A CURA DO CEGO DE NASCENÇA

Nº 290 – BOLETIM DOMINICAL- 07 DE SETEMBRO DE 2014

A CURA DO CEGO DE NASCENÇA  – João 9: 1-12

Este milagre de Jesus alvoroçou a cidade. Os Judeus fizeram tudo para minimizá-lo. Não conseguiram, entretanto. Todas às testemunhas ouvidas, eram unânimes em afirmar que ele de fato era cego. Em épocas como a de agora, diante do pleito político, existem sempre pessoas querendo te cegar. Ou seja, tentando te convencer mesmo diante das imagens de que tudo é mentira. Além de tratar o eleitorado de burro tenta fazê-lo de cego. Mas, não conseguem, porque a verdade vence sempre. Jesus não passa de largo pelo sofrimento humano. Mas os homens passam. Os discípulos, longe de estarem preocupados com a cura do pobre cego, estavam mais interessados em especular sobre a origem do sofrimento humano: “Mestre, quem pecou, este ou seus pais para que nascesse cego?” (v.2). Os discípulos estavam baseados no princípio de  que o pecado acompanha-se do sofrimento. Pode ser, mas não é isto uma regra geral. No caso deste cego, não era. Que quadro triste! Um homem cego de nascença assentado pedindo esmolas. A maioria da humanidade está assim. Espiritualmente cega. Espiritualmente improdutiva. Jesus não satisfaz à curiosidade especulativa dos discípulos sobre a causa do sofrimento do homem. Muito mais importante do que isto era mostrar o que Deus pode fazer para mudar o rumo dos acontecimentos. O Senhor Jesus é o nosso Siloé. Ele é o enviado de Deus. É preciso crer, como creu o cego. Disse-lhe Jesus: “Vai, lava-te”. Ele foi, “lavou-se e voltou vendo”. (v.7). O que aconteceu a este cego de nascença ilustra o que pode acontecer a qualquer um de nós. O encontro com Jesus e a missão que recebeu do Mestre provocaram uma mudança tão sensível que os seus discípulos, vizinhos e conhecidos se interrogavam: “Não é este o que estava assentado pedindo esmolas?” (v. 8).  Há duas grandes verdades colocadas por Jesus neste versículo que precisam ser consideradas por nós, os seus discípulos. 1 – Jesus divide conosco o privilégio e a responsabilidade do fazer o abra do Pai, isso de forma INTEGRAL – o homem (corpo e alma); 2 – Temos um tempo limitado para fazer esta obra: enquanto é dia”. E o nosso dia é curto e comprometido com os afazeres diários. Sejamos o sal da terra e a luz do mundo! Rev. Mario