.O profeta Isaías, chegou a andar seminu por três anos, para trazer Israel à lucidez no contexto político-religioso-social. Buscar refúgio no Egito e não confiar no Senhor seria trágico (Is.20:2-3)). A relação de Israel com Deus era de fachada e espiritualidade aparente.Paulo traça a ética cristã em Col. 3:10, sobre o “velho” e o “novo” homem com os seus feitos.  O cristão está ressuscitado com Cristo.“Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena: prostituição, impureza, paixão lascívia, desejo malígno, e a avareza, que é idolatria (Cl. 3:5). “Despojai-vos…” (Cl.3:8). “Revestistes do novo homem” (Cl.3:10). Santos e amados,  bondade, humildade, mansidão e perdoai-vos (Cl.3:10-17). Vista-se de  “linho fino” dos atos de justiça (Ap.19:8). Rev. Mario

A VINDA, OS DONS, E O FRUTO DO ESPÍRITO SANTO

Nº 256 –  BOLETIM DOMINICAL 30 DE AGOSTO DE 2020

A VINDA, OS DONS, E O FRUTO DO ESPÍRITO SANTO – I COR. 12:1-11

O Deus Espírito Santo é eterno e pré-existente. Ele laboriou na criação, agiu ao longo da História Sagrada e falou pelos profetas. A vinda do Espírito Santo se cumpriu e ainda opera. Ele é Deus Pessoal e Soberano. Ele age como quer, quando  quer e onde quer. Ele jamais estará sujeito à padrões, parâmetros ou exigências. O Dom no (singular) do Espírito Santo é o Próprio Espírito Santo (At. 2:38; Ef. 4:7), diz Pedro sobre a Graça. Jesus confirmou em João (7:38-39); e prometeu a presença real dEle, por processão do Pai e do Filho, Caps (14,15,16)  de João, até a consumação dos séculos (Mt. 28:18-20).Os Dons, no (plural), são provenientes do Dom (Ef.4:7-11), prometido à Igreja em Atos 1:4-5; 2:1-8; Joel 2:28-32, em que Pedro faz menção na pregação de Pentecostes (At. 2:14-18). A Igreja tem ministérios; os crentes têm Dons. Os Dons “pneumátikon” são serviços a serem prestados por meio dos ministérios,”leitourgia”. os dons estruturais em (Ef. 4:11); “os apóstolos, profetas (Ef.2:20), evangelistas (At.21:8) cessaram; pastores e mestres.” continuam, e os dons espírituais I Cor.12:1-11; a saber, num contexto de divisões e frouxidão moral numa igreja que nenhum dos dons faltavam (v.7), enquanto que o Cap. 13, trata do poder do amor, como condicionante, ao uso dos dons hoje, e a disciplina deles no Cap. 14. Seja como for, os Dons não são nossos, pertencem ao Espírito Santo, são de Cristo. Os dons têm uma dimensão trinitária; visam a edificação da igreja, a um fim proveitoso, à evangelização e ao testemunho. È verdade que o pensamento Reformado Histórico tem critério quanto a aceitação contemporânea dos dons mais espetaculares. Os Pais da Igreja no I Século, falaram na cessacão desses dons. O Rev. Modesto Carvalhosa, em 1903, está no episódio, que envolveu o Rev. Felipe Pavan, que convidou o Diácono ex-presbiteriano, Luigi Francescon, missionário Ítalo-americano, o qual, fez na Igreja de Pavan, IPB do Brás-SP,  pregações sobre os “dons espirituais”, o que deixou Pavan e vários membros perturbardos,  mediante a experiência mística. Pavan passou a ser o primeiro Ancião da CCB, Esta triste cena, voce presbiteriano, de lá prá até hoje, não se cansa de ver aqui e ali. Falta de “maturidade espiritual”.(S. Kierkergaad). Foi a partir da 2ª guerra mundial a proliferação dessas seitas. No Brasil final dos anos 60. No pós democracia, 1985, o neopentecostalismo-midiático-político, tomou o Brasil. Hoje, é o “vento” da teologia e eclesiologia coaching (a lâmpada mágica do Aladdin) pretensa substituição  ao ministério do Espírito Santo (Jo.14:15-30). Onde a Palavra profética não tem vez não se pode dá ouvido.O fruto do Espírito Santo, no (singular), é um belo cacho de nove sabores do mesmo fruto (Gl. 5:22-23), em oposição as obras da carne (Gl. 5:19-21). O fruto do Espírito Santo nós não “colhemos”, apenas, manifestamos. O cristianismo sincretista no Brasil, gerou oportunistas como Flordelis, Pe. Robson e João de Deus. Na política,vá-rios cristãos nominais corruptos de ontem e os de hoje. O carisma da Igreja não é uma fala-mansa, omissa e covarde e sim, a elegância no coração. Rev Mario

