A EPIFANIA DO SENHOR: ANO LITÚRGICO

Nº 226 –  BOLETIM DOMINICAL – 26 DE JANEIRO 2020

A EPIFANIA DO SENHOR: ANO LITÚRGICO – Mateus 2:1-12

Iniciamos com a Graça do Bom Deus o ano de 2020. Temos dois Calendários: O Calendário Civil; e o Calendário Litúrgico, para o ano litúrgico. O povo de Deus na Bíblia e ao longo da revelação histórica, sempre celebrou Festas Religiosas durante o ano. Na Igreja cristã, o ano litúrgico começa com a EPIFANIA – A revelação da glória de Deus em Jesus Cristo; temos a seguir o período quaresmal – período de quarenta dias, tão significativo na Bíblia; depois celebramos a Páscoa, que lembra a libertação do povo de Israel e as multidões de estrangeiros no Egito; a ressurreição de Cristo; temos o período das aparições de Jesus; em ato contínuo, Sua ascensão ao Pai; e o PENTECOSTES, marca a descida do Espírito Santo, a Terceira Pessoa da Trindade, procedente do Pai e do Filho, por promessa (Jo. 14: 15-26; 16:7-15) e jamais por conquista ou mérito com evidência corporal; que é  o nascimento oficial da Igreja Cristã; temos ainda em Agosto e Outubro, lembranças do mês da Igreja IPB e da Reforma Religiosa do Séc. XVI; em Novembro, Dia Mundial de Ações de Graça; do último Domingo de Novembro até o final de Dezembro: Celebramos o ADVENTO – Natal – que é ponto culminante do Ano Litúrgico. O Tema: “A revelação da glória de Deus em Jesus Cristo” é a síntase do signigficado bíblico e teológico da EPIFANIA DO SENHOR, que é a ênfase inicial deste começo do ano de 2020. Em Jesus Cristo habitou a plenitude de Deus. A sua glória é como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade. A essência do “SER” de Jesus é a mesma do “SER” de Deus, o Pai. Ele é “verdadeiro Deus, de verdadeiro Deus.” Se voce leitor cristão estar consciente deste fato divino-humano-Histórico, não há porquê, arrancar os seus cabelos com os desvaneios infames dos que desconhecem o verdadeiro Deus, ao satizarem em nome da cultura e como contraponto à reflexão religiosa, o (especial de Natal – Porta dos Fundos). Jesus Cristo é Deus! E isto independe de cultura, hábitos, usos e costumes e religião de um povo. Cristo é o Senhor e o Salvador de quem nEle crê! (Rm. 1:16,17). E, assim diz Paulo: “Pois sou devedor tanto a grego como a bárbaros, tanto a sábios como a ignorantes;” (14). O fato de Jesus ter sido gerado de Deus – concebido por obra e graça do Espírito Santo – faz de Jesus, inequivocamente, o ùnico Filho de Deus. O escritor de Hebreus assim expressa sobre a Epifania: “Ele, que é o resplendor da glória e a expressão exata do seu ser, sustentando todas as cousas pela palavra do seu poder, depois de ter feito a purifição dos pecados, assentou-se à direita da Majestade nas alturas (Hb. 1:3). O Apóstolo Paulo vai além do razoável divino-humano em sua excelência na obra da Reconciliação: “ QUE DEUS ESTAVA EM CRISTO; RECONCILIANDO CONSIGO O MUNDO, não imputando aos homens as suas transgressões, e nos confiou a palavra da reconciliação (2 Co. 5:9). Aproveite o seu mundo digital!    Rev. Mario Ramos