ANO NOVO, VIDA NOVA, SERÁ…?

– Nº 132 –  PASTORAL – 31 DE DEZEMBRO DE  2017

ANO NOVO, VIDA NOVA, SERÁ…? Fip. 4:5-13

Temos a certeza de que vamos amanhecer em 2018, com 12,5 milhões de desempregados, inflação enrustida da cesta básica, temporária, pela boa safra, enquanto o petróleo e seus derivados nas alturas, passagens, escolas, serviços e impostos. Temos o anuncio do arrocho nos salários. Temos dados estatísticos do IBGE com mais de 53% dos brasileiros que voltaram à miséria. Temos diante de nós o maior colapso social. Vemos com tristeza o maior desnível entre o maior e o menor salário pago no País. A aposentadoria do brasileiros à beira de uma privatização e domínio dos bancos. Vemos com assombro, o desaparecimento dos recursos financeiros do sistema previdenciário – até 2015 era superavitário e agora, o governo fala em rombo previdenciário. Ano Novo, Vida Nova? Pra voce e pra mim? E, Isto apenas, satisfaz? As opções não são muitas, a saída para a crise assemelha-se a uma luz no fim do túnel esccuro – Eleições gerais em 2018. O povo está de costa para o governo.Temos que resgatar a democracia golpeada no Brasil. Somente revertendo este processo democrático, a segurança jurídica e a capacidade de participação popular é que teremos esperança no fim desta crise atual que o ano de 2018 herdará. Algumas sugestões com base na Palavra de Deus no texto acima: 1 –  Evite falar em crise e em problemas: Concentre suas energias, forças físicas e mentais na busca de uma saída para a crise e dê uma solução para os problemas A diferença entre o homem fracassado e um  vitorioso, está em o primeiro se concentra nos problemas e o segundo nas soluções. Voce é parte do problema ou da solução. A sua igreja precisa saber disto! 2 – Cultive uma mentalidade de trabalho, de produção e de investimento: Produza um pouco mais. Conquiste sua fatia no mercado, ocupe o seu espaço na vida e na História. Seja um temostato que determine a temperatura do ambiente, e não um termômetro que só faz registrar; 3 – Deus prometeu dar-nos o essencial: O vestuário, o abrigo e o pão, não como frutos da ociosidade, mas do trabalho. Deus não abençoa a malandragem. E mais ainda “dígno é o trabalhador do seu salário”. Feliz Ano Novo!     Rev. Mario Ramos