A AÇÃO POLÍTICA DOS CRISTÃOS, HOJE

Nº 256 –  BOLETIM DOMINICAL 23 DE AGOSTO DE 2020

A AÇÃO POLÍTICA DOS CRISTÃOS, HOJE – Rm. 13:1-8; I Tm. 2:1-3;

Política dentro da Igreja não dá certo. A igreja precisa participar da política. Para João Calvino,o projeto de Deus na política é: “A função da política é fazer com que as leis dos homens se aproximem da lei de Deus”. A nossa Constituição Federal, 1988, em plena vigência, reza que o Estado é Laico. Na laicidade, o Estado não se intromete na vida da igreja, e nem a igreja, se intromete nas coisas do Estado. Política é a arte das relações humanas e obtençãos dos resultados desejados. É a ciência de dirigir os negócios públicos objetivando o bem estar de todos (C.F. Arts. I,II,III, IV e V). As Escrituras relatam o desenvolvi- mento político de vários servos de Deus desde José (Gn.41:37-57), passando pela Teocracia de 360 anos, com os 12 Juízes, a Monarquia de Israel chegando a Daniel e seus amigos (Dn.1:1-21). Vemos que os mais consagrados servos de Deus tiveram, na ação política, a função de um canal de bênçãos para a população em geral. O salmista mostra a ação política de Deus em favor dos menos favorecidos (Sl. 82). Em meio aos caos da política Deus quer agir. A ação providencial de Deus acontece por meio do comprometimento de servos consagrados e competentes. O “out door” do futuro (Hab. 2:2), mostra o Deus Eterno, o Autor da História, com dados relevantes sobre o tempo do fim: a Moral Cristã e os Meios de Comunicação de Massa (Mídias Sociais). Esta mídia, tradicional ou não, tem aproveitado da tendência mística do ser humano, com sua capacidade de impor uma  “democracia” induzida, de conhecer e mudar, o comportamento humano pessoal, interpessoal e espiritual das pessoas.Tenta direcioná-las a crer naquilo que não é confiável, manipulando-se e confinando-se ao fanatismo político-religioso. Suas informações, em grande porporções, chocam-se frontal com a ética, a lógica, a teologia, e o ensino da Palavra de Deus. A verdadeira política não pode estar a serviço de desenvolver o amor ao ódio, a mentira (fake news) e às discórdias. No contexto histórico da política no Brasil, desde à Colônia Luso-brasisleira, o Império, a Velha República, Regime Militar e a Nova República, qual foi a ètica posta e o real combate à corrupção por exemplo? Teria o Brasil, em algum momento, levado á sério, a ética de Espinoza? Qual foi o respeito dado ao Ministério Público, à Polícia Federal e às leis positivadas? Diz o saudoso, Bispo Robson Cavalcanti: “Desgradaçamente os cristãos não estão sendo treinados para a democracia em seus espaços eclesiais“. A ação política da Igreja não deve estar a serviço de si mesma, mas “deve ser uma braço da igreja a serviço do reino, como promotor de seus sinais históricos possíveis: a justiça, a paz, a honestidade, a liberdade, etc., No Brasil, “Direita” e “Esquerda“ estão para uma narrativa ideológica partidária oportunista,  não uma força de coesão política. O modelo praticado seja qual for a Sigla, é a  democracia capitalista neoliberal, sob aos aupícios do  “Centrão” com 36 Parti-dos-Empresas. A participação da Igreja, não se trata de alianças com Partidos, Candidatos. O compromisso da Igreja é com Cristo  e seu Evangelho. Rev. Mario

