A PÁSCOA DO SENHOR:  MORTE E VIDA! ( II )

Nº 236 –  BOLETIM DOMINICAL – 05 DE ABRIL DE 2020

A PÁSCOA DO SENHOR:  MORTE E VIDA! ( II ) – Êxodo: 3:7-15

“Mundos em colisão”! Uma guerra! Um juízo! Que noite, não dormida no Egito! É a presença fúnebre do anjo da morte!. É o juízo e a justiça manifestada aos deuses-ídolos e a casa de Faraó. É o juízo implacável à banalização da injustiça social (Ap.18:20). O cenário judicial divino é o da “globalização” na  vida dos países e indivíduos. A manifestação da santa ira divina recai, lúgubre, sobre a ganância “capitalista no trabalho, produção, consumo e vida do povo (Êxod. 3:7,9,19,20). FIQUE EM CASA! Eis aí a Vacina Social! Na oração e bênção feita pelo Papa, “Urbi et Orbi” de Roma para o mundo, tem consonância com aquela triste realidade histórica do Juízo. A sófrega economia (opressão-exploração) no Egito, e em toda parte, como hoje, no mundo é cruel. É a “Morte na Panela” (2 Re.4:38-40). Eu vejo Deus presente em juízo e justiça no mundo! “Eu sou o Deus de Abraão” e “tenho visto a aflição do meu povo”. O Vírus, da Covid 19, é  destruição; é tambem o “gene” da reconstrução do mundo mais justo e humano. A compreensão da ciência não anula a visão religiosa, nem esta elimina aquela. A Páscoa do Senhor instituída no Egito (Êxod. 12:1-8), é a morte da morte, na morte de Cristo. É a morte de Jesus na cruz, que causa a “morte” das mortes físicas e espirituais (Heb. 2:14,15). È a ressurreição de Cristo, o “gene” do Cordeiro Pascal, que dá a vida. (Lc.13:32). Este Cordeiro era a figura de Cristo (1 Co. 5:7), Ele é a Nossa Páscoa que foi crucificado por nós.”Vendo eu sangue passarei por sobre vós” (êxod. 12:27). Assim, “livrou as nossas casas”, enquanto lá dentro reunidos em obediência, reinava a paz e a unidade em festa, enquanto  fora, o anjo invisível da morte fazia a sua destruição (Êxod. 12:29-30). O fundamento da Páscoa em regra geral foi a tragédia do pecado. Pessoas oprimidas não podem permancecer oprimidas para sempre. O episódio das dez pragas, foi a luta de Javé, o Deus Eterno, contra os deuses-ídolos adorados pelos egípcios, ou seja, o “encontro de poderes”. Os elementos das 10 pragas representavam os pretensos deuses adorado no Egito. Eram eles: Hápi, Hequite, Rá, Ápis, Népri e Hórus. Este os egípcios adoravam como o deus do céu. Pequenos juizos ocorreram em Sodama/Gomorra (Gn.19). Em Asdode e Ecrom (1 Sm.5), Peste Negra Séc.14 (Calvino e Clarke), a gripe espanhola Séc.20, o Brasil a desdenhou. Enfim, esta triste realidade da “deidade” atraiu a ira santa,  justa e merecida de Deus em juízo sobre o Egito e outras nações. Como no passado, assim os deuses são derrotados. Mas, Cristo é a nossa certeza e garantia certa de vitória. Cristo Ressuscitou e Vive!  Rev. Mario