AVIVAMENTO, PLENITUDE DO ESPÍRITO SANTO E MISSÕES

Nº 162 –  PASTORAL – 26 DE AGOSTO DE 2018

AVIVAMENTO, PLENITUDE DO ESPÍRITO SANTO E MISSÕES

Atos 15: 6-18

Estamos encerrando esta série de reflexões sobre missões. Presenciamos nos Estados Unidos, em 1993, quando num Seminário sobre Plantação de Igrejas, na Flórida, uma Igreja Presbiteriana, o modelo de igreja genuinamente avivada, plena da Graça e missionária. São vários cultos nos  Domingos, entre reuniões mais conservadora e contemporânea. Vimos templos lotados, liturgia e homilia que tanto nos identificam como presbiterianos. Durante a semana, todas as instalações e salas clássicas, devidamente, ocupadas, discipulado, escolas seculares, cursos de professores de Escola Bíblica e treinamentos de líderes e oficais. Um ministério intenso e profundo numa igreja voltada aos princípios bíblicos na vida diária. Isso é avivamento e plenitude do Espírito Santo. Um genuino dispertamento espiritual, bíblico, impactando vidas e operando transformações. A vida toda é espiritual, não pode haver dicotomia entre o que se vive na igreja e como igreja, e aquilo que se vive secularmente. Trata-se de viver uma vida coerente com a Palavra de Deus, e com a fé que professamos. Viver a fé. Encarnar o amor. Praticar a Palavra de Deus. Temos aqui uma realidade bem diferente, daquilo que sabidamente, infelizmente, não passa de “avivamento doutrinário”, importanto-se, numa mudança de princípios adversos aos ideais da Reforma, da doutrina, da liturgia e do perfil de nossa identidade presbiteriana. O texto em epígrafe, apresenta-nos o debate, entre Apóstolos e Presbíteros, no Concílio de Jerusalém. Resultado do avivamento, plenitude do Espírito e da 1ª viagem missionária entre os gentios, com o relatório de como Deus manifestou-Se poderosamente (vs. 8-9). O avivamento genuino, obra do Espírito Santo, mexe com as estruturas na vida moral, ética, política, econômica e espiritual. Supera as barreiras ao crescimento da Igreja. Gera a responsabilidade social da Igreja. Qualifica a vida moral e a ética no relacionamento pessoal e interpessoal. Não é espiritualidade aparente. É sim, plenitude de vida disponível a ação do Espíirito Santo. Obra soberana de Deus. Rev. Mario