A IGREJA E A ECOLOGIA

 

BOLETIM DOMINICAL – 10 DE JUNHO 2012

A IGREJA E A ECOLOGIA – Isaías 24: 15-23

Os efeitos dos pecados na terra, serão tratados sob um prisma refinado. A Conferência das Nações Unidas, para um Desenvolvimento Sustentável. O termo “Ecologia” foi criado por Haeckel (1834-1919) em 1869, em seu livro “Generelle Morphologie des Organismen”, para designar “o estudo das relações de um organismo com seu ambiente inorgânico ou orgânico.”Em sentido literal, a Ecologia é a ciência ou o estudo dos organismos em sua casa, isto é, em seu meio. Começará no dia 20 ao 22, na cidade do Rio de Janeiro, uma conferência internacional – a Rio + 20. Este evento mundial, aconte há 20 anos após, a ECO/92, ocorrido na mesma cidade. A pergunta que se faz é: Quais foram as medidas tomadas importantes para o planeta terra neste longo período? Quais e onde foram os investimentos realizados? Estão estas autoridades preocupadas de fato com o nosso planeta terra? Sabemos de uma coisa e isto é fato. Estamos explorando 30% a mais do que o nosso planeta pode dar. O que fazer? Como fazer? Quando fazer? Por que fazer? Aconte que estas perguntas, não mais soam como um brado de alerta. Esta matéria de fundamental importância tem-se resumido às questões políticas e econômicas apenas e tão somente – o TER no contraponto ao SER. No Brasil, pálidamente, tem-se feito algumas coisas. A Modernização das fábricas, investimento na segurança nas fronteiras e aprovação do novo Código Florestal. Mas no geral, são políticas públicas e políticas sociais voltadas para as classes mais pobres do país. O chamado das Nações Unidas é ambicioso. Propõe aos Estados, a sociedade civil e aos cidadãos, estabelecer “os alicerces de um mundo de prosperidade, paz e sustentabilidade”, apontando três temas centrais: 1. Reforçar os compromissos políticos em favor do desenvolvimento sustentável; 2. Expor um resumo dos avanços e dificuldades associados à sua implementação; 3. Analisar as respostas aos novos desafios emergentes das sociedades. Duas questões, estreitamente ligadas, colocam-se no alvo da cúpula: 1. uma economia verde em prol da sustentabilidade e da erradicação da pobreza; 2. a criação de um marco institucional para o desenvolvimento sustentável. Esses desafios também são os de todos os Povos, todos os cidadãos e cidadãs do planeta. A consciência de um mundo que enfrenta transições importantes é cada vez maior. Lembramos que a Igreja é a consciência da sociedade. Que as Escrituras Sagradas tem advertências e respostas claras e objetivas a essas questões. É preciso, antes de mais nada, celebrar a Deus com o Planeta terra. Oremos em favor da Rio e + 20. Rev. Mario Ramos