A VISÃO DA CORTE CELESTIAL – I

Nº 140 – BOLETIM DOMINICAL – 15 DE MAIO DE 2011

 


A VISÃO DA CORTE CELESTIAL – I: Ap. 4 e 5

Veremos nesta caminhada o quanto o plano de Deus para a Sua igreja é simplesmente divino (1:3). Esta Revelação é apresentada em três fases distintas e interligadas como sendo: “AS COISAS QUE VISTE” (Cap. 1) e “AS COISAS QUE SÃO” (Caps.2-3) e “ AS QUE HÃO DE ACONTECER DEPOIS DESTAS”(Caps. 4-22).Entramos nessa fase através de umaPORTA ABERTA NO CÉU. “Depois destas cousas olhei, e eis… uma porta aberta no céu…sobe para aqui…te mostrarei o que deve acontecer depois destas cousas.”(4:1). Tais eventos divinos, marcam o período da história universal, a contar do século 20. O telescópio da Era das Igrejas nos mostra o assentamento da Pedra Fundamental para o estabelecimento do Trono de Davi. Éfeso, a era Apostólica, 1º século; Esmirna, a era de perseguições até 350; Pérgamo, a era de favor imperial, 350-550; Tiatira, a era da Era Negra, 550 a 1500; Sardes, tempo da Reforma, 1517-1700; Filadelfia, a era das missões modernas, 1700-1900; e Laodicéia, a era da igreja apóstata, que deixou Cristo do lado de fora, 1900 até a Sua Volta. Portanto, o tempo presente acena para o GRANDE DRAMA DA SOBERANIA DE DEUS. Começa agora o grande drama que se apresentará numa série de magníficas visões. Temos o paradoxo entre o Cordeiro e o Leão da Tribo de Judá (4-5) O início é grandioso na sua concepção e execução. Ao levantar-se o pano, contemplamosas glórias do mundo supra-terreno, a incomparável majestade de Deus, o mistério cósmico da redenção, o conflito das potências mundiais, o surgimento da besta, a revelação da “trindade Satânica”, a grande tribulação, o arrebatamento da igreja, o juízo final, a prisão de Satanás, o milênio messiânico e a Nova Jerusalém. Para tanto, o Cristo Ressurreto, convida o vidente João, a entrar pela porta do céu para receber a primeira grande visão(4:1) . “EIS UM TRONO” (v.2) É do trono que se recebe mandados e ordens e perante o qual se prostram as criaturas. UMOCUPAVA O TRONO (Vs.2-3) É o Cristo glorificado, à semelhança de pedras preciosas: simboliza a santidade e a justiça de Deus. HAVIA 24 TRONOS(v.4) Os tronos estavam ocupados pelos anciãos. Na Bíblia, 12 é o número da plenitude, inteireza; os ocupantes representam a igreja do Antigo e do Novo Testamentos. Cristo, no Seu trono, já deu assento ao seu povo. Veja como os nomes das doze tribos de Israel e dos doze Apóstolos do Cordeiro estarão escritos na Nova Jerusalém (Ap.21:12-14) A seguir o retrato da Soberania de Deus na história: Relâmpagos (v.5). Mar de vidro (v.6) Seres viventes e o louvor (v.7-9). No Cap. 05 – O Livro no Céu!

 

Rev Mario Ramos.