ADORAÇÃO NA VIDA DA IGREJA

Nº 255 –  BOLETIM DOMINICAL 16 DE AGOSTO DE 2020

ADORAÇÃO NA VIDA DA IGREJA – Salmo 95: 1-11

Nossa Tese apresentada ao Presbitério, em Outubro de 1989, em cumprimento às exigências acadêmicas e à Licenciatura ao Sagrado Ministério versou o tema: “A Igreja Como Comunidade Litúrgica”. Aqui transcreve-lo-ei, parágrafos à Introdução da Tese: “A questão da Liturgia tem sido profundamente debatida em nossos dias. Na reunião extraordinária do Supremo Concílio da I.P.B., realizada em Lavras-MG. em Julho de 1988, tivemos informações que o assunto mais constantes, em conversas particulares, e nas discursões em plenário, foram os mais diversos enfoques a respeito da Liturgia da Igreja Presbiteriana do Brasil”. (Rev. Sabatini Lalli in Jornal Brasil Presbiteriano, Agosto de 88, pg.3 – Editorial). Outro dia lendo uma revista que já ganhou certa projeção no meio evangélico (Kérigma) me deparei com um depoimento que me assustou. Transcreve-lo-ei na íntegra para melhor compreensão e meu espanto. “Creio que a principal coisa é aquilo que o compositor está vivendo (compositor evangélico). A maioria dos hinos que foram compilados são resultados de experiências profundas de pessoas com Deus. Está faltando um reconhecimento da igreja como um todo da revelação que ele está dando através dos cânticos” (Cf. Asaph in Kérigma, ano II nº 10, pp. 24). Que o compositor sacro deve cantar sua experiência com o Senhor é óbvio, os escritores dos Salmos assim agiram. Mas quanto a revelação que ele está dando, eis aí um grave erro teológico no que se refere à revelação e o culto. O Salmo 95, é uma genuína expressão comunitária de adoração e louvor ao Senhor. Toda cerimônia de culto apontava para o reconhecimento de Deus como Rei e Messias em toda a terra. A celebração do culto era uma festa espiritual cheia de beleza e alegria, com instrumentos musicais e danças (Sl. 150). O Sl. 95, era um típico Salmo de louvor cantado pela Igreja Primitiva no início dos cultos comunitário. Era um convite à adoração (vv.1-2); pela Soberania de Deus sobre todos os deuses (vv.3-5); uma chamada continuada à adoração de Deus (v.6), o Único Criador e Pastor de Israel( v. 7); uma advertência a presente geração quanto a incredulidade e o dever de cultuar (vv.7b-11). O louvor contemporâneo é bem-vindo! Não podemos substituir os fundamentos e nem mudar os marcos da teologia sadia e da liturgia amparada na revelação bíblica. Nossos jovens necessitam deste espaço solente, alegre e fundamental à preparação da Mensagem bíblica. Os instrumentos musicais em harmonia e moderados perfazem o coro. A Comunidade  carismática, simpática, extrovertida, comunicativa é talentosa. É um Dom divino! Os dons não são símbolos de status espirituais.O conceito de adoração no 95, implica em ir à presentça de Deus com algo para dar, para oferecer, muito mais do que para receber.O foco do culto é Deus e não o homem. A glória é de Deus e não do dirigente ou do cantor. Na adoração, nos aproximamos de Deus com  mãos vazias e saimos de mãos cheias. Entramos para adorar e saimos para servir. A adoração começa no interior e manifesta-se no exterior (Rm. 12:1-2). Rev. Mario

IGREJA E PANDEMIA: DESAFIO MÚTUO

Nº 253 –  BOLETIM DOMINICAL 02 DE AGOSTO DE 2020

IGREJA E PANDEMIA: DESAFIO MÚTUO – Lc. 21:1-28; Mt.24:4-14

Estendemos nossas condolências as mais de 90.300 famílias enlutadas e mais 2.566,000 diagnósticos de Covid. A História é bíblica. Deus é o Ator e o Autor da História. Não existe vencidos e nem vencedores da Covid-19. Deus criou, governa, sustenta e espera que a Sua criação O louve, adore e glorifique.O nosso Deus é Deus vivo, santo e verdadeiro. Ele se importa com voce. Ele não  criou voce  para sofrer. Voce tem direito de viver e de ser feliz ou pelo menos, tem direito de buscar a felicidade. ”exultai e erguei as vossas cabeças; porque a vossa redenção se aproxima.” (Lc.21:28b). A Igreja de Cristo é a Comunidade Terapêutica. Um lugar de perdão,de reconciliação e de amor. Um lar de fé, de paz e de esperança. Vitórias e derrotas nos habitam! É um “hospital, um pronto socorro” espiritual sim para pecadores. As ciências humanas refletem sobre a sociedade pós-pandemia. A história e a própria experiência humana nos contam sobre as pandemias que o mundo já enfrentou. O que não nos contam é como será daqui para frente após a Covid. Cremos na relevância do Evangelho para o mundo pós-cristão e pós pandemia. Nossos reformadores conheceram a Peste Negra 1346/1671; a IPB nasceu em meio a Febre Amarela (1849); e, passamos bem pela Gripe Espanhola (1918). O 2º Congresso de Lausanne (1989) tambem manifestava preocupação quanto à defesa do Evangelho, desacreditado na sociedade secularizada. Em 1993 realizou na Suécia, a Consulta de Lausanne sobre a Fé e  Modernidade, à pauta  secularização. Entedemos que o 3º milênio estar começando agora com a Covid-19. Qual será a postura da Igreja do pós-pandemia? Qual tem sido a postura da igreja ante as filosofias  do presente? Paulo em (Cl. 2:8-17), questiona ao traçar a grandeza de Cristo e as práticas religiosas falsas. A teologia estar para a providência divina, assim como, a ciência para as probabilidades. Cremos que em breve voltaremos ao normal. Mas, qual normal? Sabemos que:”Jesus Cristo ontem e hoje é o mesmo”.“ (Hb.13:8). A Igreja está assentada na História da criação a redenção e superou todos os seus estágios com destinação até a “consumação”. (Mat. 28:18-20). Nem mesmo no período de 400 anos, de tétrico silêncio profético e cerimonial, do tríplice fundamento judaico: Lei Moral, Civil e Cerimonial, do Antigo Pacto, extremecido por guerras, entre Macabeus e os quatro generais de Alexandre, o Grande, e do império romano 63 a.C/636 d.C, pôs fim, os planos de Deus e de Sua Igreja. O Evangelho não muda, mas os métodos sim. É preciso investir em mídias! Não queremos crescer a qualquer preço. É preciso ter ética nos métodos de evangelização.Os métodos devem ser priorizados em função do perfil da igreja e do ministério. A Igreja não pode sacrificar a sua identidade ou descacterizá-la. Portanto, não vale qualquer método. Para nós presbiterianos  os fins não justificam os meios. A igreja no pós-pandemia, terá como desafio o manter às “portas abertas” – responsabilidade social. Tempo de desemprego, fome e miséria.  A missão precisa ser integral; pregar, ensinar e curar. Rev. Mario

