AMOR DE PAI, NA MESA DA  AUDIÊNCIA

Nº 207 –  BOLETIM DOMINICAL – 11 DE AGOSTO DE 2019

AMOR DE PAI, NA MESA DA  AUDIÊNCIA – Malaquias 4:1-6

Ele converterá o coração dos pais aos filhos, e o coração dos filhos aos pais; para que eu não venha e fira a terra com maldição.” (v.6).

Malaquias, no presente do seu tempo, aponta para o futuro do nosso. O profeta usou um método de perguntas e respostas, por cerca de 23 perguntas no seu livro. O cenário é de um tribunal onde Deus,  o justo juiz, vai julgar pelo direito, forense e jurídico a demanda de seu povo. Diz o Eterno: “O filho honra o pai, e o servo ao seu senhor. Se eu sou pai, onde está minha  honra? E se eu sou senhor onde está o respeito para comigo?….”(1:6). O julgamento final se baseia no relacionamento de cada uma com Deus. A reposta ao convite de Deus em Jesus, é para tornar-se justo através da própria justiça divina. O fogo destruidor que se abaterá punitivamente sobre os perversos, mas ressalta que  o “sol da justiça” é que trás saúde, cura e alívio aos que amam a justiça.Em todo as as épocas, crentes perseguidos ansiaram pelo desfecho dramático em que a Ordem Eterna de Deus em Cristo será estabelecida. À luz do texto e contextualizando o nosso já, neste Dia dos Pais, percebemos a urgência da interação mais profunda entre pais e filhos, filhos e pais. 1) Há necessidade de reconhecimento recíproco de limites: Pais e filhos precisam reconhecer seus limites e imperfeições para que haja um relacionamento pacífico, amigo, compreensivo, perdoador e extremamente amoroso. Pais e filhos saber a hora de parar, de dizer não ou sim. Conhecer os limites nos leva a uma doação ainda maior; 2) Há necessidade de compreensão da intervenção divina no relacionamento: “Ele converterá o coração dos pais aos filhos, e dos filhos aos pais…(v.6). O Deus que estabelece conosco um relacionamento saudável e abençoador de Pai e Filho, intervém para que problemas sejam superados, barreiras sejam transpostas, arestas sejam aparadas, na vivência paterno-filial; e, 3) Há inesgostável perspectiva de bênçãos: A conversão de um coração ao outro, o apasiguar da alma com a outra parte, reprime, pela graça de Deus, a maldição da desunião-desarmonia, e abre caminho para as bênções. Leia Éfesos 6:1-4, a cena retrata pais e filhos na perspectiva do ideal de Deus e as bênçãos decorrentes. “Filhos, obedecei a vossos pais no Senhor, pois isto é justo. Honra a teu e a tua mãe, para que te vá bem, e sejas de longa vida sobre a terra. E vós, pais, não provoqueis vossos filhos à ira…” Deus nos ama e se importa! Amar é reproduzir Deus em nosso relacionamento familiar. Ser pai não é penas gerar. Ser filho não é apenas sentir a vida que foi legada. É um contínuo interagir de amor, compreensão e fidelidade a Deus. Pai, voce é um instrumento consciente nas mãos de Deus para ser uma bênção de Deus ao seu filho; filho, voce é uma bênção de Deus provido como sua semente e herdeiro na família. Amor de Pai, ministrado na mesa da audiência é sempre remidor, perdoador e reconciliador. Parabéns pelo Dia dos Pais!     Rev. Mario