A TRAGÉDIA DA VERDADE DO SANTUÁRIO

Nº 201 –  BOLETIM DOMINICAL – 30 DE JUNHO DE 2019

A TRAGÉDIA DA VERDADE DO SANTUÁRIO – Ap. 11: 1-14; Ez. 47:1-12

Temos neste Cap. 11, um dos textos mais difíceis de interpretação, ou quiçá, o mais enigmático da Biblia. Devemos trabalhar esse texto em duas Pastorais. A visão das duas testemunhas e a medição do Santuário no céu, contudo, constituem o programa de juízo em andamento na Grande Tribulação. Estão previstos no Rolo doce-amargo (Ap.10:2). A cana de medição do Santuário é rígida, precisa e inflexivel. Estamos diante da tragédia da verdade do Santuário e suas duas testemunhas. O sgnificado etmológico da  palavra “tragédia” quer dizer o “canto do bode”. Na literatura “tragédia” é uma forma dramática ou peça de teatro, em geral solene, cujo o fim é excitar o terror ou a piedade. As tragédias em Brumadinho/Mariana são exemplos. A “verdade”, Aletéia em grego, “o que não se esconde.” A verdade resiste ao tempo. A verdade pode até adoecer, mas não morre. Os filófosos antes de Cristo “procuraram a verdade”. É famosa a pergunta de Pilatos a Jesus: “O que é a verdade?”. É o que revela este cenário dramático compreendido em três divisões: 1- O tempo da Grande Triibulação; 2) O medir do Santuário e as duas testemunhas; e 3) A sétima trombeta. Medir o santuário, o altar e os que ali adoram é confrontar a Verdade: É medir para julgar e para preservar, assim como quando se aplica o selo de Deus sobre uma palavra ou uma promessa. Vem tragédia! Quando João escreveu, fazia 25 anos que Jerusalem com o templo, fora destruído nos anos 70 d.C.. A medição do templo significa que é tempo  para Deus aceitar novamente o seu povo, embora este povo, veria e viria da tragégia anunciada por incredulidade à Verdade. Rejeitar Jesus/Messias no período da Graça. Mas tambem de juízo, os que não se conformam com as medidas divinas e serão separados do átrio que está fora. Neste tempo se cumprirá a promessa de Deus a Israel em Rm 11:26.  Convem lembrarmos que é o Templo, e o Altar, e os que nele adoram que foi dado ordem a medir. Será o tempo de se levantar a abominação de desolação (Mt. 14:15; Dn. 12:11; Ap. 13:14,15). Será o tempo que surgirá o Anti-Cristo e exigirá a adoração divina (2Ts. 2:3-4). A Igreja não será medida, porque será arrebatada antes disso, antes de abrir o 1º selo. O templo de Jerusalém estava divido em  Quatro Pátios, que rodeavam o Santo dos Santos – onde se achava a Arca da Aliança, as tábuas da lei, a vara de Arão e um pote com o maná. Os pátios eram: a) O pátio dos gentios – era o átrio externo, no qual não podiam penetrar os que não eram membros do povo Judeu; b) O pário das mulheres – separado do pátio dos gentios por uma balaustrada, no qual havia um letreiro, em vários idiomas, com a dvertência de morte; c) O pátio israelitas – É significativo que o muro das lamentações, até hoje, haja uma separação entre o lado dos varões e o das mulheres; d) O pátio dos Sacerdotes – Onde somente a classe sacerdotal podia permanecer e ministrar. A negação da Verdade do Santuário é uma tragégia-crime!  Rev. Mario

 

 

. Rev. Mario