OS ABSURDOS DO EVANGELHO

Nº 252 –  BOLETIM DOMINICAL 26 DE  JULHO DE 2020

OS ABSURDOS DO EVANGELHO   –  I Co. 1:18-31

“Que farei de Jesus, chamado Cristo?” (Mt.27:22). Este foi o drama, a síndrome e a fadiga crônica, que sem poder falar, lavou as mãos. Pilatos, um homem cruel, pusilânime e indefinido. “E daí?…seja Deus verdadeiro,e mentiroso todo homem…” (Rom. 3:3,4) É má coisa não escolher o bem logo no princípio, mas é pior não mudar mesmo depois. Cristo é o Evangelho, a Palavra encarnada! O Evangelho, tal como empregamos hoje, significa a mensagem anunciada pelo cristianismo. Na literatura grega, “evanggelion”, designa a recompensa dada a alguém pela entrega de boas notícias. Mais tarde, veio a significar as Boas No-vas em Cristo, que Deus cumpriu as Suas promessas e Seu plano eterno (Ef.1), enviando o Seu Unigênito Filho ao mundo para resgatar e salvar a todo aquele que nele crê (Jo.3:15-21). Quem crê em Cristo tem a vida eterna. Não entra em Juizo. Passa da morte para vida (Jo.5:24). Quem rejeita Jesus ou se mantem indiferente, não tem a salvação. Quem crê, confessa; e só quem confessa crê (Rm. 10:9-11). Não há lugar para discípulos secretos:ou voce é ou não é. Não existe “quase” ou “meio” cristão. O Evangelho só será boas novas se chegar a tempo e de forma correta. Os  absurdos do Evangelho estão na pauta judicial da plausibilidade da soberana vontade de Deus. A decisão divina é teratológica (absurda) e vinculante a Cristo, os profetas, os apóstolos e a igreja (Sujeito ao Pacto da Antiga e Nova Aliança),vale dizer, adstrito à previsão  (Lei e Graça), a Predestinação/preordenação de todas cousas em Cristo. “de fazer convergir nele, na dispensação da plenitude dos tempos, todas as cousas, tanto as do céu como as da terra;” (Ef.1:10). Os absurdos do Evangelho, não combinam com um evangelho “idiotizado”, infantil e imaturo, qual seja, a própria negação do Reino. D. Bonhoeffer, em cristianismo a-religioso diz:”Jesus Cristo é o centro, é a força da Bíblia, da Igreja, da teologia, e tambem da humanidade, da razão, da justiça, e da cultura. Tudo deve retornar a Ele e só sob a Sua proteção pode viver”. Assim, ao consideramos o Tentatêuco, necessário se faz, a hermenêutica reformada, “orare et labutare” (oração e ação) no estudo diligente do texto e do contexto histórico na sua interpretação (J. Calvino). Os aparentes absurdos dos eventos históricos e odiendos  do Pacto da Lei, têm como principal lição ensinar ao povo de Deus o dever-ser pela fé, confiando em Suas promessas, para poder avançar e alcançar à terra da promissão. Revela ainda a incredulidade; a recusa da promessa; o pecado dos líderes e do povo em geral; a disposição desta idolatria; o fracasso de Israel como nação eleita, a inclusão dos gentios, por fim, a promessa do Messias-Cristo. Ora, Paulo diz que: “a lei nos serviu de aio-serviçal até nos conduzir a Cristo (Gl.3:24-25). Considerando o Cristo total, descobrimos na encarnação o amor de Deus por sua criação; na crucificação, o juizo de Deus sobre a carne; na ressurreição, a justiça e vontade de Deus sobre o mundo. O Evangelho é justiça e juízo (Mc.16:15-16) Enfrente os absurdos pela fé!  “Que farei de Jesus, chamado Cristo?” Qual é sua resposta?  Rev. Mario

