500 ANOS DE REFORMA RELIGIOSA – O QUE FOI? II

Nº 120  BOLETIM DOMINICAL- 08 DE OUTUBRO DE 2017

500 ANOS DE REFORMA RELIGIOSA – O QUE FOI? II – 2ª Tm. 1:3-7

A transição do feudalismo para o capitalismo, o movimento renascentista e os pré-reformadores são consentâneos à Reforma Religiosa. Sem a existência histórica destes componentes não teríamos a Reforma. Vamos deixar claro de uma vez por toda, de que, Martinho Lutero, não foi o Protagonista deste movimento que coube a ação do Deus Todo Poderoso que age na história e na vida dos homens e mulheres. A Reforma Protestante foi resultado de um longo processo em que o Artífice, o Senhor da História, agiu e deu ao mundo, o avivamento desejável no sentido de renovação de todas as coisas. Mas o fato é que o sistema feudal entrou em profunda crise no século XIV, em razão de fatores como a ascensão da burguesia nas cidades medievais, que passaram a ter uma intensa movimentação comercial nesse período; a crise no campo, as revoltas camponesas, a Peste Negra, entre outros. Essa crise forçou tanto os senhores feudais quanto os burgueses que estavam em ascensão a traçarem estratégias de desenvolvimento de suas estruturas econômicas. Dentro desta conjuntura histórica, temos o advento da Renascença na Baixa Idade Média, que pugnou por uma transição cultural, artística e científica personagem como: Copérnico, Kleper, Galileu Galilei, Isaac Newton, Thomas Robbes, Spinoza, Leonardo da Vinci e Erasmo de Roterdão. A força renascentista se estende num período de 1483 a 1520. E o 3º e o mais expressivo componente desta “Transição” são os Pré-Reformadores. Sabemos que os fatores culturais, sociais, econômicos e políticos,  estão pautados ao da religião, isso vai acelerar a Reforma Religiosa do Séc. VXI. As distorções teológicas chegam ao seu apogeu. Grandes personagens e movimentos se insurgem contra os abusos da Igreja Católica. Citamos John Wycliff, John Huss, John Tauler, Savanarola, e Movimentos como: Petrobrussianos, Os Lolardos, os Valdenses, os Aenses constituíram um cenário de Profetas que denunciavam os escândalos e abusos da igreja Romanista, que tinha dominado o poder econômico, artístico e cultural. A liberdade de consciência era segundo a própria igreja. O domínio romano na Inglaterra era exercido pelo papado. Segue esta História…           Rev. Mario Ramos