A PROVIDÊNCIA PROPICIA A CONFIANÇA

Nº 243 –  BOLETIM DOMINICAL – 24 DE MAIO DE 2020

A PROVIDÊNCIA PROPICIA A CONFIANÇA – Salmo 118:1-29

O Novo Coronavirus, em 20/05/2020, já ceifou mais de 18 mil pessoas em apenas dois meses. O Brasil, em contágio, já assume o 3º lugar no mundo. O Coronavírus é ultimato para mudarmos a relação com Deus e com o planeta. É preciso promover com urgência a conversão com relação o papel da Igreja no mundo – sua utilidade; relação com a justiça social; relação aos primados da Reforma Séc. 16 – Laicidade; e, a relação com a ecologia planetária, sob pena, de adentrarmos num caminho sem retorno. A providência divina acena para uma ação, qual seja, não somos expectadores deste processo divino-humano. A certeza da divina providência nos propicia jubilosa confiança em Deus e Sua operação. Enquanto Deus opera, o homem coopera! Diz o Salmista: “ O Senhor é o meu ajudador (Sl. 118:6). “De onde, pergunto, têm eles isto, que  nunca se lhes abala a segurança, senão porque, onde na aparência se vê o mundo a revolutear ao léu, sabem que, por toda a parte, opera o Senhor, cuja atuação confiam os fieís.”  Saiba que a certeza da divina providência nos sustém ante os múltiplos perigos diário que nos ameaçam. Neste aspécto, porém, destaca-se a incalculável felicidade da mente piedosa. Ora, o Salmo (91:3-6), canta assim:     “Porquanto Ele te livrará do laço do passarinheiro e da peste perniciosa; sob Sua asa te protegerá e entre as Suas penas terás proteção.”.”Não consideram este desvairados o que lhes está debaixo dos olhos, (as máscaras e epeis – ciência), que foram pelo Senhor inspiradas aos homens, as artes de aconselhar-se e de acautelar-se, das quais se Lhe façam subservientes à providência na conservação da própria vida, da mesma forma que, em sentido contrário, por negligência e inércia, atraem sobre si e ao próximo, os males que lhes impôs. Pois, de onde acontece que o homem  providente, enquanto de si toma cuidado, até de males iminentes se desvencilha (fiquem em casa), o insipiente pereça são impróvida temeridade, senão que tanto a insipiência quanto a prudência são instrumentos da divina dispensão para um e outro desses dois aspéctos? Odebece a Deus aquele que, plenamente instruido acerca de Sua vontade, porfia por fazer aquilo a que é por Ele chamado. O Apóstolo Paulo, declara nada considerar dígno de conhecer-se mais do que Cristo ( I Cor.2:2). Sua homilia era centrada na fé em Cristo (At. 20:21). Esta foi a sua misão entre os gentios: “Enviar-te-ei entre os gentios, para que recebam remissão de pecados e sorte entre os santos, mediante a “fé que está em Mim” – Cristo (At.26:17-18). A verdadeira fé é embasada na Palavra de Deus escrita, polarizada no pleno conhecimento de Sua vontade. O Evangelho vá à frente! A providência de onde decorre a confiança em Deus, jamais, insinua a nossa auto-suficiência ou autonomia dessa fé e ou, da oração, como um instrumento, humano, pelo qual, venha dela revestir-se em “reputação divina” em uso inadequado a vontade de Deus. Vemos atônitos, nas igrejas em geral o absurdo da praticidade indistinta  entre a formada e a fé informe. O Simão,o mágico (At.18:13-20)  Rev. Mario Ramos