A PREGAÇÃO PRECISA SER CRISTOCÊNTRICA

Nº 65 – BOLETIM DOMINICAL- 07 DE AGOSTO DE 2016

A PREGAÇÃO PRECISA SER CRISTOCÊNTRICA – l Cor. 1:18-31

Já dizia Martinho Lutero: “A Bíblia é como um grande berço, cujo nenem é Cristo.” Vemos que os Reformadores do Séc. XVI, usavam o critério cristológico e cristocêntrico para a s suas definições canônicas e doutrinárias. Ou seja, a centralidade de Cristo na Bíblia, na Igreja, na História e no Universo, leva-nos a afirmar que a nossa pregação precisa ser cristocêntrica ou, no mínimo cristológica. Isso que dizer ter Cristo como o centro da pregação. Cristo é a Pessoa central do nosso conteúdo a ser pregado. A sua Pessoa, sua vida, sua obra e sua missão. Precisa ser anunciado com clareza, unção, graça, e poder. A nossa convicção e o fervor sobre Cristo deve necessariamente empolgar, motivar e convencer nossos ouvintes. Neste sentido o pregador deve estar identificado e apaixonado pelo que prega. Muitos percebem quando a pregação não vem de dentro, se não entusiasma, nem mexe com o pregador, dificilmente vai tocar os que ouvem. É preciso ter conteúdo e forma. Quanto a forma, os gestos vívidos, o tom de voz, a retórica, o mover das mãos e até o olhar contribuem no convencimento e revelam a piedade. A mensagem precisa estar ardendo no coração, na mente, e aquecendo até os ossos do pregador para aquecer e acordar alguns entorpecidos do sono do pecado e anestesiados pelo diabo. Este  são indiferentes ao toque da fé. São insensíveis a verdade revelada. São críticos da mensagem de salvação e de vida. No dizer do Apóstolo Paulo: “ Estes são inimigos da cruz de Cristo.”  Paulo dizia: “ Nós pregamos a Cristo, poder de Deus e sabedoria de Deus. Pregamos a Palavra de Deus em linguagem humana. É por isso que vidas são transformadas, abençoadas e desafiadas à santificação. Sem santidade de vida não há manifestação de poder, não há avivamento na Igreja, não há temor. O avivamento começa em cada um de nós. O cristão precisa ser como Cristo. Deixa-te parecer com Ele. Tenha o mesmo sentimento que houve em Cristo e por fim, poder afirmar: “Já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim.” Este deve ser o ideal do pregador: atingir a própia imagem de Cristo nele. Um Agente transformado e transformador de vidas.      Rev. Mario Ramos