O EVANGELHO BÍBLICO E A  FÉ REFORMADA

Nº 251 –  BOLETIM DOMINICAL – 19 DE  JULHO DE 2020

O EVANGELHO BÍBLICO E A  FÉ REFORMADA –  Rom. 5:1-21

Vamos botar os Pingos nos Is! Ch. Spurgeon, teólogo britânico, Pastor Batista, pregador internacional foi um dos maiores calvinistas de todos os tempos. Em sua euforia, disse Spurgeon: “O Calvinismo é o próprio Evangelho” – “Eu prego o calvinismo porque João Calvino, Santo Agostinho, o Apóstolo Paulo pregaram e ensinaram.” Há uma sensação de que no Brasil, “sequestraram” o Evangelho, a Fé Reformada e a Política. A Reforma Protestante no Séc. XVI, entre outras coisas, separou o Estado da Igreja. Estabeleceu os pilares da fé reformada.  As Solas, do latim, “somente”. Sola Fide (Fé), Sola Scriptura (Escritura), Solus Christus (Cristo), Sola Gratia (Graça), e Soli Deo Glória (Glória só a Deus). “A fé calvinista é mais do que Status vazio, e que o homem reformado vive plenamente, partindo da Palavra, cujo alvo final é a gloria de Deus. Grandeza humana reside em sua semelhança com Deus.” (Rv. Hermisten). A Reforma Teológica, além de resgatar o Evangelho Bíblico, retornou à tradição da fé ensinada, pregada e vivida na Igreja Primitiva, inaugurada, pelo Cristo Ressurreto, por processão do Espírito Santo em Atos Cap. 2. Como disse Oscar Cullmann, em seu método “histórico-soteriológico:”Para conhecer a linha que conduz de Israel a Cristo e de Cristo à Igreja, não basta sermos historiadores, mas tambem, é preciso sermos teológos.” O movimento reformista, sopesou  a política, a economia e a religião, produzindo rupturas e expurgos do autêntico cristianismo do romanismo. O fundamento do Evangelho genuino, pulverizado, tem como teor bíblico e não as experiências pessoais. A Reforma Protestante legitimou a quebra da fé na autoridade pela autoridade da fé. A quebra da ideologia do poder, no poder da ideologia ( Marx ). A Religião serve ao Estado e tem como devoção o deus-mamom (Mt 6:24). A este Jesus respondeu (Mt.6:33). Café Filho, membro da Igreja Presbiteriana em Natal/RN, foi o único evangélico  Presidente do Brasil, 1954, sendo o 18º Presidente da República, sua ascensão ao posto, longe foi, do  triunfalismo político, demonstrou em seu governo e vida pessoal, o real valor do Evangelho. No atual governo alguns Ministros presbiterianos têm a oportunidade de servir ao País e do bom testemunho do Evangelho. Oremos! Deus responde as orações mas, não atende caprichos. A Reforma Religiosa é sinônimo de erudição teológica. Na história correspondeu aos anseios de maior espiritualidade. Foi a partir das Espítolas Pastorais, Gerais e Teologais de Paulo, que o Evangelho foi escrito. A Reforma Religiosa, foi possível, neste contexto de sublimidade teológico-espiritual. O Evangelho bíblico de cuja fé reformada, tem como conteúdo o próprio Cristo, e como resultado a eternidade de Glória em Deus. O Evangelho é: 1) A Proclamação Bíblica Que Gera Autoridade (I Tm.4:9); 2) A Proclamação Bíblica Que Põe Em Evidência a Verdade Divina (II Pd.1:16,19); 3) A Proclamação Bíblica Que Atinge Propósito Divino (Is. 55:11). Sem o apoio das Escrituras a proclamação não é evangélica e torna-se incapaz para preencher o vazio da alma. Rev. Mario