A  MISSÃO DO CONSOLADOR

Nº 140 –  PASTORAL – 25 DE MARÇO DE 2018.

A  MISSÃO DO CONSOLADOR – João 16:1-14 (7 e 8)

A teleologia de Deus no mundo. Deus é o Primeiro missionário. A reconciliação de todas as coisas consigo mesmo é a sua missão precípua. Diz o Apóstolo: “ …Deus estava em Cristo, reconciliando consigo o mundo…” ( 2 Cor. 5:19). Percebe-se que esta declaração ecoa no Tribunal de Cristo perante o Juízo Final. No Evangelho de hoje, temos uma dialética do agora “sim” e ainda “não”. A setença está presente no DNA do vil pecador, contudo, há uma poderosa e irreversível redenção aos eleitos, mediante as Boas Novas de salvação. A morte expiatória de Cristo é o coração do Evangelho. O Salvador sem pecado, assumiu nossos pecados para que possamos ter a justiça de Deus (v.21). Para cumprir esta missão final, disse Jesus: “Convém-vos que eu vá, por que se eu não for, o Consolador não virá para vós outros;…” (vs. 7 e 8). O Deus, Espírito Santo, procede do Pai e do Filho e assim, temos a Trindade, laboriando na redenção. A operação especial e distinta do Espírito Santo é convencer o mundo do pecado. A palavra é “ Elegchein”  o último argumento forte num interrogatório, o verdadeiro sumário de culpa que CONVENCE E CONDENA ou ABSOLVE em relação ao pecado. Eis a missão precípua do Consolador: 1) Convencer o homem do seu pecado – Nós pregamos, mas quem convence é o Espírito Santo. Quando os Judeus e os romanos crucificaram a Jesus não pensavam estar cometendo pecado, pelo contrário,  prestar um serviço à religião Judaica e ao Impéro Romano. Mas tarde Pedro prega o Sermão e fala sobre a crucificação e os seus corações ficaram compungidos e mais de três mil almas foram convencidas (At.2:37); 2) Convencer o homem da justiça – Cristo é a justiça de Deus revelada ao homem. Jesus, o justo, morre no meu e seu lugar. Cumpriu a Profecia de Isaías do sofrimento e triunfo do Servo de Deus (Is. 52:13-15; 53:1-12); e 3) Convencer o homem do Juízo – Ali sobre a cruz foi julgado, condenado e derrotado o malígno (Cl. 2:15). Este julgamento nos absolve do nosso pecado. Estamos convencidos de que um dia, todos nós compareceremos perante o Tribunal de Cristo, no juízo final. Mas, Jesus já pagou por nós. Rev. Mario